Diário Oficial de Pernambuco e da União publicaram licitação para retomada das obras da Praça da Juventude, em Petrolina

Praça-da-JuventudeO governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Esportes publicou no Diário Oficial do Estado e da União, nesta sexta feira (09/08), edital de licitação para a retomada das obras da Praça da Juventude de Petrolina. O aviso de licitação nº oo1/2013 estabelece a abertura do processo licitatório no próximo dia 10 de setembro, às 10h00 em Recife.

A expectativa é que as obras sejam retomadas logo após assinado novo contrato com a empresa vencedora, vez que foram interrompidas depois que a empresa vencedora do primeiro processo de licitação, em 2011, não cumpriu o que estava previsto no contrato e abandonou a obra, causando transtornos a toda população do bairro João de Deus e de Petrolina.

Essa importante obra que beneficiará a população do bairro João de Deus foi idealizada por emenda parlamentar de autoria do deputado federal Gonzaga Patriota (PSB-PE), majoritário nesse grande e importante bairro de Petrolina.

Esse espaço de aproximadamente 1.700 m² será equipado com salas multiuso, quadra poliesportiva, pista de caminhada, área verde, quadras de futebol society e vôlei de praia, vestiários, anfiteatro, pátio de eventos, pista de skate, playground e academia da saúde.

Gonzaga Patriota ao trazer esta notícia, hoje, através do Programa Edenevaldo Alves, pediu desculpas à população do João de Deus e, em particular, aos comerciantes da área interditada e garantiu que agora a Praça da Juventude será construída.

Blog do Deputado Federal GONZAGA PATRIOTA (PSB/PE)

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Quatro a cada dez brasileiros aptos estão sem terceira dose de vacina contra a Covid

O mês de maio já pode ser considerado o de menor avanço da vacinação contra a Covid-19 no Brasil em 2022, refletindo a estagnação do patamar de cobertura atingido. Nos primeiros 15 dias, a média diária de doses aplicadas foi de 250 mil, uma queda de 40,7% em relação ao mesmo período de abril. A aplicação da terceira dose caiu 57,6% na primeira quinzena deste mês, em comparação com abril, apesar de quatro a cada dez brasileiros aptos (acima de 18 anos e que tenham tomado a segunda dose há mais de quatro meses) ainda não terem recebido o reforço. Dos 143 milhões de pessoas que tomaram as duas doses ou a dose única e, portanto, estariam elegíveis para a terceira dose, 86,5 milhões (60,5%) tomaram o reforço. Cerca de 56,5 milhões de indivíduos estão com apenas duas doses. Outros 18,5 milhões tomaram somente a primeira dose até agora. A vacinação havia ganhado fôlego no primeiro trimestre, com a inclusão de crianças de cinco a 11 anos. Nos primeiros 15 dias de fevereiro, por exemplo, 1 milhão de doses foram aplicadas, patamar que caiu para 630 mil na primeira quinzena de março e para 422 mil no mesmo período de abril. “Preocupa, neste sentido, a estagnação no crescimento da cobertura vacinal na população adulta, além da desaceleração da curva de cobertura de terceira dose, especialmente pela adesão substancialmente menor de adultos à aplicação da dose de reforço”, alertam pesquisadores do Observatório Covid-19 da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) em um boletim divulgado na quinta-feira (19). O médico Renato Kfouri, membro da diretoria da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações) e da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização da Covid-19 do Ministério da Saúde, concorda que há pouco espaço para aumentar o número de pessoas vacinadas. “Estamos chegando perto desse número final, em que se consegue avançar muito pouco. Sempre há espaço para avançar mais, mas em um ritmo muito lento – aquilo que a gente vacinava em um dia agora vacina em dois meses.” O ideal, segundo o especialista, seria uma cobertura vacinal de 90% com três doses, mas atualmente, 88,9% dos brasileiros com cinco anos ou mais (que podem ser imunizados) tomaram a primeira dose. Destes, 82% receberam o esquema de duas doses ou dose única. Para a epidemiologista Ethel Maciel, professora da Ufes (Universidade Federal do Espírito Santo), a percepção de risco sobre a doença tem um papel na queda da busca pela imunização. “Continuamos com transmissão ainda da doença, com mortes, e agora estamos vendo um aumento de positividade das amostras. Também tem um efeito da diminuição das pessoas procurarem o teste. Elas têm uma síndrome gripal, a percepção do risco é menor. Tem uma dificuldade de ter bons indicadores sobre a doença.” A média móvel de novos casos de Covid-19 nos últimos sete dias está em 17,7 mil, uma alta de quase 18% em relação ao observado há duas semanas. Ainda assim, é um patamar baixo, mas que certamente está envolto em um grande número de diagnósticos subnotificados, segundo os especialistas. …

