Unesco alerta que 90% dos crimes contra jornalistas ficam impunes

Brasília – No Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, lembrado hoje (3), a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) informou que, quase toda semana, registra a morte de mais de um jornalista em decorrência da atividade profissional. Além disso, em média, um entre dez crimes contra jornalistas é levado aos tribunais e punido.

Este ano, o principal evento que marca a data está programado para amanhã (4) na Costa Rica – uma conferência internacional que discute temas como a garantia da segurança de jornalistas e profissionais da mídia, o combate à impunidade de crimes contra a liberdade de imprensa, além da segurança online. No encontro devem ser examinadas as dificuldades e os obstáculos que impedem as investigações de ataques contra a liberdade de imprensa, os meios de superá-los e as melhores práticas na luta contra a impunidade.

A estimativa da Unesco é que, durante a última década, mais de 600 jornalistas tenham sido assassinados em todo o mundo. Apenas no ano passado, o órgão condenou o assassinato de 121 profissionais da mídia.

“Garantir a segurança dos jornalistas tornou-se uma prioridade, e a Unesco liderou a elaboração do Plano de Ação das Nações Unidas sobre a Segurança dos Jornalistas e a Questão da Impunidade”, destacou o órgão. O pacote de ações prevê que as agências da Organização das Nações Unidas (ONU) e seus parceiros trabalhem juntos para criar um ambiente de trabalho mais seguro para os jornalistas. A versão em português do plano está disponível no site www.segurancadejornalistas.org.

Fonte: Agência Brasil

Blog do Deputado Federal GONZAGA PATRIOTA (PSB/PE)

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) manteve a bandeira verde em julho para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Com a decisão, não haverá cobrança extra na conta de luz no próximo mês. É o terceiro o anúncio de bandeira verde realizado pela Aneel desde o fim da Bandeira Escassez Hídrica, que durou de setembro de 2021 até meados de abril deste ano. Segundo a Aneel, na ocasião, a bandeira verde foi escolhida devido às condições favoráveis de geração de energia. Caso houvesse a instituição das outras bandeiras, a conta de luz refletiria o reajuste de até 64% das bandeiras tarifárias aprovado nesta semana pela Aneel. Segundo a agência, os aumentos são devido à inflação e ao maior custo das usinas termelétricas neste ano, decorrente do encarecimento do petróleo e do gás natural nos últimos meses. Bandeiras Tarifárias Criadas em 2015 pela Aneel, as bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o SIN gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias. Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, significa que a conta não sofre qualquer acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimos que variam de R$ 2,989 (bandeira amarela) a R$ 9,795 (bandeira vermelha patamar 2) a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. O Sistema Interligado Nacional é dividido em quatro subsistemas: Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte. Praticamente todo o país é coberto pelo SIN. A exceção são algumas partes de estados da Região Norte e de Mato Grosso, além de todo o estado de Roraima. Atualmente, há 212 localidades isoladas do SIN, nas quais o consumo é baixo e representa menos de 1% da carga total do país. A demanda por energia nessas regiões é suprida, principalmente, por térmicas a óleo diesel. Fonte: UOL