Gonzaga Patriota destaca redução de homicídios em Pernambuco

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A segurança pública de Pernambuco foi abordada no discurso do deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) na tarde desta quarta-feira (17), no plenário da Câmara, em Brasília. O parlamentar destacou a redução do número de homicídios no Estado e relembrou a importância do Programa Pacto Pela Vida.
“Em Pernambuco entre 2007 e 2014 com Eduardo Campos surgiu o Programa Pacto Pela Vida que ajudou na redução dos crimes no Estado durante os oito anos de governo dele e durante o início do governo de Paulo Câmara. Lamentavelmente nos dois últimos anos a violência aumentou e se espalhou pelo Estado, mas o governador Paulo Câmara tomou as providências e essa realidade vem mudando. Pernambuco conseguiu a incrível marca de queda de 19,3%, na redução dos roubos, no primeiro trimestre deste ano. Superando todos os outros estados no índice de violência, que infelizmente é um dos principais problemas enfrentados pelos governos estaduais”, comentou.
De janeiro a março deste ano, ocorreram menos 4.995 crimes violentos contra o patrimônio em comparação com o mesmo período de 2018. A redução, verificada nas diversas modalidades criminosas, ocorreu em todas as regiões do Estado, com destaque para o Agreste. Com isso, março de 2019 completou uma série de 19 meses consecutivos de declínio nos CVPs.
Os três primeiros meses de 2019 terminaram com 4.995 roubos a menos em Pernambuco. Uma queda de 19,3% em relação ao trimestre inicial de 2018, como atestam as estatísticas da Secretaria de Defesa Social do Estado (SDS). Em dados absolutos, significou uma retração de 25.881 ocorrências para 20.886. Março, com recuo de 12,55% na análise com o mesmo mês de 2018 (caiu de 8.747 para 7.649), tornou-se o 19º mês consecutivo de redução de Crimes Violentos contra o Patrimônio (CVPs), na metodologia de confrontação com os meses correlatos do ano anterior. A diminuição foi aferida em todas as regiões do Estado.
Foi no Agreste, onde os roubos caíram de forma mais acentuada entre janeiro e março: -34,02%. Os municípios da região tinham sido o local de 5.320 ocorrências nesse intervalo em 2018, mas em 2019 as queixas baixaram para 3.510. Ou seja, a população agrestina foi poupada de 1.810 investidas criminosas visando a subtração de bens. Com a segunda redução mais expressiva, a Zona da Mata finalizou o trimestre com -23.85% (de 2.503 para 1.906). Um percentual semelhante se constatou no Sertão, que atingiu -23,7% (de 1.536 para 1.172). Os CVPs continuaram em declínio também na Região Metropolitana (exceto a capital), que saiu de 7.717 para 6.617 roubos, ou -14,25%. No Recife, os roubos reduziram-se de 8.805 para 7.681 no período (-12,77%).
Levando em consideração somente março, outra vez se constatou a redução em todas as regiões. No total do Estado, foram registrados 1.098 roubos a menos (passaram de 8.747 para 7.649 casos). O Agreste sobressaiu-se também na confrontação dos marços, com -36,41%. Se em março de 2018 haviam ocorrido 1.854 roubos, o quantitativo caiu para 1.179 no mesmo mês em 2019. Entre as Áreas Integradas de Segurança, ressalta-se a de Garanhuns (AIS 18), que alcançou o menor patamar dos últimos 49 meses, com 118 ocorrências de CVP em março.
Diante de mais um mês de progressiva retração da criminalidade, o secretário de Defesa Social de Pernambuco, Antonio de Pádua, relembra que uma das prioridades para avançar ainda mais é fortalecer políticas integradas de prevenção e repressão. “Já desenvolvemos diversas iniciativas nesse sentido, a exemplo das Forças-Tarefas Bancos, Cargas, Coletivos e o Alerta Celular, que vêm dando resultados significativos. Da mesma maneira, procuramos robustecer a parceria com os municípios, cujo papel é extremamente relevante na promoção da segurança pública. Motivados por isso, demos início, nesta semana, a uma parceria com as secretarias da área de segurança nos municípios da RMR, cobertos pela Diretoria Integrada Metropolitana (DIM). Teremos reuniões trimestrais para traçar e implementar estratégias integradas, com o objetivo de atacar com mais eficácia os pontos quentes de criminalidade e encontrar soluções para desafios como iluminação e limpeza urbana, que têm um impacto nas políticas públicas de segurança e aumentam a tranquilidade e o bem estar da população”, destacou.