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TV aberta e canais por assinatura concentram 79% do consumo de vídeo do brasileiro

Apesar do boom dos serviços de streaming nos últimos anos, o consumidor brasileiro dedica cerca de quatro vezes mais tempo à TV linear (que engloba canais tradicionais, abertos ou fechados, com programação fixa e predefinida) do que às plataformas digitais. É o que aponta o estudo Inside Video, feito pela Kantar Ibope Media e divulgado na quarta-feira. A pesquisa revelou que os brasileiros dedicam 79% do seu tempo de consumo de vídeo em casa ao modelo tradicional de exibição, contra 21% para plataformas de streaming. A medição foi feita a partir de softwares instalados nas TVs e nos roteadores de internet dos domicílios participantes. O estudo também apontou o alcance da TV linear no território brasileiro. Em termos mensais, as emissoras dessa modalidade alcançaram 93% da população. Em 2021, 205.876.165 pessoas assistiram aos canais de TV aberta e por assinatura. Se cruzados estes dados com os dados do IBGE, chega-se a 96,51% da população brasileira.  Já o tempo médio diário que se passa em frente à tela ficou em 5h37m por pessoa. É o quarto maior consumo na América Latina, atrás de Argentina (6h16m), Panamá (5h54m) e Chile (5h33m). O espectador dedica 25% do tempo voltado à televisão ao jornalismo. Depois vêm as novelas, com 18%, programas de auditório (9%) e reality shows (4%). Futuro passa pelo digital Para Marlise Viegas Brenol, associada da Associação Brasileira dos Agentes Digitais (Abradi) e doutora em Comunicação e Informação pela UFRGS, o estudo reafirma a televisão como um lugar de referência para as famílias brasileiras, ainda que o comportamento do consumidor tenha se tornado mais complexo com o avanço das plataformas digitais. Ela ressalta ainda que o futuro da TV linear passa pelo digital, por causa do novo padrão hiperconectado do consumidor: O estudo também traz dados sobre as plataformas on-line. Dos 21% do tempo a elas dedicado, 15% são do sistema AVOD (Video Advertising on Demand, de plataformas gratuitas financiadas por publicidade). Já o modelo SVOD (Video Subscription on Demand, serviço financiado por assinatura do usuário) representa 6%. Segundo a Kantar, o preço e o catálogo de novos filmes e séries são as duas principais razões que levam as pessoas a assinarem serviços de streaming. Em seguida vêm o bom funcionamento do aplicativo, catálogo de filmes e séries antigos, e a facilidade de navegação. A maior concorrência entre os serviços de streaming também fez com que as plataformas elevassem seus investimentos em publicidade em 243% entre 2019 e 2021. Mercado publicitário O elevado consumo de vídeo pelos brasileiros segue no radar do mercado publicitário. Em 2021, 63% de todo o investimento publicitário foi feito em formatos de vídeo. Os reality shows, com altos índices de audiência, se destacam. Eles têm índice de intensidade de consumo de 366, contra 276 de programas jornalísticos e de auditório. Segundo a Kantar, houve um crescimento de 20% no volume de ações de branded content nos reality shows entre 2019 e 2021. Considerando os Top 5 entre esses programas, houve salto de 128%. “O mercado de vídeo está em pleno movimento. Ao passo que temos a consolidação de novos hábitos de consumo, os produtores e distribuidores de conteúdo se expandem e se transformam”, ressaltou a CEO da Kantar Ibope …

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A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados rejeitou o Projeto de Lei 3285/21, que exige o treinamento dos empregados no transporte coletivo para o enfrentamento de discriminação, racismo, violência doméstica ou atos libidinosos contra mulher, criança, adolescente, idoso e pessoa com deficiência. O relator do projeto, deputado Bosco Costa (PL-SE), recomendou a rejeição, embora tenha considerado a proposta meritória. “É o poder concedente que deve verificar, em cada caso, qual a necessidade de cursos de capacitação nas concessionárias, e acima de tudo deve ser examinado o interesse público”, disse. O texto rejeitado exigia a adoção de procedimentos necessários em ocorrências nos veículos. Os procedimentos ensinados pelas concessionárias do transporte público deveriam promover a segurança e a integridade física e mental dos empregados e passageiros, evitando riscos ou exposição a situações de perigo. “A manutenção da ordem e da segurança dentro dos ônibus é uma obrigação das empresas”, afirmou o autor da proposta, deputado Felipe Carreras (PSB-PE). “A população, diante de tantas ocorrências, tem cobrado ações ativas de motoristas, cobradores e fiscais, visto que são, naqueles espaços, a autoridade reconhecida.” Como foi rejeitado pela única comissão permanente designada para analisar o mérito, o PL 3285/21 deverá ser arquivado pela Câmara, a menos que haja recurso para análise do Plenário. Fonte: Agência Câmara de Notícias