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Inscrições para o Fies do segundo semestre terminam nesta segunda

As inscrições para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) do segundo semestre de 2019 terminam nesta segunda-feira, 1º de julho. Elas podem ser feitas pela internet, no site do programa. Nesta edição, serão ofertadas 46,6 mil vagas a juros zero. O Fies concede financiamento a estudantes em cursos superiores de instituições privadas com avaliação positiva pelo Ministério da Educação. Pode concorrer quem fez uma das edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010, com média igual ou superior a 450 pontos, e obtido nota maior que zero na redação. Modalidades O novo Fies tem modalidades de acordo com a renda familiar. A modalidade com juro zero é para os candidatos com renda mensal familiar per capita de até três salários-mínimos. O aluno começará a pagar as prestações respeitando o seu limite de renda. A modalidade chamada de P-Fies é para candidatos com renda familiar per capita entre 3 e 5 salários-mínimos. Nesse caso, o financiamento é feito por condições definidas pelo agente financeiro operador de crédito que pode ser um banco privado ou Fundos Constitucionais e de Desenvolvimento. O resultado da pré-seleção referente ao processo seletivo do segundo semestre de 2019 para as modalidades Fies e P-Fies será divulgado no dia 9 de julho.

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Furnas desenvolve projeto de torres eólicas mais baixas e duráveis

O Laboratório de Aerodinâmica Aplicada de Furnas, subsidiária da Eletrobras, em Aparecida de Goiânia (GO), está desenvolvendo um projeto pioneiro para a construção de torres eólicas. A tecnologia pode resultar em economia em termos financeiros e em maior eficiência, na questão da durabilidade. A meta, no longo prazo, é instalar torres eólicas de menor altura e com geradores de menor porte para abastecer de energia regiões afastadas do Brasil. Segundo o gerente do Centro Tecnológico de Engenharia Civil de Furnas, Renato Cabral, pela primeira vez no Brasil está sendo usada, para a fundação da torre eólica, a tecnologia conhecida como expander bodies, usada no mundo inteiro em fundações de edificações normais, na estrutura de contenções e na fundação de torres de transmissão. No Brasil, essa tecnologia nova está começando a ser adotada na fundação de torres de transmissão. A tecnologia nova de fundação trabalha com o sistema de tração. “Ou seja, em vez de estar empurrando a torre no solo, há um esforço que puxa ela para cima”, explica Renato Cabral. “Como se estivesse arrancando”, complementa o gerente da Divisão de Tecnologia e Engenharia Civil de Furnas, Alexandre Castro. O sistema expander bodies trabalha melhor com essas ações de arrancamento. Isso porque, nas torres eólicas, o esforço acontece pela ação dos ventos, que têm tendência de “puxar” a torre. Protótipo O protótipo de torre que será montado no campo experimental do laboratório de Furnas terá 40 metros de altura, ao contrário das torres de parques eólicos tradicionais instalados na Região Nordeste, com torres de 120 metros. A torre começará a ser montada em agosto próximo e terá gerador de 30 quilowatts (kw), bem abaixo dos geradores utilizados atualmente em torres eólicas no país de 3 megawatts (MW), cujas pás chegam a até 90 metros de diâmetro. Em setembro, quando a torre estiver montada, serão concluídos os testes de carga, para verificar a eficiência da nova tecnologia usada na fundação do equipamento. Em seguida, ao longo de um ano, está prevista a realização de testes para verificar a ação dos ventos, entre outros fatores. Os testes a serem efetuados em 2020 servirão para comprovar a viabilidade técnica e econômica do sistema, visando à aplicação a partir de 2021. Um primeiro estudo envolverá a prova de carga. Será feita uma fundação similar à do protótipo à qual serão aplicados carregamentos, para verificar qual é o comportamento. “A ideia é comparar com a fundação normal”, disse Cabral. Segundo ele, análises iniciadas pela Universidade de Brasília (UnB) mostraram que essa fundação apresenta o dobro de eficiência em relação às fundações normais. O segundo estudo será referente à torre em si e verificará a atuação dos ventos e de seus reflexos sobre a fundação. Economia e eficiência Renato Cabral estima que a nova tecnologia de fundação pode significar valores até 20% mais baratos do que a tecnologia tradicional na hora da execução, dependendo do terreno onde a torre será erguida. No entanto, o principal fator de preocupação dos técnicos de Furnas diz respeito à durabilidade. “Você …

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Pequenas empresas garantem saldo positivo de empregos, mostra Sebrae

O saldo positivo na geração de empregos em maio só foi possível por causa do desempenho das micro e pequenas empresas. O setor foi responsável, no mês passado, pela criação de 38 mil postos formais de trabalho (com carteira assinada) no país, enquanto as médias e grandes corporações registraram saldo negativo, demitindo 7,2 mil trabalhadores, conforme levantamento do Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae) feito com base nos números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia. No total, levando em conta a diferença entre contratações e desligamentos, o Caged de maio fechou com saldo positivo de 32,1 mil empregos gerados.  “Nas crises, perder gente na micro e pequena empresa é pior do que na média e, sobretudo, na grande empresa. Então, os pequenos negócios têm essa característica, eles contratam quando precisam e praticamente não dispensam. Até porque uma dispensa numa grande empresa é só mais uma, mas numa pequena empresa a demissão gera um desfalque”, afirma Carlos Melles, presidente nacional do Sebrae. Os pequenos negócios do setor agropecuário lideraram a geração de vagas em maio, em função do cultivo de café, principalmente nos estados de Minas Gerais, do Espírito Santo e de São Paulo, e da laranja, também no interior paulista e mineiro. O setor de serviços, que empregou nesse período 16,7 mil pessoas, vem em segundo lugar no ranking de geração de novas vagas. O comércio e a indústria de transformação registraram saldos negativos de 9,4 mil e 3,1 mil empregos, respectivamente. No acumulado dos cinco primeiros meses de 2019, os pequenos negócios responderam pela criação de 326,6 mil novos empregos, 35 vezes mais que os empregos gerados pelas médias e grandes empresas. Porém, esse saldo foi 9,6% inferior ao registrado pelo segmento no mesmo período de 2018. Participação na economia As micro e pequenas empresas representam, no Brasil, 99,1% do total registrado, segundo o Sebrae. São mais de 12 milhões de negócios, dos quais 8,3 milhões são microempreendedores individuais (MEI). Os pequenos negócios também respondem por 52,2% dos empregos gerados pelas empresas no país.  Apesar disso, o segmento ainda tem participação um pouco tímida no Produto Interno Bruno (PIB, a soma de bens e serviços produzidos) do setor empresarial, gerando 25% do total. Em países como o Reino Unido, a Alemanha, Itália e Holanda, essa participação na formação no valor adicionado ao PIB está acima de 50%. Crédito Para Carlos Melles, o desafio para aumentar a rentabilidade e o faturamento das micro e pequenas empresas passa pela ampliação do acesso ao crédito. “Esperamos que a Empresa Simples possa irrigar o setor com recursos, atualmente muito concentrado em poucos bancos”, afirma.  Em abril, entrou em vigor a lei que cria a Empresa Simples de Crédito (ESC), que passou a permitir que qualquer pessoa possa abrir uma empresa e emprestar recursos no mercado local para pequenos negócios. O governo estima que a criação da ESC pode injetar R$ 20 bilhões por ano em novos recursos para as micro e pequenas empresas no Brasil. Isso representa crescimento de 10% no mercado de concessão de crédito para …

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Equipe do Pronto Socorro São Francisco presta atendimentos gratuitos ao Lar São Vicente

O Pronto Socorro São Francisco, hospital privado localizado em Salgueiro, tem prestado relevantes serviços ao Lar São Vicente, que acolhe idosos em situação vulnerável em toda a região. Hóspedes da instituição filantrópica são atendidos gratuitamente por toda a equipe do Pronto Socorro. Médicos renomados, como Luiz Henrique, Pierre de Carvalho e Patrícia Belfort, oferecem exames laboratoriais e até cirurgias de próstata, que geralmente não fazem pelo SUS.