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Instagram começa testes para esconder número de curtidas no Brasil

O Instagram começa, nesta quarta-feira (17), um teste que deve colocar em prática uma nova função. A partir de agora, as fotos postadas na plataforma devem aparecer sem o número de curtidas. No entanto, o número de “likes” deve continuar visível para os usuários que postarem as imagens.  Leia também:Instagram libera sticker para chat nos storiesCenp reconhece Google e Facebook como veículos de mídia Segundo a empresa, o novo recurso foi criado para que “os seguidores se concentrem mais nas fotos e vídeos que são compartilhados, do que na quantidade de curtidas que recebem”. Apesar de esconder o número de curtidas, o aplicativo deve continuar utilizando-o como parâmetro para o algoritmo que escolhe o que é mais relevante. A mudança foi anunciada em abril e experiências do tipo foram feitas no Canadá, onde o Instagram avaliou os testes como positivos.

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PIB recua 0,8% no trimestre encerrado em maio, diz FGV

O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, recuou 0,8% no trimestre encerrado em maio deste ano, na comparação com o trimestre encerrado em fevereiro. O dado é do Monitor do PIB, divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Segundo a FGV, no entanto, o PIB brasileiro cresceu 0,5% quando comparado ao trimestre encerrado em maio de 2018. Considerando-se apenas o mês de maio deste ano, houve altas de 0,5% em relação ao mês anterior e de 4,3% na comparação com maio do ano passado. No acumulado de 12 meses, o PIB cresceu 1,2%. Na comparação do trimestre finalizado em fevereiro com o trimestre encerrado em maio, os três grandes setores produtivos tiveram queda: serviços (-0,4%), indústria (-1,4%) e agropecuária (-1,2%). Dentro dos serviços, a maior queda foi observada nos transportes (-2%). Os serviços de informação foram os únicos a apresentar crescimento (0,2%). Já na indústria, houve queda entre todos os subsetores, com destaque para a indústria extrativa mineral (-4,8%). Sob a ótica da demanda, a queda do trimestre findo em maio na comparação com o trimestre encerrado em fevereiro foi puxada pelas exportações, que recuaram 5,2% no período. O consumo de governo também caiu (-0,4%). Já as importações subiram 2,4%. Por outro lado, tanto o consumo das famílias quanto a formação bruta de capital fixo (investimentos) cresceram 0,2%. O cálculo oficial do PIB é feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e divulgado a cada trimestre fechado (janeiro a março, abril a junho, julho a setembro e outubro a dezembro).

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Reportagem da EBC volta a Mariana quase 4 anos após tragédia

A tarde de 5 de novembro de 2015 jamais será esquecida pelos moradores de Bento Rodrigues, subdistrito localizado a 35 km do centro de Mariana (MG). O local foi o mais atingido pelos 39 milhões de metros cúbicos de rejeitos vindos da barragem de Fundão da mineradora Samarco. A tragédia deixou um saldo de 19 mortos. A destruição ambiental atingiu, além de Bento Rodrigues, as comunidades de Paracatu e Gesteira e uma bacia hidrográfica que chega a 230 municípios de Minas Gerais e Espírito Santo. A destruição causada pela lama resultou, ainda, em centenas de desabrigados. A maioria espera uma solução da Fundação Renova, entidade criada para administrar todas as ações de reparação da tragédia. Seja por reassentamento ou recuperação da propriedade. É o caso do Wilson dos Santos, de 73 anos, que perdeu casa, cabeças de gado e plantações. Como a maioria dos moradores locais. Mais de três anos e oito meses após a tragédia, ele e outros moradores aguardam uma solução. A entrega de 240 casas em Bento Rodrigues, prevista para este ano, vai atrasar. Em Paracatu e Gesteira, as obras ainda nem começaram. A equipe da Agência Brasil visitou a região e mostra como atingidos lutam para recuperar a vida que levavam antes da tragédia.