Alemanha prepara homenagens a vítimas do nazismo

947033d313fd214d86c24330c26fd8caA chanceler da Alemanha, Angela Merkel, visita no próximo dia 20 o campo de concentração de Dachau, primeira construção feita pelos nazistas em 1933 e que fica próximo a Munique. É a primeira vez que um chanceler alemão visita o campo de Dachau, que chegou a reunir mais de 200 mil prisioneiros de várias nacionalidades. A visita ocorre um mês antes das eleições legislativas alemãs, marcadas para 22 de setembro.

No campo de Dachau, mais de 41 mil pessoas foram assassinadas, morreram de fome e em consequência de doenças adquiridas no local. O campo foi desativado e os prisioneiros libertados com a chegada das tropas norte-americanas, em abril de 1945.

A visita de Merkel ocorre duas semanas antes de um gesto histórico de reconciliação do presidente da Alemanha, Joachim Gauck, em Oradour-sur-Glane, vila francesa alvo de um massacre provocado por forças nazistas, em 10 de junho de 1944. Gauck é o primeiro chefe de Estado alemão a prestar homenagem em Oradur-sur-Glane, a 400 quilômetros de Paris, onde as tropas de elite nazistas mataram 642 pessoas.

Merkel visitará o campo acompanhada pelo presidente da comissão de ex-prisioneiros de Dachau, Max Mannheimer, de 93 anos, e pelo ministro da Educação da Baviera, Ludwig Spaenle. A chanceler deverá fazer uma homenagem às vítimas ao depositar coroa de flores junto a um memorial. “[A visita] é um sinal de respeito para com os ex-prisioneiros”, disse Mannheimer.

Merkel já visitou alguns campos de concentração nazistas, como o de Buchenwald, com o presidente do Estados Unidos, Barack Obama, em abril de 2010.

Fonte: Agência Brasil

Blog do Deputado Federal GONZAGA PATRIOTA (PSB/PE)

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O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou, neste domingo (15), os dados de abril do indicador de inflação por faixa de renda. O indicador apontou que a alta inflacionária foi maior para as famílias de menor renda do que as de renda mais alta no período. Para as famílias de renda mais alta, a inflação variou 1%. Já para as famílias de renda mais baixa, 1,06%. Os dados acumulados no ano, de janeiro a abril, indicam índices de inflação de 3,7% para o segmento de renda alta e 4,5% para o segmento de renda muito baixa. Famílias de renda baixa As famílias de renda mais sentiram a pressão dos preços dos alimentos, ancorados pelos itens da cesta básica. O item “alimentação e bebidas” respondeu por 61% de do apurado em abril, com destaque para as altas do arroz (2,2%), feijão (7,1%), macarrão (3,5%), batata (18,3%), leite (10,3%), frango (2,4%), ovos (2,2%), pão francês (4,5%) e óleo de soja (8,2%). A segunda maior contribuição veio do grupo “saúde e cuidados pessoais”, por meio da alta de 6,1% dos medicamentos.O Ipea aponta ainda que a redução de 6,3% nas tarifas de energia elétrica atenuou a alta inflacionária para todas as faixas de renda. E esse alívio foi maior para as famílias de renda mais baixa que refletiu no consumo. Famílias de renda alta Já as famílias de renda mais alta foram atingidas pelo grupo “transportes”, responsável por 60% de toda a inflação registrada em abril, refletindo os reajustes das passagens aéreas (9,5%), do transporte por aplicativo (4,1%), da gasolina (2,5%), do etanol (8,4%) e do diesel (4,5%). Demais grupos, como medicamentos, as altas dos preços dos serviços pessoais (recreação, por exemplo), também elevaram a inflação dessas famílias.Em 12 mesesNo acumulado em 12 meses, as famílias de renda muito baixa, com renda domiciliar menor que R$ 1.726,01, apresentaram a maior alta inflacionária, com a índice de 12,7%, enquanto as famílias de renda alta, com renda domiciliar superior a R$ 17.260,14, registraram uma variação acumulada de 10,8%. Fonte: DP

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