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Gonzaga Patriota participa de Encontro Nacional de Legislativos Municipais e Fórum da Mulher Vereadora em Caruaru

Na manhã desta sexta-feira (28), o deputado federal Gonzaga Patriota participou do Encontro Nacional de Legislativos Municipais e Fórum da Mulher Vereadora em Caruaru. O evento é realizado pela União de Vereadores do Brasil (UVB) em parceria com a União de vereadores do Brasil seccional Pernambuco (UVP/PE) e a Câmara de Vereadores de Caruaru. Patriota aproveitou a ocasião para lançar seu livro “Reforma da Previdência Social Não”. O Encontro teve o objetivo de debater com vereadores (as), prefeitos (as), administradores, assessores, contadores, diretores, procuradores, técnicos e servidores de câmaras e prefeituras, temas que possam fortalecer e capacitar a  atuação do legislativo municipal. Entre os palestrantes estavan Cristiano Pimentel, do Ministério Público de Contas, que falou sobre O papel dos vereadores (as) na fiscalização do poder executivo: os novos instrumentos de atuação do parlamentar municipal. O Deputado Federal Valtenir Pereira do Mato Grosso, relator da PEC 56 com o tema Unificação das eleições no Brasil. A Reforma tributária e o novo pacto federativo foi o assunto do Deputado Federal Sílvio Costa Filho e ainda o vereador de Caruaru Daniel Finizola falou sobre as Campanhas Políticas na Atualidade: Redes Sociais – Quais os limites.

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Acordo entre UE e Mercosul formará maior área de livre-comércio do mundo

Depois de duas décadas de negociação, foi assinado, ontem, o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia (UE). A depender do sucesso da medida, o acesso preferencial ao mercado europeu pode aumentar as exportações brasileiras em US$ 100 bilhões num período de 15 anos, segundo estimativas do Ministério da Economia, ou em até R$ 500 bilhões, de acordo com projeções da BMJ Consultores Associados. O aumento de investimentos no país, no mesmo período, será da ordem de US$ 113 bilhões. A estimativa, conforme o governo federal, é de que o PIB nacional tenha um incremento de US$ 125 bilhões até 2035. O acordo constituirá a maior área de livre-comércio do mundo — formada por 28 países europeus e os quatro do Mercosul, que reúne Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai — e aborda temas tarifários e regulatórios (veja quadro). Juntos, os sul-americanos e a União Europeia representam um PIB de cerca de US$ 20 trilhões, aproximadamente 25% da economia mundial, e um mercado de 780 milhões de pessoas. A corrente de comércio birregional foi de quase US$ 100 bilhões em 2018. Além disso, o Brasil é o maior destino do Investimento Estrangeiro Direto (IED) dos países da União Europeia na América Latina. No ano passado, o país registrou comércio de US$ 76 bilhões com o bloco econômico e político europeu e superavit de US$ 7 bilhões. O Brasil ainda exportou mais de US$ 42 bilhões para a União Europeia — aproximadamente 18% do total exportado pela nação no último ano. De janeiro a maio de 2019, a corrente bilateral alcançou US$ 28 bilhões, com superavit de US$ 1,8 bilhão para o Brasil.“O acordo contribuirá para o aprofundamento da confiança mútua em bases democráticas e para a garantia da estabilidade das relações entre os dois blocos, permitindo a superação de desafios e o melhor aproveitamento de oportunidades”, frisou o Itamaraty, em nota. O texto final do acordo será divulgado nos próximos dias.Em Bruxelas, onde o documento foi assinado, o chanceler Ernesto Araújo afirmou que a disposição da UE de fazer concessões foi fundamental para permitir a conclusão do acordo. “Isso reflete que o Mercosul não é um parceiro qualquer, talvez seja o maior acordo que eles já concluíram”, destacou. A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, também comemorou a assinatura. “Espero que ele (acordo) seja benéfico para o nosso país e, principalmente, para nossa agricultura”, afirmou.ImpactosPara entrar em vigor provisoriamente, o texto precisa ser aprovado na Câmara dos Deputados e no Senado. Fora do Brasil, tem de receber o aval do Parlamento Europeu e a ratificação dos demais países do Mercosul. Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o acordo é o mais importante que o Brasil já firmou. Segundo a entidade, vai reduzir de 17% para zero as tarifas de importação de produtos brasileiros, como calçados, e aumentará a competitividade de bens industriais em setores como têxtil, químicos, autopeças, madeireiro e aeronáutico. “Esse acordo pode representar o passaporte para o Brasil entrar na liga das grandes economias do comércio internacional”, …

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Com custo de vida baixo, Braga atraiu 10 mil brasileiros nos últimos três anos

Vizinha do Porto, no Norte de Portugal, a histórica Braga desponta como um dos destinos favoritos dos novos imigrantes brasileiros. Estimativas da Câmara Municipal indicam a chegada pelo menos 10 mil nos últimos três anos.  O custo de vida mais baixo do que os centros urbanos e a boa oferta de transporte e saúde acabam sendo o principal atrativo da cidade, que abriga ainda a Universidade do Minho.Braga virou também uma espécie de sensação nas redes sociais. Há vários sites e canais do YouTube feitos por brasileiros que se dedicam a falar da vida na cidade. Tanta propaganda do município surpreendeu até o presidente da Câmara (equivalente ao prefeito), Ricardo Rio, que viu um dos vídeos de sua campanha – que enumerava os atributos da cidade de cerca de 136 mil habitantes – ter mais de 2 milhões de visualizações no Brasil. Segundo Rio, a chegada dos brasileiros ajudou a dinamizar a economia e tem agregado de maneira positiva à cidade. “Esta onda de imigração é de pessoas com muitas qualificações e com muito poder de compra e capacidade de investimento. A cidade tem ganhado com isso. Tem-se vindo a desenvolver projetos em várias áreas”, diz o “prefeito”, que destaca que os brasileiros investem em setores tão variados quando alimentação e biotecnologia.“Mesmo a mão de obra menos qualificada tem dado resposta a uma necessidade. É o caso da restauração e do comércio, até do turismo, que eram setores que tinham muita falta de trabalhadores”, completa. Embora bem inseridos na comunidade, os brasileiros acabaram mexendo com o mercado imobiliário local, que enfrenta uma alta generalizada de preços.

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Quebrado sigilo de mais 8 do caso Flávio Bolsonaro

O juiz da 27ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, Flávio Itabaiana, determinou a quebra dos sigilos fiscal e bancário de outras oito pessoas vinculadas ao antigo gabinete do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Dois meses atrás ele já havia levantado os sigilos de 86 pessoas e nove empresas. Além disso, o juiz reforçou a fundamentação para a quebra dos sigilos. A falta de fundamentos – inicialmente resumidos em apenas uma linha de texto – é objeto de um habeas corpus impetrado pela defesa do senador. “Fica muito claro que eles tentam sanar os vícios da primeira decisão que não tinha a fundamentação necessária para justificar uma medida dessa dimensão”, disse o advogado de Flávio, Frederick Wassef. A 27a Vara Criminal e o Ministério Público do Rio (MP-RJ), autor do pedido, não quiseram se manifestar. O processo corre em segredo de Justiça. O senador, filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro, é alvo de um procedimento de investigação criminal (PIC) aberto pelo MP-RJ no ano passado com base em relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) que apontam movimentações atípicas do ex-assessor parlamentar Fabrício Queiroz. O caso foi revelado pelo Estado em dezembro do ano passado. O senador é investigado por suspeita de lavagem de dinheiro, peculato e organização criminosa. Ele nega

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G20 termina com apoio dos países aos fundamentos do livre-comércio

Os países do G20 concluíram neste sábado (29) sua cúpula com um pronunciamento “em favor dos fundamentos do livre-comércio” e do “crescimento econômico” em meio às tensões globais, de acordo com o Japão, o país anfitrião da reunião. Os líderes do G20 “estiveram de acordo na sua determinação em favorecer o crescimento econômico” e mostraram sua “ansiedade e descontentamento no contexto da globalização” e pelo “sistema comercial global”, disse o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, ao final da cúpula que durou dois dias na cidade de Osaka. O Grupo dos Vinte “foi capaz de reafirmar os fundamentos do livre-comércio”, segundo Abe, que destacou, em particular, o apoio do G20 para “conseguir mercados abertos, livres e não discriminatórios” e “um campo justo”. “É difícil encontrar uma solução para tantos desafios globais de uma só vez, mas conseguimos mostrar uma vontade comum em muitas áreas”, afirmou o premier japonês. Os líderes também reconheceram os “claros riscos negativos na economia global”, segundo Abe, acrescentando que os países do G20 “concordaram em sua determinação em favorecer o crescimento econômico” e de “reformar a Organização Mundial do Comércio”. A declaração final acordada pelos líderes aponta “a intensificação das tensões geopolíticas e comerciais”, mas o texto não inclui qualquer menção ao aumento do protecionismo, no atual contexto de conflitos comerciais entre os Estados Unidos e China e outros países. “O crescimento global parece estar se estabilizando e, em geral, espera-se uma recuperação moderada ainda este ano e em 2020”, afirma a declaração conjunta do G20, que também se compromete a “enfrentar os riscos” decorrentes das tensões mencionadas acima e “empreender mais ações” se necessário.

