Consumo de cálcio e atividades físicas previnem a osteoporose

A osteoporose, doença que surge quando os ossos começam a perder cálcio, ficando mais fracos e mais sujeitos a fraturas, é mais comum nas mulheres do que em homens. Alguns alimentos ajudam a prevenir o mal, principalmente quando são aliados à prática de exercícios físicos.

O primeiro caminho para fortalecer os ossos é reservar meia hora por dia para as atividades físicas. “A musculação e a caminhada vão te ajudar a melhorar e a aumentar a sua massa óssea”, ensina Marta Cignach, educadora física.

A fase de crescimento é a que a pessoa mais precisa consumir cálcio. Na infância, o ideal é ingerir entre 800mg e 1200mg por dia. Na adolescência, entre 1200mg e 1500mg. Os adultos precisam de 1000mg. Já as mulheres, depois dos 50 anos, voltam a ter a necessidade de 1500mg por dia.

O endocrinologista Miguel Hissa explica porque o sexo feminino sofre mais com a doença: “Isso ocorre, muitas vezes, porque a mulher não conseguiu construir uma densidade óssea durante sua vida e após a menopausa, pela deficiência dos hormônios sexuais, há uma desmineralização óssea”.

A principal fonte de cálcio é o leite. Para consumir a quantidade de cálcio recomendável para um adulto, seria necessário tomar um litro ou quatro copos por dia. Para quem acha muito, não gosta ou não pode tomar leite existem outros alimentos ricos em cálcio que podem estar presentes em todas as refeições do dia.

No café da manhã, uma alternativa ao leite e derivados, como queijo e iogurte, podem ser as frutas secas, que também são ricas em cálcio. “Você pode escolher o damasco e a uva passa. Pode ser uma porção de uma mão fechada de cada”, indica a nutricionista Fabiana Fontes.

Para o lanche, boa opção é um mix de castanhas e amêndoas. “Com três castanhas-do-pará, cinco castanhas de caju e três ou quatro amêndoas você já atinge o cálcio no meio da manhã”, explica a nutricionista.

Na hora do almoço, vegetais verdes escuros podem ser consumidos à vontade. A nutricionista dá algumas opções: “Brócolis, quiabo, couve-manteiga e repolho verde. Sé precisa tomar cuidado com o espinafre, que tem uma substância chamada fitato que prejudica a absorção do cálcio”.

Na refeição, feijão acompanhado de peixe é um prato cheio para fortalecer os ossos. “Badejo ou sardinha, que são peixes baratos e que você consegue consumir facilmente também são fonte de cálcio”, ensina Fabiana.

Além de uma boa alimentação e de praticar exercícios, também é importante tomar sol. Quinze minutos por dia são suficientes para liberar a vitamina D armazenada na pele. É essa vitamina que ajuda o organismo a absorver o cálcio.

Fonte: G1

Blog do Deputado Federal GONZAGA PATRIOTA (PSB/PE)

Nenhum comentário

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Clipping
Instagram começa testes para esconder número de curtidas no Brasil

O Instagram começa, nesta quarta-feira (17), um teste que deve colocar em prática uma nova função. A partir de agora, as fotos postadas na plataforma devem aparecer sem o número de curtidas. No entanto, o número de “likes” deve continuar visível para os usuários que postarem as imagens.  Leia também:Instagram libera sticker para chat nos storiesCenp reconhece Google e Facebook como veículos de mídia Segundo a empresa, o novo recurso foi criado para que “os seguidores se concentrem mais nas fotos e vídeos que são compartilhados, do que na quantidade de curtidas que recebem”. Apesar de esconder o número de curtidas, o aplicativo deve continuar utilizando-o como parâmetro para o algoritmo que escolhe o que é mais relevante. A mudança foi anunciada em abril e experiências do tipo foram feitas no Canadá, onde o Instagram avaliou os testes como positivos.

Clipping
PIB recua 0,8% no trimestre encerrado em maio, diz FGV

O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, recuou 0,8% no trimestre encerrado em maio deste ano, na comparação com o trimestre encerrado em fevereiro. O dado é do Monitor do PIB, divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Segundo a FGV, no entanto, o PIB brasileiro cresceu 0,5% quando comparado ao trimestre encerrado em maio de 2018. Considerando-se apenas o mês de maio deste ano, houve altas de 0,5% em relação ao mês anterior e de 4,3% na comparação com maio do ano passado. No acumulado de 12 meses, o PIB cresceu 1,2%. Na comparação do trimestre finalizado em fevereiro com o trimestre encerrado em maio, os três grandes setores produtivos tiveram queda: serviços (-0,4%), indústria (-1,4%) e agropecuária (-1,2%). Dentro dos serviços, a maior queda foi observada nos transportes (-2%). Os serviços de informação foram os únicos a apresentar crescimento (0,2%). Já na indústria, houve queda entre todos os subsetores, com destaque para a indústria extrativa mineral (-4,8%). Sob a ótica da demanda, a queda do trimestre findo em maio na comparação com o trimestre encerrado em fevereiro foi puxada pelas exportações, que recuaram 5,2% no período. O consumo de governo também caiu (-0,4%). Já as importações subiram 2,4%. Por outro lado, tanto o consumo das famílias quanto a formação bruta de capital fixo (investimentos) cresceram 0,2%. O cálculo oficial do PIB é feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e divulgado a cada trimestre fechado (janeiro a março, abril a junho, julho a setembro e outubro a dezembro).

Clipping
Reportagem da EBC volta a Mariana quase 4 anos após tragédia

A tarde de 5 de novembro de 2015 jamais será esquecida pelos moradores de Bento Rodrigues, subdistrito localizado a 35 km do centro de Mariana (MG). O local foi o mais atingido pelos 39 milhões de metros cúbicos de rejeitos vindos da barragem de Fundão da mineradora Samarco. A tragédia deixou um saldo de 19 mortos. A destruição ambiental atingiu, além de Bento Rodrigues, as comunidades de Paracatu e Gesteira e uma bacia hidrográfica que chega a 230 municípios de Minas Gerais e Espírito Santo. A destruição causada pela lama resultou, ainda, em centenas de desabrigados. A maioria espera uma solução da Fundação Renova, entidade criada para administrar todas as ações de reparação da tragédia. Seja por reassentamento ou recuperação da propriedade. É o caso do Wilson dos Santos, de 73 anos, que perdeu casa, cabeças de gado e plantações. Como a maioria dos moradores locais. Mais de três anos e oito meses após a tragédia, ele e outros moradores aguardam uma solução. A entrega de 240 casas em Bento Rodrigues, prevista para este ano, vai atrasar. Em Paracatu e Gesteira, as obras ainda nem começaram. A equipe da Agência Brasil visitou a região e mostra como atingidos lutam para recuperar a vida que levavam antes da tragédia.