Curso obrigatório de direção defensiva inscreve motociclistas

Foto/Google

Quem circula pelas ruas percebe que o número de motos cresce a cada dia e a pressa dos motociclistas, no trânsito, também. Nem todos os motoqueiros sabem, mas eles precisam fazer um curso de direção defensiva, que é obrigatório desde dezembro do ano passado. No Estado, o Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat) é o órgão habilitado pelo Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco (Detran-PE) para oferecer o curso.

A coordenadora do Sest-Senat, Fátima Costa, explica o que os motoqueiros aprendem nesse curso. “Eles têm aulas de ética e cidadania, legislação de trânsito, pilotagem defensiva e preventiva e uma parte prática para saberem como se movimentar defensivamente. Estamos aguardando que o público venha, pois todo motoboy ou mototaxista terá que fazer obrigatoriamente esse curso, que tem duração de 30 horas e custa R$ 170”, afirma.

As inscrições para o curso estão abertas. “Temos uma turma que vai começar no dia 20 de agosto e segue até 27 de agosto, mas também nós fazemos cursos in company, quer dizer, as empresas que precisarem que o nosso instrutor vá até elas e executem o curso lá para a minimização do tempo, nós estamos à disposição. No interior do Estado, o Sest-Senat dispõe de centros em Caruaru e Petrolina. Todas as sedes, inclusive a do Cabo de Santo Agostinho, estão habilitadas a fornecer esse curso”, diz Fátima Costa.

Depois que termina o curso, o motoqueiro deve levar o certificado de conclusão do curso para o Detran, que vai regularizar a situação, pois essa informação vai constar na carteira de habilitação e vai fazer também com que a placa da moto.

De acordo com a diretora de Operações do Detran-PE, Simíramis Queiroz, saber dirigir defensivamente é apenas um dos elementos para garantir a segurança do motoqueiro.  “É importante também frisar que ele tem que ter cotoveleira, joelheira, colete e o capacete em ordem e a viseira transparente para a visibilidade, para quem trabalha à noite”,afirma.

Fonte: pe360graus.com.br

Blog do Deputado Federal GONZAGA PATRIOTA (PSB/PE)

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Gonzaga Patriota cumpre agenda em Pernambuco

A todo vapor! O deputado federal Gonzaga Patriota(PSB) teve mais um final de semana bastante intenso. O parlamentar dedicou sua agenda para visitar municípios pernambucanos, entre eles: Salgueiro, Parnamirim, Ipubi, Ouricuri, Trindade, Araripina, Santa Filomena, Dormentes, Afrânio, Rajada e Petrolina Nessas localidades, o socialista vistoriou obras e estreitou os laços políticos. A agenda começou cedo em Salgueiro, com um café da manhã no Pronto Socorro São Francisco. Ainda, em Salgueiro, ele seguiu para uma entrevista na Rádio Asa Branca FM e fez uma visita ao Sistema Beto Som FM 104,9. A viagem também foi uma oportunidade para revisitar os amigos e correligionários, como Rejânio Brito, em Ipubi. Em Araripina, Patriota vistoriou a obra da UTI Adulta do Hospital Santa Maria, que está sendo realizada com recursos destinados pelo parlamentar. Na ocasião, ele anunciou que R$ 150 mil já estão disponíveis para a instituição. A diretora, Irmã Fátima, comemorou a boa notícia e agradeceu ao deputado pela parceria ao longo dos anos. Em Santa Filomena, o deputado fez uma visita a Prefeitura e na Câmara dos Vereadores, onde realizou uma prestação de contas de emendas que alocou para a saúde do município. Já em Dormentes, visitou a prefeita Josimara Cavalcanti e esteve conferindo a obra do Memorial Geomarco, que está sendo construído com recursos enviados do parlamentar, também visitou o EREM Senador Nilo Coelho, onde estava havendo um festival de dança escolar. Em Afrânio, o deputado fez uma visita cordial ao prefeito Rafael de Perón na nova sede da Prefeitura que será inaugurada no final do mês. Finalizando a agenda, o parlamentar participou do 1º Encontro dos Legislativos Municipais no Vale do São Francisco. O evento, que segue até o dia 25, é realizado pela Órganon em parceria com a Facesf e conta com sete palestras de interesse de agentes políticos e uma mesa redonda.