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Contas de luz voltam a ter taxa extra das bandeiras tarifárias em julho

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira (28) que a bandeira tarifária de julho será amarela, o que significa uma cobrança extra de R$ 1,50 a cada 100 quilowatts-hora consumidos. Ao longo do mês de junho, vigorou a bandeira verde. Nesta cor, não há cobrança extra nas contas de luz. O sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo de geração de energia. O objetivo é informar aos consumidores quando esse custo aumenta e permitir que eles reduzam o uso para evitar pagar uma conta de luz mais cara. A justificativa da Aneel para a mudança na cor da bandeira, e retomada da cobrança da taxa extra, é que as previsões são de chuvas abaixo da média na região onde estão as principais hidrelétricas do país, em julho, mês que já é tipicamente mais seco. Reajuste Os valores das taxas das bandeiras tarifárias foram reajustados no dia 1º de junho. Amarela: passou de R$ 1,00 para R$ 1,50 a cada 100 kWh consumidos; Vermelha patamar 1: passou de R$ 3,00 para R$ 4,00 a cada 100 kWh consumidos; Vermelha patamar 2: passou de R$ 5,00 para R$ 6,00 a cada 100 kWh consumidos.

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Moro recebe honraria de Doria e agradece apoio

O Ministro de Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, recebeu hoje (28), a honraria máxima do estado de São Paulo, a Medalha da Ordem do Ipiranga, no grau Grã-Cruz. Durante a cerimônia, o governador João Doria destacou a cooperação do ministro na transferência de lideranças da facção criminosaPrimeiro Comando da Capital (PCC) para presídios federais, ocorrida em fevereiro, e o trabalho de Moro como juiz da Operação Lava Jato. “Essa parceria permitiu que ao 34º dia de sua função como ministro e eu como governador de São Paulo que colocássemos 22 chefes do PCC em presídios federais. Nenhuma notícia vazou, nenhuma informação foi compartilhada em sites”, lembrou Doria. O governador acrescentou que a homenagem é também um reconhecimento aos serviços prestados por Moro como juiz da Lava Jato. “Se não fosse este homem, liderando um grupo de patriotas, como juízes, desembargadores e promotores, não teríamos a Lava Jato”, afirmou. A homenagem ocorre em meio aos vazamentos de conversas entre o então magistrado e o procurador Deltan Dallagnol, que coordena a força-tarefa, feitas pelo site de notícias The Intercept Brasil. Desde a publicação das supostas mensagens, o ministro Sergio Moro afirma que não reconhece a autenticidade dos diálogos e diz que as conversas podem ter sido “editadas e manipuladas” por meio de ataques de hackers. Para a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, as mensagens são indícios de suspeição do ex-magistrado. O ministro Sergio Moro agradeceu a honraria e referiu-se à cerimônia como uma manifestação de apoio. Ele disse que desde o início da Lava Jato enfrenta ataques. “Mais recentemente, ataques recorrentes de invasões criminosas, que estão sendo investigadas. A Polícia Federal deve chegar aos responsáveis, disse. Moro disse que, apesar dos ataques, tem recebido muitas manifestações de apoio. “Hoje, inclusive, é uma delas, embora tenha também outro objeto”.

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Terminam hoje inscrições para o Prêmio Brasil Mais Inclusão 2019

As inscrições para o Prêmio Brasil Mais Inclusão 2019 terminam hoje (28) e podem ser feitas até o final do dia no site da Câmara dos Deputados. O projeto é destinado a entidades que tenham realizado ações para a inclusão de pessoas com deficiência ou que tenham elas próprias exemplos de vida e superação. As indicações podem ser feitas por deputados e senadores e pela sociedade civil. Empresas, ONGs e Oscips concorrem na categoria Mérito João Ribas. Já os indicados por parlamentares concorrem também na categoria Mérito Darci Barbosa. Segundo os organizadores, os 10 vencedores serão contemplados com diplomas de menção honrosa. A escolha vai ocorrer no dia 7 de agosto e a solenidade de entrega dos prêmios está marcada para 18 de setembro. Inclusão Em 2014, o Plenário da Câmara dos Deputados foi adaptado para receber pessoas com dificuldades de locomoção e neste ano a Casa adaptou sua estrutura para atender às necessidades de acessibilidade do primeiro deputado cego, Felipe Rigoni (PSB-ES). Em 2015, foi aprovado o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/15). Também foram criadas a Comissão Permanente sobre Direitos da Pessoas com Deficiência e a Coordenação de Acessibilidade, esta última com o objetivo de estimular a acessibilidade no país. O Prêmio Brasil mais Inclusão é uma homenagem ao Dia Nacional da Luta de pessoas com deficiência, comemorado no dia 21 de setembro.

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Moro confirma participação em audiência na Câmara dos Deputados para falar sobre conversas publicadas por site

O Ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, confirmou a participação em audiência pública, na Comissão de Constituição, Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados, na próxima terça-feira (2), para dar explicações sobre o material publicado pelo portal The Intercept Brasil. A ida de Moro à Câmara foi anunciada pelo presidente da comissão, deputado Felipe Francischini (PSL-PR). A audiência está marcada para as duas horas da tarde e será em conjunto com as comissões de Trabalho; de Direitos Humanos; e de Fiscalização Financeira. O motivo do ministro ir à Câmara dos Deputados para dar explicações deve-se ao fato de o portal The Intercept Brasil ter publicado, desde o início do mês, trechos de supostas conversas que Moro teria mantido com integrantes da força-tarefa da Lava Jato quando ainda era juiz da 13ª Vara da Justiça Federal, em Curitiba. Moro e os procuradores negam qualquer irregularidade nas conversas. No dia 19 de junho, o ministro prestou esclarecimentos no Senado Federal por oito horas e meia. Ele disse não ter cometido desvios, contestou a autenticidade das mensagens e afirmou que há um grupo criminoso interessado em invalidar a Lava Jato. “Tem por objetivo ou invalidar condenações por corrupção e lavagem de dinheiro ou obstaculizar investigações que ainda estão em andamento. A tradição jurídica brasileira não é incomum que juiz converse com advogado, que juiz converse com promotor”, disse. Mesmo alegando que as mensagens divulgadas pelo site The Intercept Brasil podem ter sido alteradas, o ministro Sergio Moro defende sua atuação como juiz e afirma que não há infrações ou desvios de conduta nas conversas com procuradores da Lava Jato reveladas. Ele afirma ainda que foi alvo de um ataque hacker e que o conteúdo explorado pelo portal tem origem ilícita.

