Homeopatia: benefícios para tratamento infantil

Homeopatia

Quatro míseros dias após a alta da super crise (aquela que fez com que conhecêssemos a UTI), chego do trabalho e Vitória está com asma de novo.

Sentar e chorar é sempre uma opção válida, desde que você não seja mãe. Mãe só chora depois de resolver a parada e de pé. Né, não?

Tivemos uma longa madrugada, com Aerolim em intervalos de 90 minutos. E nada da menina parar de tossir e arfar. Prá completar, o dia seguinte era uma terça-feira e eu tinha que trabalhar.

Deixei a Vitória super doente em casa com as nossas queridas secretárias, que são excelentes, mas que não têm compromisso (digamos assim) com o horário da medicação e não sabem avaliar precisamente se a criança melhorou ou pirou. Aliás, essa responsabilidade é da mãe e do pai. Né, não II?

Para deixar tudo mais legal, não consegui contato com a pediatra e eu sabia que, se levássemos a mocinha ao hospital, ela seria internada de novo.

Mês passado conheci uma moça muito legal, dona de uma tradicional farmácia homeopática de Recife. Ela falou maravilhas da homeopatia e de um médico que mudou a vida da filha dela, que só de olhar um picolé já ficava doente.

Ouvi com atenção tudo que ela me falou, mas sempre lembrando do que a pediatra da Vivi me respondeu ao ser questionada sobre a possibilidade de tratarmos a mocinha com a homeopatia: o tratamento é a longo prazo e a “cura” da asma e de outras alergias é alcançada aproximadamente aos 4 anos, exatamente quando a criança passa a ter um sistema imunológico maduro. Descrédito total. Em outras palavras, com ou sem a homeopatia, aos 4 anos a Vitória melhoraria.

No trabalho, com a filha piando, liguei pra querida dona da farmácia, que muito gentilmente não só me deu os contatos do médico, mas conseguiu uma consulta imediatamente.

Papai do céu (sempre ajudando) suspendeu as licitações que eu tinha marcadas para aquela bela terça-feira e eu sai correndo prá levar a menina ao médico.

A consulta foi bem demorada, mas vejam algumas das perguntas que o médico me fez:

– sua filha gosta de vento?

– você teve desejos na gravidez?

– sua filha gosta de limão?

–  prefere doce ou salgado?

Não preciso nem dizer que saí da consulta achando o cara pirado, viajado e vários outros ados. Mesmo assim, encomendamos na farmácia a medicação prescrita: Antimonium Tartaricum.

Eu deveria diluir 20 gotas da solução em meio copo de água e dar uma colher de chá a cada hora.

Em resumo: em 6 horas a Vitória saiu de uma crise que demorávamos dias para debelar com a medicina alopática. Estamos suspendendo gradualmente a utilização dos medicamentos “tradicionais”: Predsin e Allegra já se foram; Aerolim ainda está entre nós, assim como o Montelair.

Se as crises continuarão a se repetir, a gente não sabe. Se as crises, quando e se voltarem, serão tão fortes como as de costume, a gente também não sabe.

O que sei é que a menina ficou boa bem rápido e eu só tenho a agradecer: a Andréa, que me conseguiu a consulta; ao Doutor Giliate, médico milagroso; e a Deus, mais uma vez, porque é só asma. Me tira do sério, incomoda muito e faz com que a Vitória tenha uma série de restrições na vidinha, mas, ainda assim, é só asma.

Fonte: Não É a Mamãe – NE10

Blog do Deputado Federal GONZAGA PATRIOTA (PSB/PE)

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