Mais 7 funcionários do governo do Rio são afastados após briga durante CPI dos Ônibus

Mais sete funcionários do governo do Rio de Janeiro foram afastados por participarem de manifestação que acabou em confusão na primeira audiência da CPI dos Ônibus, na última quinta (22), na Câmara Municipal. Ao todo, nove funcionários foram exonerados.

Os sete funcionários, que atuavam na Secretaria de Estado de Habitação, participaram sem autorização do ato durante o expediente de trabalho. Eles são Isabela Lima da Silva (assistente 2), Sidnei Rodrigues de Araújo (chefe de equipe), Ramon Baraúna Assis (chefe de equipe), Rafael Barbosa Ventura (ajudante 1), Denis Teixeira Calixto (ajudante 1), João Felipe Araújo das Chagas (ajudante 1) e Carlos Rodrigo Araújo Chagas (ajudante 1).

Outros dois funcionários, lotados na Secretaria de Estado do Governo, também foram exonerados, conforme anunciado na manhã de sexta (23). Leandro Carlos de Souza e Maicon Justino foram afastados de suas funções, segundo medida publicada no Diário Oficial.

A primeira audiência da comissão terminou em confusão, com detidos e jornalistas agredidos. De acordo com informações da 5ª DP (Mem de Sá), 11 pessoas foram encaminhadas à unidade.

Manifestantes favoráveis à CPI entraram em confronto com o grupo que protestava contra a composição da CPI, cuja presidência e relatoria pertencem a vereadores do PMDB.

Nove delas foram autuadas e classificadas como vítimas de ameaça (ameaça recíproca). Houve ainda um registro de lesão corporal e um de ameaça. Todos os envolvidos assinaram o termo circunstanciado e foram liberados. Os casos serão encaminhados ao Juizado Especial Criminal.

A sessão foi marcada por vaias e um tênis chegou a ser arremessado contra vereadores no plenário da Câmara do Rio.

Fonte R7

Blog do Deputado Federal GONZAGA PATRIOTA (PSB/PE)

O que mais esses manifestantes (que estão mais para vândalos do que para manifestantes de fato) querem ainda? Só se for presidir a cpi dos ônibus… Nenhuma reunião dessa cpi consegue passar “ilesa”, sempre há confusão e volência. Já chega, né?

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