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Contran aperfeiçoa normas para reduzir custo do emplacamento veicular

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) editou nova resolução, número 780, de 26 de junho deste ano, publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (28), que barateia os custos com emplacamento dos veículos e aumenta a segurança das placas, dificultando a clonagem e falsificação. De acordo o documento, o novo modelo de Placas de Identificação Veicular (PIV) é exigido para veículos novos ou, no caso dos veículos em circulação, quando houver mudança de município, ou ainda se a placa for furtada ou danificada. Na última quarta-feira (26), o Contran revogou a resolução, a 729/2018, que havia estabelecida a implantação de placas no padrão Mercosul em todo o território nacional até o dia 30 deste mês. Placa Mercosul – Divulgação/Mercosul “Nenhum cidadão que tem um veículo com a placa cinza terá a obrigação de trocar para a nova placa. Isso trará menos transtornos para a sociedade, que não vai precisar arcar com novas despesas, a não ser em casos específicos, conforme decidido pelo Contran”, disse o ministro substituto da Infraestrutura, Marcelo Sampaio, que presidiu a reunião do conselho. Pela resolução publicada hoje, a produção da nova placa passa a ser controlada por um sistema informatizado nacional, criado pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), em parceria com o Serpro, e terá um QR Code, que possibilitará a sua rastreabilidade. “ “É uma placa inteligente, que permite que os agentes de trânsito, por meio de aplicativo de fiscalização do Denatran, verifiquem a regularidade da placa e identifiquem outras importantes informações do veículo”, informou Sampaio. Segundo ele, o QR Code vai, inclusive, dificultar a clonagem e falsificação das placas. O diretor do Departamento Nacional de Trânsito, Jerry Dias, explicou que a retirada da exigência de implantação da nova placa implica em economia para quem já utiliza a placa atual. “Hoje, são realizadas cerca de 17 milhões de transferências de propriedade por ano sem mudança de município, que a regra anterior exigia que o cidadão obrigatoriamente substituísse as placas. Com a alteração aprovada pelo Contran, estima-se uma economia de aproximadamente R$ 3,4 bilhões ao consumidor final”. De acordo Dias, o novo modelo da placa resolve, gradualmente, o problema da falta de combinação de caracteres para as placas do país, que está no seu limite. Ele permitirá mais de 450 milhões de combinações. Segundo o ministério, hoje, a nova placa está presente em sete estados brasileiros: Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul. São mais de 2 milhões de veículos circulando com o novo modelo das placas veiculares. Os demais estados estavam aguardando as definições do Contran para iniciar a implantação. Agora, eles terão até o dia 31 de janeiro de 2020 para se adaptarem ao novo padrão.

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CNI brasileiro está menos confiante quanto a emprego e endividamento

O brasileiro está menos confiante em relação à expectativa de emprego e endividamento, revela o Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (Inec), divulgado hoje (28) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O levantamento, que é trimestral, mostra que o índice recuou para 47 pontos em junho, número 1,4 ponto abaixo do registrado em abril. De acordo com a CNI, é a segunda queda consecutiva do indicador que, no entanto, continua acima da média histórica (46,1 pontos). Variando de 0 a 100 pontos, o Inec, quando abaixo de 50 pontos, mostra que consumidores estão sem confiança. “A queda da confiança em junho é resultado, especialmente, da piora da percepção dos brasileiros sobre o emprego e o aumento do endividamento das famílias”, informou, por meio de nota a CNI. Segundo o levantamento, o índice de expectativas em relação ao desemprego registrou variação de 54,7 pontos para 56,4 pontos; e o índice de endividamento passou de 49 para 51 pontos. Nesses casos, valores acima de 50 pontos indicam que maior é a expectativa de aumento do desemprego nos próximos seis meses e maior o nível de endividamento das famílias. A Região Nordeste foi a que apresentou o mais baixo índice: 45,3 pontos. No Norte/Centro-Oeste, o índice ficou em 47,7 pontos; no Sudeste, em 47; e no Sul, em 49,3. Na faixa de população com idade entre 35 e 44 anos, o Inec caiu 2,7 pontos entre abril e junho, ficando em 45,9 pontos. O índice também recuou em todos os graus de instrução, principalmente entre as pessoas com ensino médio e superior. Se o recorte focar nos que têm ensino superior, o Inec caiu 2,1 pontos, baixando para 47,5 pontos. Entre as pessoas com ensino médio, houve retração de 1,9 pontos, ficando em 47 pontos. Feita em parceria com o Ibope, esta edição do Inec ouviu, entre os dias 20 e 23 de junho, cerca de 2 mil pessoas em todo o país.

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Com expectativa de safra recorde, governo de MS diminui paridade para vendas internas de milho visando estimular exportações

Com a expectativa de produzir a maior safrinha de milho de sua história, 10,1 milhões de toneladas, segundo as previsões mais recentes da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e da Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja/MS), o governo de Mato Grosso do Sul implementou uma medida para estimular a comercialização do produto, modificando a paridade entre vendas internas e externas do cereal. O antes, a legislação que instituiu o regime especial de controle e fiscalização das exportações de Mato Grosso do Sul estabelecia uma equivalência entre o volume de milho exportado pelo estado e as vendas internas, determinado que para cada tonelada do cereal embarcada para o exterior, o exportador deveria comercializar a mesma quantidade no mercado local. Com a mudança determinada por decreto publicado nesta sexta-feira (28) no Diário Oficial do Estado, essa paridade cai para 80%, ou seja, para cada tonelada exportada, 800 quilos devem ser vendidos em âmbito interno. O decreto também fixou um limite total para as exportações do cereal do estado, 4,9 milhões de toneladas, tetos globais para quatro grupos da cadeia da atividade: produtores, cooperativas, estabelecimentos comerciais e industriais e ainda limites individuais para a comercialização no mercado internacional. Os tetos dos grupos foram definidos conforme o percentual da média das exportações dos últimos dois anos. Já os limites individuais foram estipulados de duas formas. Para quem exportou até 10 mil toneladas no último biênio fixou a cota em 10 mil toneladas para produtores e cooperativas e 5 mil para estabelecimentos comerciais e industriais. Para quem vendeu para o mercado internacional nos últimos dois anos um volume acima de 10 mil toneladas de milho, a cota foi definida com base da divisão do teto global do grupo a qual pertence, pelo número de integrantes desse grupo. O presidente do Sistema Famasul, Mauricio Saito, destacou que a mudança no critério de paridade para o milho ocorre como um resultado de uma demanda apresentada pela entidade e a Aprosoja/MS em maio deste ano, quando os primeiros levantamentos de campo já indicavam a possibilidade de uma safra recorde. Ele aponta que a iniciativa deve proporcionar aos produtores uma possibilidade de incremento na comercialização.“Com 39% da safra negociada, a medida do Governo permite que o mercado possa ajustar os estoques e remanejar a produção tanto para o mercado interno quanto externo, garantindo melhores preços e maior rentabilidade ao produtor. É uma conquista para o setor que, consequentemente, irá alavancar a economia estadual”. Para o presidente da Aprosoja/MS, Juliano Schmaedecke, a medida anunciada hoje atende os anseios dos agricultores sul-mato-grossenses, especialmente, diante da supersafra brasileira de milho. “Os principais produtores brasileiros deste cereal terão volumes de produção excedentes e o anúncio do governo aumenta o poder de decisão do agricultor em relação ao que é mais interessante no momento da negociação do seu produto. Essa flexibilização permite maior comercialização internacional, em um momento no qual os preços estão atrativos”. Nos primeiros cinco meses de 2019, Mato Grosso do Sul exportou 341,728 mil toneladas de milho, com uma receita de …

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Trabalhadores autônomos somam 24 milhões no país, diz IBGE

Os trabalhadores por conta própria no país chegaram a 24 milhões de pessoas no trimestre encerrado em maio deste ano. O número é 1,4% superior ao registrado no trimestre encerrado em fevereiro deste ano (mais 322 mil pessoas) e 5,1% maior do que o observado no trimestre finalizado em maio de 2018 (mais 1,17 milhão de pessoas). O contingente de trabalhadores autônomos no Brasil é recorde da série histórica, iniciada em 2012. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada hoje (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O crescimento desses trabalhadores contribuiu para o aumento da população ocupada como um todo, que ficou em 92,9 milhões de pessoas, 1,2% superior (mais 1,07 milhões de pessoas) ao trimestre anterior e 2,6% a mais (2,36 milhões de pessoas a mais) do que no trimestre encerrado em maio do ano passado. A taxa de desemprego ficou em 12,3%, abaixo dos 12,4% de fevereiro e dos 12,7% de maio de 2018. Outro segmento que puxou o crescimento da população ocupada foi o de empregados sem carteira assinada. No trimestre encerrado em maio deste ano, eles somaram 11,4 milhões de pessoas, crescendo em ambas comparações temporais: 2,8% (mais 309 mil pessoas) frente ao trimestre anterior e 3,4% (mais 372 mil pessoas) em relação ao mesmo trimestre de 2018. O número de empregados no setor privado com carteira assinada (exclusive trabalhadores domésticos) foi 33,2 milhões de pessoas, ficando estável frente ao trimestre anterior e subindo 1,6% (mais 521 mil pessoas) frente a maio de 2018. O rendimento médio real habitual do trabalhador ficou em R$ 2.289, uma queda de 1,5% em relação ao trimestre encerrado em fevereiro deste ano, mas estável na comparação com maio de 2018. A massa de rendimento real habitual chegou a R$ 207,5 bilhões, estável em relação a fevereiro, mas 2,4% superior a maio do ano passado. Subutilização A população fora da força de trabalho (64,7 milhões de pessoas) caiu 1,2% em relação a fevereiro, mas permaneceu estável em relação a maio de 2018. A população subutilizada, isto é, aquelas pessoas que estão desempregados, que trabalham menos do que poderiam, que não procuraram emprego mas estavam disponíveis para trabalhar ou que procuraram emprego mas não estavam disponíveis para a vaga, mais uma vez é recorde para a série histórica. O contingente dessa população chegou a 28,5 milhões de pessoas no trimestre encerrado em maio deste ano, 2,7% a mais do que em fevereiro deste ano e 3,9% a mais do que em maio do ano passado. “As pessoas estão trabalhando, mas mais de 60% manifestam uma vontade de trabalhar mais e essa vontade não está sendo atendida. O mercado não absorve essa pressão”, disse a pesquisadora do IBGE Adriana Beringuy. A taxa de subutilização ficou em 25%, superior aos 24,6% de fevereiro e de maio do ano passado. O número de pessoas desalentadas, isto é, aquelas que que desistiram de procurar emprego, ficou estável (em ambas comparações temporais) em 4,9 milhões, também um patamar recorde …

