Estudantes de Engenharia da Univasf são contemplados com bolsas do programa Ciência Sem Fronteiras

Os estudantes da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), dos cursos de Engenharia da Computação, Renan Alencar e de Engenharia Civil, Danilo Almeida, foram os selecionados para participar do programa Ciência Sem Fronteiras, promovido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (CNPq/MCTI). Os dois alunos embarcarão em janeiro para os Estados Unidos, onde vão cursar um ano da graduação na Universidade Long Beach, na cidade de Long Beach, no estado da Califórnia.
 
O programa Ciência Sem Fronteiras é uma iniciativa do governo federal que visa promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira, por meio de intercâmbio e da mobilidade internacional. Os estudantes selecionados atenderam aos requisitos da seleção, dentre eles, estar cursando entre 40% e 80% do seu curso de graduação; ser ou ter sido bolsistas no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic) ou do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Tecnológica (Pibiti) e demonstrar conhecimento da língua inglesa, mediante comprovação de proficiência.
O aluno do curso de Engenharia da Computação, Renan Alencar, tem grandes expectativas em relação aos conhecimentos que serão adquiridos durante o período do programa. “É um peso que vou ter no meu currículo, de ter passado um ano estudando numa universidade de outro país, adquirindo novas experiências, e isso se tornará um diferencial”, ressalta. Para a professora do colegiado de Engenharia Mecânica, Edna dos Santos, que coordena o programa na Univasf, o intercâmbio nos Estados Unidos trará muitos benefícios aos estudantes. “O aprendizado será em todos os sentidos, tanto acadêmico quanto de vida, pois eles vão ter contato com estudantes numa escola americana e terão de cursar as disciplinas de engenharia e fazer as provas em inglês”, afirma.
Fonte: Ascom/Univasf
Blog do Deputado Federal Gonzaga Patriota (PSB/PE)
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Taxa de abandono escolar no Ensino Médio na rede pública mais que dobra em 2021, aponta Inep

Dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) mostram que a taxa de abandono escolar no Ensino Médio na rede pública mais que dobrou no ano passado. Em 2020, o percentual de estudantes que abandonaram instituições foi de 2,3%, enquanto que, em 2021, a taxa foi de 5%. Os números foram divulgados nesta quinta-feira (19) pelo Inep e integram os resultados finais da segunda etapa do Censo Escolar da Educação Básica 2021. A primeira etapa foi divulgada no início deste ano (veja mais abaixo). No ensino fundamental, a taxa de abandono escolar foi de 1%, em 2020, para 1,2%, em 2021. A única rede que não apresentou elevação foi a privada. Ainda, segundo o levantamento, a região Norte do país foi a que mais sofreu com o abandono dos alunos. Enquanto o país teve um índice de 5% no ensino médio, juntos, os estados do Norte acumularam uma taxa de 10,1% de abandono. Já na etapa do ensino fundamental, o valor foi de 2,5% nesta região. Taxas de aprovação e reprovação A segunda etapa do Censo apontou ainda para uma redução da taxa de aprovação na rede pública em todas as etapas de ensino em comparação com o ano de 2020. Os dados vem após uma certa estabilidade nas taxas de aprovação e reprovação dos alunos em decorrência da pandemia de covid-19 e das estratégias para o seu enfrentamento — como a adoção do “contínuo curricular”, medida que “juntou” os anos letivos de 2020 e 2021 para evitar o aumento da reprovação. Ensino Fundamental Em 2020, a taxa de aprovação nos anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º ano), na rede pública, foi de 98,9%. Já em 2021, esse percentual caiu para 97,6%. Essa redução de 1,3 ponto percentual entre um ano e outro foi a primeira nos últimos cinco anos. Ou seja, com essa queda na aprovação, consequentemente, houve um aumento na reprovação entre 2020 e 2021. Nos anos finais do ensino fundamental, os índices de aprovação caíram em todas as dependências administrativas da rede pública. Em 2020, essa taxa foi de 97,8%. No ano passado, as aprovações diminuíram para 95,7%. As taxas de reprovação nessa etapa também aumentaram, passando de 0,8% para 2%. Ensino Médio Já no ensino médio, a taxa de aprovação caiu de 95% para 90,8% em relação ao ano de 2020. Esse movimento tem reflexo no índice de reprovação: no ano passado, a taxa nessa etapa de ensino foi de 4,2%, um aumento de 1,5 ponto percentual em comparação com 2020 (2,7%). Os dados vem após uma certa estabilidade nas taxas de aprovação e reprovação dos alunos em decorrência da pandemia de covid-19 e das estratégias para o seu enfrentamento — como a adoção do “contínuo curricular”, medida que “juntou” os anos letivos de 2020 e 2021 para evitar o aumento da reprovação. Ensino Fundamental Em 2020, a taxa de aprovação nos anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º ano), na rede pública, foi de 98,9%. Já em 2021, esse percentual caiu para 97,6%. Essa …

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