OMS: violência conjugal ou sexual afeta uma em cada três mulheres

Uma em cada três mulheres no mundo é vítima de violência conjugal ou sexual do companheiro ou de outros homens, informa um relatório da OMS baseado em estimativas feitas a partir de dados sobre a população.

O estudo, divulgado nesta quinta-feira em Genebra, foi promovido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em colaboração com a Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres e o Conselho de Pesquisa Médica.

“Cerca de 35% de todas as mulheres já sofreu violência, no casamento ou fora dele, em algum momento de suas vidas”, afirma o documento. “São estatísticas que chocam”, disse aos jornalistas Flavia Bustreo, responsável pela divisão de famílias, mulheres e crianças da OMS. “Também é chocante ver que este fenômeno acontece em todas as partes do mundo”, completou.

O documento revela que a maioria destes crimes é cometida pelo companheiro e que 38% dos assassinatos de mulheres no mundo são de autoria do cônjuge.

Afirma, ainda, que quase um terço de todas as mulheres que já se casaram sofreram violências físicas e/ou sexuais por parte do companheiro.

Os números são inferiores no caso de agressões sexuais por parte de outras pessoas, com 7% de mulheres afetadas pelo mundo.

O relatório enumera as consequências para a saúde desta violência, como o risco maior de o bebê nascer abaixo do peso, de a mãe ter depressão pós-parto, se contaminar com AIDS ou se tornar alcoólatra.

O estudo recomenda programas de prevenção que favoreçam reformas sociais, como o “questionamento de normas que apoiam o controle e a autoridade exercidas pelos homens sobre as mulheres e que estimulam ou toleram a violência contra elas”. O documento também pede para que estas questões sejam levadas em consideração na formação dos médicos.

“Trata-se de um problema mundial de saúde pública, de magnitude epidêmica, que requer uma ação urgente”, declara o relatório, com dados coletados em 81 países.

Fonte: Diário de Pernambuco

Blog do Deputado Federal GONZAGA PATRIOTA (PSB/PE)

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Investigação sobre tiroteio em Buffalo analisa sinais de alerta

Uma investigação sobre o tiroteio no fim de semana em um supermercado no oeste de Nova York se voltará, nesta segunda-feira (16), para saber se as autoridades não perceberam sinais indicadores e bandeiras vermelhas deixados pelo atirador adolescente antes de sua matança racista. Autoridades disseram que Payton Gendron, de 18 anos, realizou um ato de “extremismo violento com motivação racial” quando abriu fogo com um rifle semiautomático no sábado (14) no Tops Friendly Market em Buffalo, onde 11 dos 13 mortos eram negros. “As evidências que descobrimos até agora não são enganosas. Este é um crime de ódio absolutamente racista que será processado como crime de ódio”, disse o comissário de polícia de Buffalo, Joseph Gramaglia, a repórteres no domingo (15). Além de buscar uma compreensão mais clara dos motivos do ataque de Gendron, as autoridades se concentrarão no que poderia ter sido feito para detê-lo, à medida que surgem detalhes do comportamento preocupante do adolescente no ensino médio e na sua atuação online. Gendron figurou no radar da polícia local em junho passado, quando a polícia o deteve depois que ele fez uma ameaça “generalizada” em sua escola, disse Gramaglia. Depois de uma avaliação de saúde mental na época, ele foi liberado após um dia e meio. Um manifesto de 180 páginas que circulou na internet – e que pode ter sido de autoria de Gendron -, delineava a Grande Teoria da Substituição, uma teoria de conspiração racista de que os brancos estavam sendo substituídos por minorias nos Estados Unidos e em outros lugares. Outro documento online, que também parece ter sido escrito por Gendron, esboça uma lista de tarefas para o ataque, incluindo limpar a arma e testar a transmissão ao vivo que ele usaria para transmitir o crime nas mídias sociais. Um porta-voz da promotoria do condado de Erie se recusou a comentar os documentos. Gendron se rendeu à polícia após o tiroteio. Fonte: EBC

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Inscrições para o Enem 2022 terminam no sábado

Os interessados em participar do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) têm até o próximo sábado (21) para fazer a inscrição, habilitando-se para as provas que serão aplicadas nos dias 13 e 20 de novembro. As inscrições para o Enem 2022, tanto para a edição impressa como para a digital, devem ser feitas na Página do Participante. Para acessá-la, clique aqui. A taxa é de R$ 85, e poderá ser paga via PIX, cartão de crédito ou por boleto bancário até o dia 27 deste mês. No momento da inscrição, o candidato escolhe se quer fazer a prova de língua estrangeira em inglês ou espanhol. Ele escolhe também se quer o exame impresso ou digital e informa se precisa de algum atendimento especial (acessibilidade, por exemplo). O estudante também preenche um questionário socioeconômico informando se já concluiu o ensino médio e outras informações cadastrais. Provas As provas serão nos dias 13 e 20 de novembro. Pela primeira vez, o candidato poderá apresentar a versão digital de documento de identificação no dia da prova. Serão aceitos e-título, Carteira de Habilitação Digital ou RG Digital. O candidato deverá abrir o aplicativo e apresentar o documento ao fiscal. Capturas de tela não serão aceitas. O exame terá quatro provas objetivas e uma redação em língua portuguesa. Cada prova objetiva terá 45 questões de múltipla escolha. No primeiro dia do exame, serão aplicadas as provas de linguagens, códigos e redação (língua portuguesa, literatura, língua estrangeira, artes, educação física e tecnologias da informação e comunicação) e de ciências humanas e suas tecnologias (história, geografia, filosofia e sociologia). O tempo para realização da prova é de cinco horas e 30 minutos, contadas a partir da autorização do chefe de sala para o início das provas. No segundo dia do exame, serão aplicadas as provas de ciências da natureza (química, física e biologia) e matemática e suas tecnologias. No segundo dia, o tempo para realizar o exame é de cinco horas, contadas a partir da autorização do chefe de sala para o início das provas. Os gabaritos das provas objetivas serão divulgados no Portal do Inep até o terceiro dia útil após a última prova.

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Inmet prevê geada, neve e avanço do frio no país

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