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Bolsonaro diz que se empenhará por maior cooperação entre o Brics

O presidente da República, Jair Bolsonaro, disse nesta sexta-feira (28), ao abrir a reunião informal do Brics, grupo de países que reúne Brasil, Índia, China, Rússia e África do Sul, no Centro de Convenções Intex, em Osaka, no Japão, que o seu governo trabalhará ativamente para o fortalecimento do Brics. “Contem com o empenho de nosso governo para que a cooperação entre nós se fortaleça sempre mais”. Bolsonaro destacou, como exemplo desse cooperação, a criação do Novo Banco de Desenvolvimento. “Menciono, como exemplo bem-sucedido da cooperação no Brics, o Novo Banco de Desenvolvimento. Aproximá-lo do setor privado e garantir que atenda às necessidades de financiamento em infraestrutura é prioridade para nosso governo”. Presidentes da China, Xi Jinping; da Rússia, Vladimir Putin,; do Brasil, Jair Bolsonaro; primeiro-Ministro da Índia, Narendra Modi; e o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa – Alan Santos – Presidência da República O presidente brasileiro disse ainda que a união dos líderes do grupo é importante para colaborar na busca de soluções de conflitos internacionais. Segundo ele, desde a crise financeira de 2008, o Brics tem apontado o papel relevante das grandes potências emergentes para a estabilidade e a prosperidade da economia mundial. Bolsonaro ressaltou que, no seu governo, o Brasil reafirmou o apoio ao sistema multilateral de comércio por entender que ele é importante para o desenvolvimento da economia mundial. “A persistência de correntes protecionistas e de práticas econômicas desleais é fonte de tensões comerciais e põe em risco a estabilidade das regras internacionais de comércio. Em meu governo, o Brasil reafirmou seu apoio ao sistema multilateral de comércio, por ter certeza de que o dinamismo da economia mundial depende dele”. Em seu discurso, o presidente brasileiro destacou o posicionamento do Brasil de continuar colaborando para a reforma da Organização Mundial do Comércio (OMC). “Estamos plenamente dispostos a seguir colaborando para a reforma da Organização Mundial do Comércio e para a construção de uma agenda negociadora equilibrada. A redução das medidas distorcivas do comércio agrícola segue sendo uma prioridade e uma tarefa de grande urgência para os países em desenvolvimento”. Declaração conjunta Após a reunião, os líderes do Brics divulgaram uma declaração conjunta, na qual manifestaram o posicionamento do grupo em que reconhece, entre outros temas, que a inovação é uma força motriz essencial do desenvolvimento e reafirmaram comprometimento em maximizar os benefícios da digitalização e das tecnologias emergentes, inclusive para as populações de áreas rurais e remotas. “Encorajamos esforços conjuntos para compartilhar boas práticas de redução da pobreza por meio da internet, bem como de transformação digital do setor industrial”, diz o comunicado.  O Brics ressalta também a importância de uma reforma da OMC para enfrentar os desafios que a entidade terá pela frente. “Trabalharemos de forma construtiva com todos os membros da OMC sobre a necessária reforma da organização, com vistas a melhor enfrentar os desafios atuais e futuros no comércio internacional, aumentando assim sua relevância e eficácia. A reforma deve, inter alia, preservar a centralidade, os valores centrais e os princípios fundamentais …

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Desinformação sobre execução de penas é inaceitável, diz Toffoli

O presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Dias Toffoli, considerou hoje (28) “inaceitável” a falta de informações que deem conta do andamento de processos que acompanham a execução de pena por pessoas condenadas na Justiça. O presidente do Conselho Nacional de Justiça, ministro Dias Toffoli – Antonio Cruz/ Arquivo/Agência Brasil “É inaceitável que, em 2019, não exista ainda um conhecimento nacional de quantos processos de execução penal estão tramitando no Brasil, ou em que fase se encontram”, afirmou Toffoli. O ministro, também presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), classificou ainda de inaceitável a inexistência de informações em tempo real sobre o perfil da população carcerária, hoje de 797 mil pessoas, de acordo com dados do CNJ. Ontem (27), o CNJ assinou cooperação com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que tem expertise no assunto, uma parceria para colher dados biométricos – como a impressão digital – de toda a população carcerária. O objetivo é “[ter] informações seguras e confiáveis, de natureza quantitativa e qualitativa, sobre quem estamos privando de liberdade”, disse Toffoli na ocasião. Sistema eletrônico Nesta sexta-feira (28), Toffoli discursou em um encontro que reúne, em Brasília, magistrados para debater o alcance do Sistema Eletrônico de Execução Unificado (Seeu), que encontra-se em fase de implantação e deve congregar em uma única plataforma todos os processos de todas as varas de execução penal do país. O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) são parceiros na iniciativa. Até o momento, foram cadastrados no sistema cerca de 900 mil processos, mas estima-se que haja no país mais 1,6 milhões. Isso porque uma pessoa pode ser alvo de mais de um processo de execução penal, correspondente a mais de uma condenação. Com o Seeu, o CNJ visa a evitar, por exemplo, que pessoas fiquem presas além do tempo a que foram condenadas, situação ainda recorrente no sistema carcerário. “Na verdade, quando implementado, será um verdadeiro mutirão carcerário online a todo tempo”, disse Toffoli.

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Médicos têm até hoje para se apresentar nos muncípios

Encerra hoje (28) o prazo para que os profissionais do Programa Mais Médicos se apresentem nos municípios para os quais foram selecionados, dando início às atividades nas unidades de saúde de mais de mil locais brasileiros e em dez Distritos Sanitários Especiais Indígenas. Ao todo serão 1.975 profissionais selecionados durante o 18º ciclo do programa. Segundo o Ministério da Saúde, o reforço beneficiará mais de 6 milhões de pessoas que vivem nas áreas mais vulneráveis do Brasil. Algumas delas com histórica dificuldade de acesso, caso de localidades ribeirinhas, fluviais, quilombolas e indígenas. Nesta primeira fase do 18º ciclo do programa, a seleção priorizou a participação de profissionais “formados e habilitados com registro do Conselho Regional de Medicina (CRM)”, preferencialmente “com perfil de atendimento para a Atenção Primária”. Para tanto, o Ministério da Saúde estabeleceu “critérios de classificação, como títulos de Especialista e/ou Residência Médica em Medicina da Família e Comunidade”. Para acessar a lista dos municípios contemplados pelo programa Mais Médicos, clique aqui.

