Governo anuncia a chegada de mais 15 empresas em Pernambuco

Foram anunciadas nesta sexta-feira o nome de novas empresas que irão investir em Pernambuco um total de R$ 875 milhões e gerar 4.861 empregos diretos em nove municípios. Ao todo, 15 companhias estão na lista, sendo que algumas já começam a se instalar no próximo mês e todos entram em ação até 2014. No último mês de julho, o Governo havia anunciado a chegada de outras 15 empresas.

A empresa que representará o maior volume de investimentos, cerca de meia bilhão de reais, é a da fábrica de peças para motores automotivos WHB Fundição S.A., fornecedora da Fiat, GM, Volkswagen, entre outras. Ela será a primeira indústria a se instalar em Glória do Goitá, município da Mata Norte pernambucana que possui 30 mil habitantes e fica a 60 km do Recife. Sozinha, a companhia deve gerar 2.500 vagas

Para o governador Eduardo Campos, as novas plantas vão fortalecer as cadeias produtivas e ajudar na reconstrução da indústria pernambucana.

Além da WHB, a Mata Norte vai receber outras seis plantas, sendo cinco em Goiana, que vai receber R$ 61,8 milhões em investimentos e ganhar 648 oportunidades diretas de trabalho no Polo Farmacoquímico. São elas a Hair Fly e a Imbesa – Rishon, empresas de fabricação de cosméticos para corpo e cabelo, que juntas vão investir R$ 26 milhões e a Ionquímica, que aporta R$ 18 milhões para atuar na área de produtos químicos industriais.

As outras duas plantas de Goiana são a Multisaúde Farmacêutica, com R$ 4,3 milhões para a construção de indústria do xarope Forteviron, e a AC Diagnósticos, que vai destinar R$ 13,5 milhões para a fabricação de kits de imunologia e hemaglutinação. Quem também escolheu a Mata Norte foi a Alka Negócios LTDA, em Timbaúba: R$ 16 milhões para a instalação de uma fábrica de solados e artefatos de borracha, 150 postos de trabalho.

DEMAIS PLANTAS – Em Bonito, no Agreste Meridional, a SAN Indústria de Águas e Bebidas irá investir R$ 25 milhões numa fábrica de refrigerantes e energéticos, com a expectativa de gerar 100 empregos. A empresa Sonobom terá sede em Ribeirão, na Mata Sul, e destinará R$ 23 milhões para a fabricação de colchões e camas box, pretendendo gerar 350 empregos.

O Complexo Industrial Portuário de Suape será contemplado com as empresas de operações logísticas Tegma, Júlio Simões e Shipserv, todas no território do Cabo. Já a ABB – Turbochargers Compressores é a 23ª. empresa atraída pelo Suape Global, projeto de formação de um cluster voltado para os setores naval, de exploração de petróleo, gás e off-shore no porto pernambucano. A ABB é especializada na manutenção de motores para navios e será construída em Ipojuca. Juntas, as quatro novas indústrias vão investir R$ 104,5 milhões e empregar 313 pessoas.

Em Jaboatão, na Região Metropolitana do Recife, a empresa Bettanin pretende investir R$ 80 milhões e gerar 400 empregos na fabricação de utensílios domésticos e produtos para limpeza/higiene como pás, vassouras, esponjas, lava-louças, rodos e outros nove itens. A Dell Anno, produtora de móveis modulados, irá desembolsar R$ 61 milhões e gerar 410 empregos na cidade de Moreno.

Fonte: Folha de Pernambuco Digital

Blog do Deputado Federal GONZAGA PATRIOTA (PSB/PE)

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Secretária de Saúde intensifica reta final de Campanha de Vacinação

