ONU pede permissão à Venezuela para entrar no país e verificar situação

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O alto comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Zeid Ra’ad al Hussein, pediu nesta sexta-feira (9) ao governo da Venezuela que abra suas portas à ONU para verificar no terreno o que está acontecendo no país.  A informação é da Agência EFE.

“Não fomos convidados e não permitiram nossa entrada. Se tudo não é tão ruim como outros dizem, então por que não nos deixam entrar?”, questionou Zeid.

O alto comissário apresentou na última quarta-feira diante do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) o seu relatório anual sobre a situação das liberdades fundamentais no mundo, no qual disse que as liberdades de expressão, opinião, associação e reunião pacífica são “reprimidas e gravemente restringidas” na Venezuela.

Zeid afirmou que “não há condições mínimas para a realização de eleições livres e críveis”, que foram convocadas para 20 de maio pelo governo do presidente Nicolás Maduro.

Os comentários do alto comissário não foram bem recebidos pelo governo venezuelano, e o Ministério das Relações Exteriores os tachou de “infundados e irresponsáveis”.

Nesse sentido, Zeid disse hoje que desde que assumiu o cargo, há quase quatro anos, está pedindo permissão de acesso para sua equipe ao país e um convite para que ele mesmo possa visitá-lo.

“O tema principal é: o que eles estão escondendo? O que é isto que eles não querem que vejamos? E por que não querem que vejamos? São perguntas que eles não respondem e deveriam responder”, concluiu Zeid.

O alto comissário indicou que sua equipe seguirá investigando à distância, como faz com muitos outros países no mundo.

Em agosto do ano passado, o Alto Comissariado publicou um relatório feito por meio de entrevistas telefônicas no qual denunciou violações generalizadas dos direitos humanos na Venezuela.

O relatório ressaltou que as forças de segurança venezuelanas utilizam violência e cometem maus-tratos de forma sistemática e generalizada contra milhares de manifestantes, e detiveram de forma arbitrária pelo menos 5 mil pessoas, muitas das quais sofreram “tortura” durante a detenção ou reclusão.

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