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Vírus que ‘destrói’ dispositivos da ‘internet das coisas’ é desativado por seu criador

Uma praga digital capaz de destruir dispositivos da chamada “Internet das Coisas” foi desativada por seu criador, que utilizava o apelido “Light” na internet. Chamado de Silex, o vírus realizava ataques invadindo aparelhos que não tiveram a senha de acesso configurada corretamente. Após entrar em um equipamento, o código executava uma série de rotinas que destruíam o sistema operacional, deixando o dispositivo inoperante. Dispositivos da “internet das coisas” incluem câmeras de segurança, aparelhos de gravação de imagens (DVR), televisores, geladeiras e outros aparelhos que tradicionalmente não possuem conexão com a rede. Apesar dos produtos serem variados, eles tendem a funcionar de maneira semelhante, tendo processadores baseados em ARM (o mesmo tipo que é usado em celulares) e uma versão compacta do sistema operacional Linux. Essa semelhança acaba facilitando a criação de uma praga digital capaz de funcionar em grande parte desses eletrônicos “inteligentes”. Em especial, muitos deles possuem um canal para receber comandos chamado de “telnet”. Essa era a porta de entrada para o Silex. A praga foi estudada por dois pesquisadores de segurança, Larry Cashdollar, da Akamai, e Ankit Anubhav, da NewSky. Anubhav afirmou que o código foi criado por um trio, sendo o principal programador um adolescente, o “Light The Leafon”, com quem ele conseguiu se comunicar. A Akamai, por sua vez, publicou um alerta escrito por Cashdollar. O criador do vírus explicou que o objetivo era eliminar sistemas cujos donos negligenciaram as devidas proteções de segurança. Isso seria feito para que hackers, especialmente os “script kiddies” ou “skids” (termo pejorativo criminosos digitais com baixo conhecimento técnico), não pudessem se aproveitar desses sistemas para lançar ataques cibernéticos. Dispositivos da internet das coisas têm participado involuntariamente de ataques após serem contaminados com vírus. Eles foram utilizados pelo vírus Mirai em 2016 para derrubar vários serviços e sites na web, por exemplo. O Mirai se aproveitava de erros de configuração em senhas para entrar nos dispositivos. Um hacker criou em 2017 um vírus chamado BrickBot para destruir esses sistemas usando as mesmas brechas que o Mirai e suas variações usavam para contaminá-los. Remover esses equipamentos da rede acabava reduzindo a eficácia de outras pragas, que não encontravam mais esses sistemas no ar para se disseminarem. O BrickBot teria sido a inspiração para o Silex. Após entrar em um dispositivo, o Silex – que também guarda semelhanças com o Mirai – dava comandos para desativar a conexão de rede do aparelho e apagar todos os arquivos possíveis, danificando o sistema. Com esse estrago, é possível que a vítima não consiga fazer o aparelho voltar a ligar sem uma nova gravação do chamado “firmware” (o conjunto de software embarcado pelo fabricante). Porém, os pesquisadores conseguiram identificar a atuação do vírus após apenas algumas centenas de sistemas serem atacados. O comportamento do código chamou atenção e o caso logo foi parar na mídia – e isso aparentemente assustou o autor do Silex. “Eu vou continuar programando, mas não vou mais longe que isso na comunidade da internet das coisas”, disse Light ao pesquisador …

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CMN fixa em 3,5% a meta de inflação para 2022

O Conselho Monetário Nacional (CMN) definiu a meta de inflação para 2022 em 3,5%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. O anúncio foi feito pelo Ministério da Economia nesta quinta-feira (27). As metas de inflação para 2020 e 2021 foram mantidas, respectivamente, em e 4% e 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto para cima ou para baixo. Esse é o valor que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) poderá alcançar nos próximos anos. Em 2019, a meta para a inflação também segue a mesma: 4,25%.  Até 2016, a meta de inflação era fixada com dois anos de antecedência, mas um decreto publicado no Diário Oficial da União em junho de 2017 determinou que a definição passasse a ser feita três anos antes. De acordo com o Banco Central (BC), a mudança teve como objetivo reduzir as incertezas e melhorar a capacidade de planejamento das famílias, das empresas e do governo. Desde 2005, o centro da meta de inflação estava em 4,5%, com 2,5 pontos de margem de tolerância. Em 2006, esse intervalo caiu para 2 pontos e permaneceu assim nos anos seguintes até ser reduzido para 1,5 ponto para 2017 e 2018, banda que será mantida agora até 2022. A meta de inflação deve ser perseguida pelo BC ao definir a taxa básica de juros, a Selic. Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a Selic, pretende conter a demanda aquecida e segurar os preços ao encarecer o crédito e estimular a poupança. Ao diminuir os juros básicos, o Copom barateia o crédito, incentivando a produção e o consumo. De acordo com o secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, o fato do governo ter reduzido a meta de inflação para 2022 não sinaliza aumento na taxa básica de juros, atualmente em 6,5% ao ano.  “Alguns críticos costumam dizer que quando você abaixa a meta de inflação, o governo é obrigado a aumentar juros. Uma meta de inflação mais baixa não é correlacionada com juros mais altos. o fato de você abaixar a meta de inflação não implica que o governo vai ter que subir juros”, afirmou em coletiva de imprensa para apresentar a decisão do CMN. Para o subsecretário de Política Macroeconômica do Ministério da Economia, Vladimir Kuhl Teles, a credibilidade da política monetária do país dá tranqulidade aos agentes econômicos para confiar nas metas do governo. “Os agentes determinam o preço com relação ao futuro a partir de suas expectativas. A partir de um momento que você define uma meta, você não vai precisar aumentar juros para baixar preços. Tudo depende da credibilidade do Banco Central”, disse. 

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Bolsonaro faz reunião com Trump e elogia Espanha por apreender droga em avião da FAB

O presidente Jair Bolsonaro se reuniu o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta sexta-feira (28), em Osaka no Japão, três meses após visita oficial aos EUA. Os chefes de governo discutiram mais sanções econômicas tanto para Venezuela como para Cuba, de acordo com declaração à TV Globo de Eduardo Bolsonaro, que é presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados. Trump voltou a dizer “que todas as opções estão na mesa” quando discutiu a situação venezuelana. “Sempre o admirei desde antes das eleições. Temos muita coisa em comum. Somos dois líderes de países que, juntos, podemos fazer muito por seus pobres. Estamos à disposição para conversar com Trump, de modo que possamos fazer parcerias. Gosto muito do povo americano. A política do Brasil mudou de verdade. Nos interessa e temos o prazer de nos aproximar dos Estados Unidos”, disse Bolsonaro, durante encontro que reuniu delegações dos dois países. Bolsonaro manifestou apoio a Trump na sua tentativa de reeleição e o convidou para visitar o Brasil mesmo antes do pleito. “Espero que nos visite antes das eleições, se for possível”. O presidente americano respondeu que pretende visitar o Brasil, mas não chegou a marcar uma data. “Você tem ativos que alguns países nem conseguem imaginar. É um tremendo país, com uma população tremenda, então estou entusiasmado para ir”, afirmou. Espanha Bolsonaro também se encontrou com o presidente espanhol, Pedro Sánchez, e se pronunciou no Twitter sobre a prisão de um sargento brasileiro da aeronáutica com 39 kg de cocaína no aeroporto de Sevilha, na Espanha. “Aproveitei para agradecê-lo pelo modo como as autoridades espanholas estão lidando com o caso dos entorpecentes apreendidos em avião da FAB e reafirmei minha defesa por punição severa para o tráfico”. OCDE No início da cúpula do G20, Bolsonaro se encontrou com o secretário-Geral da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o mexicano José Ángel Gurría Treviño. A OCDE conta com 36 países e o Brasil quer se tornar um novo membro. Após audiência com Treviño, o presidente brasileiro diz que conversou “sobre os próximos passos para uma relação ainda mais forte com a organização” e que o mexicano mostrou “entusiasmo” com a agenda brasileira de reformas. Mas também ouviu que é preciso respeitar uma fila que tem na espera, entre outros, Argentina e Romênia. Depois, Bolsonaro se encontrou rapidamente com o presidente da França, Emmanuel Macron. Na conversa, o presidente brasileiro sinalizou a Macron que o Brasil vai continuar no Acordo do Clima de Paris e disse esperar o apoio da França para o acordo de livre comércio da União Europeia com o Mercosul. A posição do presidente brasileiro reforça o compromisso firmado pelos Brics mais cedo.

