Acidente na Arena Castelão deixa dois operários feridos

Imagem da Arena CastelãoUm cabo de sustentação da coberta da Arena Castelão, em Fortaleza, se rompeu nesta quarta-feira (24), ferindo operários que faziam a manutenção da estrutura. O rompimento do cabo não abalou a coberta do estádio e logo foi substituído. Por meio de nota explicativa, o consórcio, que administra a nova arena, informou que o acidente não foi relevante e que a manutenção de “equipamento recentemente inaugurado é uma rotina”.

Para provar que o rompimento não foi grave, o consórcio também confirmou a realização dos jogos do Campeonato Cearense marcados para esta mesma quarta-feira e quinta. Na noite desta quarta, jogam Ferroviário e Fortaleza e na quinta tem Ceará e Guarani de Juazeiro do Norte.

O acidente ocorreu no fim da manhã, quando dois operários que faziam a manutenção se desequilibraram com o rompimento do cabo. Felizmente, eles conseguiram se equilibrar e evitar ferimentos maiores.

Uma testemunha que não quis se identificar disse que os operários chegaram a rolar na estrutura coberta, quando conseguiram se segurar para não cair de altura superior a 100 metros. A testemunha destacou que no momento do acidente houve um grande estrondo e que os operários não utilizavam equipamentos de segurança adequados, como capacetes e cordas de sustentação.

Na nota oficial, os engenheiros da Arena Castelão lembraram que diariamente serviços de manutenção são feitos em toda a estrutura do estádio. “Faz parte desses serviços o procedimento de ajustes dos tirantes de cabos de aço que integram a coberta do estádio, e que por se tratar de uma estrutura nova, os tirantes recebem os serviços até que se estabilizem”. A empresa responsável ressaltou que ação é de rotina e “que nada de mais grave aconteceu com os operários”.

A Arena Castelão, entregue pela presidente Dilma Rousseff em 17 de dezembro do ano passado, sendo a primeira das 12 arenas para Copa de 2014 a ser inaugurada, vem apresentando problemas após sua inauguração. No dia 21 de março, parte da vidraça de um corredor que dá acesso às cabines de imprensa caiu. Na época, a Arena Castelão Operadora de Estádios S.A. esclareceu que a vidraça danificada foi do andar do prédio central do estádio e ela tinha se soltado “provavelmente depois que algum transeunte bateu no vidro e quebrou a peça”.

Segundo o consórcio, o vidro de larga espessura, fortemente parafusado em quatro pontos, não se soltaria sozinho da estrutura em que ficava preso. “As câmeras de segurança do setor não captaram o momento do incidente porque não alcançam o local onde a vidraça estava. Diante do ocorrido, a peça de vidro ficou trincada, se despedaçou e caiu, sem, no entanto, provocar prejuízo maior nem acidente.”

Fonte: Agência Estado

Blog do Deputado Federal GONZAGA PATRIOTA (PSB/PE)

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Eleições 2022: restrições para agentes públicos começam a valer hoje

Restrições para servidores públicos e pré-candidatos às eleições de outubro passam a valer a partir de hoje (2), três meses antes do primeiro turno.  As medidas estão previstas na Lei nº 9.504/1997, conhecida como Lei das Eleições, e objetivam manter o equilíbrio entre os candidatos.  Políticos estão proibidos de autorizar a veiculação de publicidade estatal sobre os atos de governo, realização de obras, campanhas de órgãos públicos federais, estaduais e municipais, exceto no caso de grave e urgente necessidade pública. Nesse caso, a veiculação deverá ser autorizada pela Justiça Eleitoral.  Eles também não podem fazer pronunciamento oficial em cadeia de rádio de televisão, salvo em casos de questões urgentes e relevantes, cuja autorização também dependerá de autorização da Justiça Eleitoral.   A participação em inaugurações de obras públicas também está vedada, além da contratação de shows artísticos com dinheiro público.  Durante o período eleitoral, funcionários públicos não podem ser contratados, demitidos ou transferidos até a posse dos eleitos.  No entanto, estão liberadas a exoneração e a nomeação de cargos em comissão e funções de confiança, além das nomeações de aprovados em concursos públicos homologados até 2 de julho de 2022.  Em julho, o calendário eleitoral também prevê outras datas importantes para o pleito.  De 20 de julho até 5 de agosto, os partidos deverão realizar suas convenções para escolher oficialmente os candidatos que vão disputar as eleições.  A partir do dia 20, candidatos, partidos políticos, coligações e federações terão direito à solicitação de direito de resposta por afirmações consideradas caluniosas, difamatórias ou sabidamente inverídicas que forem publicadas por veículos de comunicação social.  O primeiro turno será realizado no dia 2 de outubro, quando os eleitores vão às urnas para eleger o presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais. Eventual segundo turno  para a disputa presidencial e aos governos estaduais será em 30 de outubro.  Fonte EBC