Indivíduos que compõem grupos prioritários da Campanha de Vacinação Contra a Influenza podem se vacinar com mais facilidade nos postos volantes até a sexta-feira (24), das 8h às 17h. Esse serviço pode ser encontrado no Supermercado Walmart da Avenida Recife, no bairro de Areias, e no Supermercado Todo Dia, em Afogados – locais onde estão os postos montados pela Secretária de Saúde da Prefeitura do Recife.  Os público-alvo tem até o próximo dia 31, data em que a campanha se encerra, para procurar um dos 170 postos de vacinação.  Além dos postos volantes, algumas unidades adotaram um horário de funcionamento alternativo, que vai das 17h às 21h, após o expediente convencional. A Policlínica Lessa de Andrade, na Madalena, por exemplo, continua disponibilizando vacina contra a gripe de segunda a sexta-feira, até às 21h.  Outra estratégia adotada por algumas unidades, como por exemplo a Policlínica Alberta Sabin, na Tamarineira, é o não fechamento da sala de vacinação no horário do almoço. A Secretaria Estadual de Saúde também tem levado a vacinação contra gripe até pessoas acamadas, creches e escolas das redes municipal e privada, asilos, comandos da Guarda Municipal e da Polícia Militar, igrejas e hospitais. Público AlvoO Ministério da Saúde (MS) definiu que podem receber a dose de vacina contra a gripe as crianças de 6 meses até 6 anos, pessoas idosas, gestantes, puérperas (mulheres que tiveram filho há menos de 45 dias), profissionais de saúde, professores de escolas públicas e privadas do Recife, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade em cumprimento de medidas socioeducativas; detentos e funcionários do sistema prisional; pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, como diabéticos, além de policiais civis e militares, bombeiros e membros ativos das Forças Armadas.  População em situação de ruaAté sexta-feira (24), em conjunto com a Secretaria de Desenvolvimento Social, Juventude, Políticas sobre Drogas e Direitos Humanos do Recife, a Sesau ainda vai vacinar contra a gripe cerca de 300 pessoas que vivem em situação de rua e são cadastradas e acompanhadas pelos serviços do Consultório na Rua, Serviço Especializado de Abordagem Social (Seas) e Centros de Referência Especializados para População em Situação de Rua (Centros POP).

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Aneel reajusta valor das bandeiras tarifárias; maior alta é de 50% na bandeira amarela

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (21) um reajuste nos valores da bandeira tarifária amarela e da bandeira vermelha, nos patamares 1 e 2. O maior reajuste ocorreu na bandeira amarela, que passou de R$ 1 a R$ 1,50 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) – uma alta de 50%. O patamar da bandeira vermelha 1 passou de R$ 3 para R$ 4 a cada 100 kWh, alta de 33,3%, e o patamar 2 da bandeira vermelha passou de R$ 5 para R$ 6 por 100 kWh consumidos, alta de 20%. Novos valores (por 100 kWh): Bandeira amarela: R$ 1,50 Bandeira vermelha 1: R$ 4,00 Bandeira vermelha 2: R$ 6,00 O reajuste servirá para adequar o valor do custo extra a ser cobrado dos consumidores em períodos em que a produção de energia ficar mais cara. O objetivo é que a arrecadação com as bandeiras fique o mais próximo possível do valor extra gasto com a geração de energia. Segundo o diretor-geral da Aneel, André Pepitone, o reajuste evitará que a conta da bandeira tarifária fique deficitária em 2019. Em 2017, a conta da bandeira fechou com um déficit de R$ 4,4 bilhões e em 2018 o déficit foi de cerca de R$ 500 milhões. Esses déficits foram incluídos nos reajustes tarifários. “A revisão é necessária para que não haja um déficit ainda maior em 2019, que terá que ser pago nas tarifas de energia em 2020”, afirmou. Segundo ele, os novos valores são mais adequados ao real custo de geração deste ano. Sistema de bandeiras Em vigor desde 2015, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo da energia gerada, possibilitando aos consumidores reduzir o consumo quando a energia está mais cara. De acordo com o funcionamento das bandeiras tarifárias, as cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração. A bandeira verde significa que o custo está baixo e é coberto pela tarifa regular das distribuidoras, então não há cobrança extra na conta de luz. O acionamento das bandeiras amarela e vermelha representam um aumento do custo de produção de energia e, por isso, há cobrança na conta de luz. O aumento do custo de geração está ligado principalmente ao volume de chuvas e ao nível dos reservatórios. O acionamento da bandeira implica em uma cobrança extra na conta de luz, valor que é usado para pagar pela geração de energia mais cara. Antes do sistema de bandeiras, o custo da geração de energia mais cara já era cobrado do consumidor, mas com um ano de atraso. O sistema permitiu a cobrança mensal do valor e a possibilidade de avisar os consumidores que o custo da energia está mais caro, permitindo que eles reduzam o consumo.