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Anvisa aprova venda de dispositivo para socorrer vítimas de engasgo

A asfixia por objetos ou alimentos é a principal causa de mortes acidentais de crianças no Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria. Em 2016, fez 800 vítimas no país. Um dispositivo criado nos Estados Unidos e que acaba de ser aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para ser vendido no Brasil pode ajudar a evitar fatalidades do tipo, tanto em crianças como em adultos. Batizado de LifeVac, ele suga o que está preso na garganta de volta à boca. O dispositivo permite que qualquer pessoa, sem treinamento prévio, possa socorrer alguém que esteja sufocando em poucos passos. O produto lembra um desentupidor, mas atenção: desentupidores não devem ser usados para esse fim. No Brasil, o dispositivo será vendido pela Sterifarma Produtos Cirúrgicos, uma empresa com sede em Guarulhos, cidade da região metropolitana de São Paulo, daqui a cerca de quatro meses. O preço ainda não foi divulgado, mas, nos Estados Unidos, o dispositivo custa em torno de US$ 70 e acompanha duas máscaras, uma infantil e outra adulta. As máscaras são descartáveis, pois pode ser danificada durante o procedimento. Cada unidade custa US$ 5,95. Há ainda um kit escolar com quatro unidades do LifeVac e oito máscaras. O diretor de vendas da companhia, Marcelo Sanglard, explica que a empresa deseja levar o LifeVac para lugares como restaurantes e escolas. Foi numa excursão escolar que o menino Lucas Zamora morreu aos 10 anos após ter ficado engasgado ao comer um cachorro-quente em 2017, em Campinas (SP). Apesar da presença de adultos, que o acompanhavam durante uma excursão escolar, não foi possível socorrê-lo até a chegada do SAMU. De lá para cá, sua mãe, Alessandra Zamora, batalhou para que escolas públicas e privadas e estabelecimentos de recreação infantil fossem obrigados por lei a treinar seus funcionários em primeiros socorros. A lei 13.722, batizada de Lei Lucas, entrou em vigor em abril de 2019, mas ainda não foi regulamentada. Na maioria dos casos de sufocamento (com exceção de crianças com menos de um ano), é possível aplicar a manobra de Heimlich: uma pessoa se posiciona atrás da que está sufocando e com as mãos sobre o umbigo da vítima faz pressão para dentro e para cima até que a pessoa cuspa o objeto ou desmaie –nesse caso, deve-se ligar para a emergência. Para o cardiologista Sérgio Timerman, coordenador de Treinamento em Emergências Cardiovasculares da SBC (Sociedade Brasileira de Cardiologia), a simplicidade do LifeVac será capaz de salvar vidas. Ele conheceu o dispositivo durante um congresso médico nos Estados Unidos e diz ter ficado animado com a possibilidade da comercialização no Brasil. Zamora também comemorou a aprovação e diz que a venda do LifeVac no Brasil é uma conquista importante. “A manobra para desengasgo [manobra de Heimlich] e a preocupação com primeiros socorros sempre foram muito subestimadas no Brasil. Nós sabemos que em 90% dos casos em que a manobra é aplicada corretamente é possível reverter o engasgo. O LifeVac é um auxílio extra, em especial quando a manobra não funciona. …

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Saque do abono salarial do PIS 2018/2019 termina nesta sexta-feira

Os trabalhadores cadastrados no Programa de Integração Social (PIS) têm esta sexta-feira (28) para sacar o Abono Salarial do calendário 2018/2019. Os valores vão de R$ 84 até R$ 998, de acordo com a quantidade de dias trabalhados durante o ano-base 2017. De acordo com a Caixa, os benefícios, que totalizam R$ 16,9 bilhões, foram liberados de forma escalonada para 22,5 milhões de beneficiários, conforme o mês de nascimento, e agora estão disponíveis para os nascidos em qualquer mês. Até maio, o banco pagou R$ 15,6 bilhões a 20,6 milhões trabalhadores. O valor do benefício pode ser consultado no Aplicativo Caixa Trabalhador, no site do banco ou pelo Atendimento Caixa ao Cidadão, pelo telefone: 0800 726 0207. Pode a sacar o abono o trabalhador inscrito no PIS ou no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) há pelo menos cinco anos e que tenha trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2017 com remuneração mensal média de até dois salários mínimos. “Os titulares de conta individual na Caixa com cadastro atualizado e movimentação na conta, podem ter recebido crédito automático antecipado. Quem possui o Cartão do Cidadão e senha cadastrada pode se dirigir a uma casa lotérica, a um ponto de atendimento Caixa Aqui ou ir aos terminais de autoatendimento da Caixa para receber o abono”, informou o banco. Segundo a Caixa, caso o beneficiário não tenha o Cartão do Cidadão ou não tenha recebido automaticamente em conta, ele pode retirar o valor em qualquer agência da Caixa, apresentando o documento oficial de identificação. O trabalhador em empresa pública, com inscrição no Pasep, recebe o pagamento do abono pelo Banco do Brasil.

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Copa América: Brasil vence Paraguai nos pênaltis e vai à semi

A Seleção Brasileira venceu o Paraguai nos pênaltis por 4 a 3 após empatar em 0 a 0 no tempo regulamentar. Gabriel Jesus fez a cobrança que definiu a classificação. O resultado leva a Seleção para a semi-final da Copa América. Vai enfrentar o vencedor de Argentina e Venezuela, que jogam nesta sexta (28). Durante a partida, o Brasil teve uma série de chances de abrir o marcador, mas esbarrou na atuação do goleiro Gatito Fernandez. Ele fez pelo menos três defesas que evitaram a vitória brasileira.  A pressão aumentou no segundo tempo depois que o zagueiro Balbuena foi expulso. Ele fez falta em Willian na entrada da grande área. A partir desse momento, o jogo se transformou em ataque contra defesa.  Gabriel Jesus e Everton Cebolinha provocaram jogadas de perigo durante toda a partida. A zaga paraguaia levou a melhor na maior parte do tempo. Quando a bola passava, o goleiro fazia a diferença. Em um dos lances mais agudos, Willian chutou na trave.  O único lance de perigo a favor do Paraguai foi no primeiro tempo, quando Derlis González recebeu sozinho dentro da área. Alisson evitou o gol adversário.  No segundo tempo, a sensação era que o gol do Brasil sairia a qualquer momento. Inclusive, dentro dos sete minutos de acréscimos. Mas a partida foi para mais uma dramática cobrança de pênaltis. Pelo Paraguai, dois jogadores que atuam no Brasil perderam suas cobranças: Gustavo Gómez (do Palmeiras) e Derlis González (do Santos). Pelo Brasil, Firmino desperdiçou. No final, 4 a 3, torcida brasileira feliz e passaporte para a semi carimbado. 

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Países que permitem união homoafetiva mais que triplicaram em 10 anos

Desde que lésbicas, gays, bissexuais e transexuais reagiram à violência da polícia de Nova York contra o bar Stonewall Inn e protestaram por direitos civis – movimento que completa 50 anos hoje (28) – nenhuma década teve avanço tão rápido nos direitos homoafetivos no mundo quanto os últimos 10 anos. Dos 54 países que permitem casamentos ou uniões civis entre pessoas do mesmo sexo, 39 implementaram a mudança entre 2009 e 2019, período em que o reconhecimento das uniões homoafetivas mais do que triplicou no mundo. A Associação Internacional de Gays, Lésbicas Bissexuais, Transgêneros e Intersexuais (Ilga) contabilizava em 2009 sete países que permitiam o casamento entre pessoas do mesmo sexo (Bélgica, Holanda, Noruega, Espanha, Suécia, Canadá e África do Sul) e oito (Dinamarca, Finlândia, Alemanha, Islândia, Suíça, Reino Unido, Nova Zelândia e Colômbia), a união civil, com todos ou praticamente todos os direitos do casamento.  No levantamento de 2019, divulgado em maio. já chegava a 26 o número de países que permitia o casamento civil e a 27 os que previam união civil. A lista cresceu este mês com a aprovação do casamento homoafetivo pelo Equador.  Diretor da Ilga no Brasil, Beto de Jesus lembra que o resultado dos últimos dez anos é fruto de décadas da luta que teve em Stonewall, um de seus primeiros marcos históricos. “Esses dez anos que a gente tem colhido foram frutos dos 40 anos plantados”, comemora ele, que se considera otimista. “É um caminho sem volta. Por mais gente violenta que a gente veja, já vemos uma geração ou duas com pessoas criadas com a diversidade e ensinadas a respeitar as diferenças”. O avanço dos direitos homoafetivos se deu principalmente nas Américas e na Europa, continentes em que grande parte dos países já possibilita casamentos ou uniões entre pessoas do mesmo sexo. Outras regiões entraram na lista como a Austrália, Taiwan e Israel. Na África, a África do Sul continua a ser a única nação que permite uniões civis homoafetivas. Para o diretor da Ilga, houve uma irradiação de políticas implementadas pelos países pioneiros, que foi fortalecida nos últimos dez anos com as facilidades criadas pela internet, permitindo a troca de experiências bem-sucedidas por ativistas e políticos de diversas nacionalidades. “Tem um efeito de indução. Quando você começa a perceber que é possível acontecer, pensa por que não aqui. Isso falando das democracias”, diz Beto de Jesus, lembrando que muitos dos primeiros países a aprovarem o casamento homoafetivo ou a união civil já serviam de exemplo de políticas públicas em outras áreas.  “Não posso ficar lutando para que gays só tenham acesso ao casamento, se não tiver casa, escola, saúde. A gente não quer ter só direito de beijar na boca, quer ter direito a um sistema público de saúde que me atenda, a uma escola em que meus filhos possam frequentar sem ser discriminados. A vida da gente é igual à de qualquer cidadão”. A comparação entre os relatórios da Ilga de 2009 e 2019 mostra ainda que o número de …