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Brasil ganha 4,3 milhões de eleitores desde 2020

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registra, hoje, 152 milhões de brasileiros aptos a votar. O número é 2,9% maior do que a quantidade de eleitores em 2020, quando 147 milhões de pessoas podiam ir às urnas. Esse também é o patamar mais alto desde 2008, ano do primeiro registro histórico listado nas estatísticas do TSE. Nesses últimos 14 anos, o número máximo de eleitores havia sido alcançado em 2019 — 147,8 milhões. A evolução do número de aptos ao voto só registrou queda em 2020, quando houve redução de quase 2 milhões de votantes em relação ao ano anterior. A maior parte da população habilitada ao pleito de outubro tem entre 45 a 59 anos, é mulher e possui ensino médio completo. Ao todo, 53% da população que deve ir às urnas em outubro é do gênero feminino, 26,72% tem grau de instrução até o ensino médio e 22,87% têm ensino fundamental incompleto. Entre jovens de 16 e 17 anos, público-alvo de campanhas de incentivo ao título de eleitor neste ano, são mais de 2,5 milhões de aptos. Os dados contribuem para entender como será definida a eleição marcada para exatos 93 dias. Confira datas importantes do calendário eleitoral: Confira datas importantes do calendário eleitoral:

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Redução dos impostos começa a baixar o preço da gasolina em postos

A redução de impostos continua provocando baixa no preço dos combustíveis e chegou a R$ 6,43 em alguns revendedores de Brasília. Esse era o valor cobrado pelo litro da gasolina em um posto ao lado do Palácio do Buriti. Segundo o presidente do Sindicombustíveis-DF, Paulo Tavares, a queda se deve à zeragem do PIS/Cofins, que são tributos federais, e à redução do ICMS, um imposto estadual. Ele observou que a Lei Complementar 192/2022 determinou o cálculo do ICMS com base na média dos últimos 60 meses. A lei definiu, ainda, que o ICMS incidirá uma única vez sobre os combustíveis, com alíquota única em âmbito nacional. A medida foi contestada pelos estados no Supremo Tribunal Federal (STF). Em 17 de junho, o ministro André Mendonça reafirmou a validade da lei, que entrou em vigor ontem. Os governadores, porém, recorreram.O presidente do Sindicombustíveis-DF, lembrou que, no caso dos impostos federais, a redução vale apenas até 31 de dezembro. Em janeiro do ano que vem, volta para o preço”, disse. “Temos também a queda devido ao ICMS, ou seja, o governo passou a arrecadar menos R$ 0,50 por litro de gasolina a partir de hoje.” Tavares explicou que, até o momento, o impacto da queda das alíquotas de impostos gira em torno de R$ 1. “A queda vai depender da distribuidora repassar tudo aos revendedores, e dos estoques”, afirmou. “Agora, se vai permanecer caindo ou não, depende do STF.” De acordo com o presidente do Sindicombustíveis-DF, se o STF julgar que a Lei Complementar é inconstitucional, porque obriga os governadores a terem uma alíquota de ICMS única, não haverá novas quedas de preço. “Mas se ele disser que é constitucional, os preços vão cair mais uns R$ 0,40, ou seja, a gasolina poderá ficar entre R$ 5,99 e R$ 6,50, dependendo do revendedor.” Segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP), a nível nacional, o preço do litro da gasolina caiu do recorde histórico de R$ 7,390, na semana passada, para R$ 7,127. O preço médio em São Paulo passou de R$ 6,974 para R$ 6,697 nas duas últimas semanas. Em Goiás, também houve redução da gasolina: de R$ 7,478 para R$ 7,078. Fonte: DP