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Trabalhadores da Volkswagen terão redução de jornada

A fábrica da Volkswagen, em São Bernardo do Campo, no interior de São Paulo, fechou um acordo com os funcionários, que prevê a redução da jornada de trabalho com diminuição de salários para tentar passar pela crise ocasionada pela falta de componentes eletrônicos e peças, o que continua prejudicando a produção nas montadoras. Mesmo com a alta demanda, os veículos não são finalizados, o que gera diminuição do trabalho. Segundo informações do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, a medida está assegurada por acordo válido por cinco anos, firmado pelo sindicato, e a decisão foi comunicada aos trabalhadores, ontem, em assembleias internas. O programa, que tem percentual de redução de 24% da jornada e 12% nos salários, sendo cinco dias a menos de trabalho, será implantado logo após o término das férias coletivas que vão de 27 de junho a 7 de julho. Menor impacto Segundo o diretor administrativo do sindicato e representante na Volks, Wellington Messias Damasceno, a opção pela redução de jornada tem menor impacto na cadeia produtiva e para os trabalhadores terceirizados. “A Volks queria parar um turno, nós negociamos para, ao invés disso, reduzir a jornada e manter os turnos funcionando, o que diminui o impacto na cadeia de produção, nos fornecedores e, sobretudo, nos terceirizados que não têm o mesmo acordo que os trabalhadores da Volks”, explicou. De acordo com o sindicato, a medida será avaliada mês a mês e pode sofrer alterações até a normalização da situação, que não tem data prevista para ocorrer. Por meio de nota, a Volkswagen confirmou a adoção de novas medidas de flexibilização da mão de obra na unidade de São Bernardo do Campo, previstas em Acordo Coletivo de Trabalho com o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, durante o mês de julho, em razão da falta de componentes.

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Estudo avalia eficácia de doses menores para reforço contra covid-19

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) do Mato Grosso e o Instituto Sabin de Vacinas iniciaram um estudo para avaliar se doses menores da vacina contra a covid-19 continuam eficazes na geração da resposta imunológica do organismo. Com doses fracionadas, os pesquisadores também querem reduzir as reações adversas à vacina. O estudo envolve apenas as doses de reforço da vacina. Segundo a Fiocruz, o fracionamento das doses possibilita o aumento mundial da oferta de vacinas, além de orientar novas estratégias globais de imunização. De acordo com os dados do site Our World in Data, uma iniciativa internacional que reúne informações sobre os grandes problemas da humanidade, até o momento 66,3% da população mundial recebeu ao menos uma dose de vacina contra a covid-19, porém a proporção cai para apenas 17,8% nos países pobres. O site indica que já foram aplicadas globalmente 12 bilhões de doses contra a covid-19 e a cada dia são vacinadas 6,33 milhões de pessoas. Em muitos países da África, o esquema básico de vacinação, com duas doses ou dose única, não chegou a 10% da população, ficando em 1,9% na República Democrática do Congo, 4,2% em Madagascar e 4,5% em Camarões. O país no continente com a maior proporção de imunizados é Moçambique, com 66,2%. Já na Europa, as menores proporções de esquema básico de vacinação são da Bulgária (29,9%) e Moldávia (26,4%). Os países europeus que mais vacinaram a população são Portugal (87,3%) e Espanha (86,7%). O Brasil aparece no mapa do Our World in Data com 78,7% da população vacinada com o esquema inicial. Os dados do Ministério da Saúde indicam 165,1 milhões de pessoas imunizadas com duas doses ou dose única, 91,6 milhões com dose de reforço e 7,8 milhões com a quarta dose. O estudo sobre o fracionamento do reforço é financiado pela organização internacional Coalizão para Promoção de Inovações em prol da Preparação para Epidemias (Cepi, sigla em inglês), com US$ 6,3 milhões (R$ 32,7 milhões). A pesquisa está sendo feita também no Paquistão, em parceria do Instituto Sabin com a Universidade de Aga Khan. Em cada país, participarão da pesquisa 1.440 pessoas, que receberão as vacinas Pfizer (dose cheia, metade ou um terço), AstraZeneca (dose cheia ou meia) e Coronavac (dose cheia), sendo acompanhadas por seis meses. De acordo com a vice-presidente de Epidemiologia Aplicada do Instituto Sabin de Vacinas, Denise Garrett, a dose é determinada nos estágios iniciais do desenvolvimento das vacinas, equilibrando o máximo de eficácia com o mínimo de efeitos colaterais. Como na pandemia havia urgência para a disponibilização das vacinas, foi priorizada a eficácia no processo. Fonte: Edenevaldo Alves