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Relator vota pela aprovação do PL de Gonzaga Patriota que trata da interligação dos rios Tocantins e São Francisco

O projeto de lei (PL 538/19) do deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) que trata da interligação entre o rio Preto (BA) e o rio Tocantins, destinada a assegurar a navegação desde o rio São Francisco ao rio Amazonas recebeu parecer favorável do relator do PL, o deputado federal Pastor Eurico (PATRI). Gonzaga Patriota explica que o projeto trata-se da reapresentação do Projeto de Lei nº 6569/2013 anteriormente, Projetos de Lei nº 6284/2013; nº 250/1995 4797/1990, de sua autoria, referente à navegação fluvial e suporte de regularização hídrica do rio São Francisco, através do rio Tocantins. “O PL 6569/2013 foi aprovado nesta Casa parlamentar e, por ter sido arquivado no Senado Federal, estamos o reapresentado, nos ermos da legislação vigente. Essencialmente para um país como o Brasil, e num cenário cada vez mais próximo de escasseamento de recursos energéticos e aproveitamento racional das vias navegáveis interiores, representa condição inarredável para o desenvolvimento econômico e social equilibrado e melhoria de suas condições de competitividade no intercâmbio internacional. Para o deputado Pastor Eurico, relator do PL, “uma vez incluída a previsão da interligação de bacias no Plano Nacional de Viação (PNV), poderão ser oportunamente alocados recursos do orçamento da União para a realização de estudos que permitam viabilizar as obras ou modelos de parceria necessários a empreendimento de tal magnitude, o qual deverá otimizar o desenvolvimento regional e nacional, com amplas externalidades positivas, sociais e econômicas. Notamos, entretanto, a necessidade de ajustes na forma como o projeto é proposto, de forma a adequá-lo aos padrões do Plano Nacional de Viação”. O socialista pernambucano reforça que “aprovado este projeto de lei, teremos o tráfego hidroviário do rio São Francisco, pelo canal do rio Preto, rio Tocantins e rio Amazonas, facilitando, inclusive, o transporte das cargas da Ferrovia Norte-Sul para os Portos de Suape, em Pernambuco e Pecém, no Ceará, por essa hidrovia, em conexão com a Ferrovia Transnordestina e, no caso de escassez de água no rio São Francisco, como já ocorre hoje, teremos condições de reserva de parte das águas do rio Tocantins, para o rio São Francisco”. 

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Maio registra abertura de 32,1 mil novas vagas de emprego no país

A criação de empregos com carteira assinada teve saldo positivo em maio, com a criação de 32.140 vagas, informa o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado hoje (27) pelo Ministério da Economia. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões. O saldo positivo em maio foi resultado de 1.347.304 admissões contra 1.315.164 desligamentos ocorridos no período. É o terceiro ano seguido em que o mês de maio apresenta saldo positivo, apesar de uma ligeira queda no volume total de novas vagas na comparação com o mesmo mês nos anos de 2017 (34,2 mil) e 2018 (33,6 mil). Para o secretário de Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Dalcolmo, o resultado do mês está em sintonia com o desempenho da economia, mas ainda abaixo do desejado. “A geração de emprego está em linha com o que a economia vem demonstrando, da mesma forma que, nos últimos anos, o crescimento não foi tão grande quanto se gostaria”, afirma Dalcolmo. Apesar de a criação de empregos ter diminuído no mês passado, na comparação com anos anteriores, Dalcolmo não vê tendência de queda. “Não há tendência nem de subida, nem de descida [na geração de empregos]. Significa uma economia que está um pouco em compasso de espera, a ser definido por outros pontos importantes como a reforma da Previdência.” No acumulado do ano, foram criados mais 351.063 postos de trabalho, o que elevou para 38,761 milhões o estoque de empregos formais no país. É o maior estoque desde 2016, quando o Caged registrou 38,783 milhões de empregados com carteira assinada. Destaques O crescimento do número de vagas em maio foi impulsionado pela agropecuária, setor que registrou, sozinho, a abertura de 37.373 empregos. O cultivo do café e da laranja responde pela maior parte das contratações, cerca de 33 mil. Também aparecem com destaque atividades de apoio à agricultura e a criação de bonivos. “Esse resultado se explica também, como nos outros anos, pelo bom desempenho de café e laranja. São empregos que têm importância sazonal nesse mês, especialmente em Minas Gerais e em São Paulo”, explica o subsecretário de Políticas Públicas e Relações de Trabalho do Ministério da Economia, Matheus Stivali. Na construção civil, foram abertos 8.459 empregos, principalmente em obras de construção de rodovias e ferrovias, projetos para geração e distribuição de energia elétrica e instalações elétricas. Em seguida, aparece o setor de serviços, com saldo positivo de 2.533 novas vagas, destaque para serviços médicos e odontológicos, ensino, comercialização e administração de imóveis e instituições de crédito e seguros. Administração pública (1.004) e extração mineral (627) também registraram resultado positivo.  No comércio, tanto varejista quanto atacadista, porém, houve mais demissões do que contratações, com o fechamento de 11.305 postos de trabalho. Em seguida, aparece a indústria de transformação, que fechou 6.136 empregos. Segundo Stivali, o resultado no comércio explica -se pelo fechamento de duas grandes empresas de terceirização em São Paulo, que demitiram um grande número de empregados. O salário médio de admissão no mês de maio foi de R$ 1.586,17, e o salário médio de quem …

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Aprovação do governo Bolsonaro cai para 32%, a pior desde a posse, diz Ibope

A aprovação do governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) voltou a oscilar negativamente e é a pior desde o início do mandato. É o que mostra nova pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (27). O levantamento foi encomendado pela CNI (Confederação Nacional da Indústria). A pesquisa mostra que 32% dos brasileiros avaliam o governo como ótimo ou bom. O levantamento indica ainda que 32% da população opinaram que a gestão é ruim ou péssima. 3% dos entrevistados não souberam ou não quiseram responder. A pesquisa foi realizada entre os dias 20 e 26 de junho. Foram ouvidas 2.000 pessoas em 126 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Em relação ao último levantamento CNI/Ibope, divulgado em abril, o índice de ótimo/bom oscilou negativamente três pontos percentuais, dentro da margem de erro: de 35% para 32%. Já o registro de ruim/péssimo subiu cinco pontos: 27% para 32%. Na comparação entre todos os levantamentos mensais -com exceção de maio, em que não houve pesquisa-, a aprovação do governo em junho é a pior do ano. No momento da divulgação da pesquisa, Bolsonaro está em Osaka, no Japão, para participar, nos próximos dois dias, da cúpula dos líderes do G20. Avaliação do governo Bolsonaro em junho de 2019 (a soma dos valores pode diferir de 100% por questões de arredondamento): Ótimo/bom: 32% Regular: 32% Ruim/péssimo: 32% Não sabe/não respondeu: 3% Avaliação do governo/Bolsonaro como ótimo/bom: jan/2019: 49% fev/2019: 39% mar/2019: 34% abr/2019: 35% jun/2019: 32%

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