Morro da Conceição deve reunir 800 mil fiéis durante festejos

99ecd09372ae063897bd80efdd35ea42.jpgÉ chegada a hora de milhares de fiéis subirem o Morro da Conceição, em Casa Amarela, na Zona Norte do Recife, seja para pagar promessa ou, simplesmente, para prestar homenagens à padroeira sentimental da capital pernambucana. A Festa do Morro, como popularmente é conhecida há mais de 100 anos a Festa de Nossa Senhora da Conceição, chega ao 107º ano com a expectativa de reunir 800 mil fiéis.

A festa já começou desde o dia 29 de novembro, mas é no dia dedicado à Santa, nesta quinta-feira (8), que as ladeiras do Morro recebem mais católicos com suas fitinhas coloridas, velas acesas ou papeizinhos com pedidos.

Com o tema “Ave Maria Filha de Deus Pai”, a festa também focaliza a Campanha da Fraternidade 2011, que aborda a temática “Fraternidade e a Vida do Planeta”. Durante as comemorações, haverá distribuição de mudas, informações sobre educação ambiental e conscientização sobre a poluição sonora. Serão distribuídas cerca de 100 mudas por dia.

A cada duas horas haverá missas na Paróquia de Nossa Senhora da Conceição até as 14h desta quinta-feira (8). As celebrações noturnas serão presididas por bispos diocesanos diferentes, vindos de vários pontos de Pernambuco.

No dia dedicado à Santa, a partir das 15h30, acontece a concentração para a grandiosa procissão de encerramento no Parque da Jaqueira. Às 16h, a caminhada seguirá em direção ao Morro da Conceição, culminando com a Missa Solene da Imaculada Conceição presidida pelo arcebispo Metropolitano de Olinda e Recife, dom Fernando Saburido.

A Festa do Morro terá apoio de várias secretarias municipais e um investimento em serviços superior a R$ 500 mil da Prefeitura do Recife. Veja os principais serviços:

LIMPEZA – 780 servidores serão mobilizados para cuidar da limpeza do Morro durante a Festa. Serão reforçados os serviços de varrição e coleta de lixo nas ruas e avenidas com maior movimento de público durante a programação festiva.

SAÚDE – Haverá reforço na Policlínica Barros Lima (Avenida Norte) que funcionará 24 horas. O hospital conveniado Maria Lucinda, localizado no bairro do Parnamirim, atenderá pacientes que necessitem de socorro ortopédico. Uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) acompanhará os fiéis no dia da festa.

ILUMINAÇÃO – Serão instalados 90 pontos de iluminação provisória (gambiarras) e 15 projetores para destacar a decoração festiva e melhorar a luminosidade do local.

COMÉRCIO – 318 pessoas vão fiscalizar o comércio informal durante todo o período de festejo. Equipes da Dircon atuarão 24h. Haverá um ponto de apoio na sede da 3ª Regional. Já no Polo Religioso, as equipes se concentram na Escola Padre João Barbosa, por trás da imagem de Nossa Senhora da Conceição.

Fonte: NE10

Blog do Deputado Federal GONZAGA PATRIOTA (PSB/PE)

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Patamar de rejeição dos candidatos à Presidência é o mais alto desde a eleição de 1989

Em meados de anos eleitorais, um dado além das intenções de voto dos pré-candidatos é fundamental para medir os ventos que sopram sobre a opinião pública: a rejeição. Neste ano, a menos de cinco meses do primeiro turno, os patamares de quem diz “não votar de jeito nenhum” nos postulantes só se igualam aos de agosto de 1989, ano em que o país voltou a ter eleições diretas após a ditadura militar. Levantamento do Globo a partir do banco de dados do Centro de Estudos de Opinião Pública (Cesop/Unicamp), Datafolha, Ibope e Ipec revela que, pela primeira vez, um dos dois pré-candidatos mais bem colocados na preferência popular, o presidente Jair Bolsonaro (PL), ultrapassa a barreira dos 50% de rejeição em meados do ano eleitoral. Os dados mostram também que o ex-presidente Lula (PT), pré-candidato ao Planalto, atingiu, em março de 2022, 37% de rejeição na pesquisa mais recente do Datafolha, passando a ex-presidente Dilma Rousseff, que detinha o recorde da sigla em período semelhante da fase pré-eleitoral. Lula está em patamar numericamente superior aos 34% de agosto de 2018, quando estava preso em Curitiba. Apesar de níveis que, em outras eleições, seriam proibitivos, a rejeição a Bolsonaro não anula sua competitividade. Do mesmo modo, ainda que em patamares menos elevados, a reprovação a Lula também não significa alto risco de derrota. Um dos fatores mais relevantes para essa coincidência entre rejeição e intenção de voto é que ambos são extremamente conhecidos pela população e estabeleceram o cenário inédito, desde a redemocratização, de um presidente tentando a reeleição contra um ex-presidente. Apesar de os entrevistados responderem que não votariam “de jeito nenhum” em certo candidato, no dia a dia da opinião pública há possibilidades, sim, de votar no seu rejeitado. — As rejeições não são estáticas e vão mudando ao longo da campanha para mais ou menos, em função das informações que eleitores recebem e dos fatos que ocorrem. O candidato terá o amor e o ódio, depende da eficácia da campanha — explica Márcia Cavallari, CEO do Ipec, empresa fundada por ex-executivos do Ibope, acrescentando. — Além disso, existe outra forma de medir rejeição, a que investiga o potencial de voto. A técnica citada por Márcia geralmente é incluída na parte final dos questionários. Após perguntas sobre intenção de voto, o profissional do instituto acrescenta questões individuais sobre cada político. O raciocínio de quem responde passa a ser diferente, uma vez que ele avalia um por um em vez de todos simultaneamente. — Ao responder um por um, o entrevistado não está buscando ser coerente com ele mesmo, a avaliação é sobre cada político. Esses dados são importantes. Por exemplo, conseguimos cruzar os votos que chamamos de preferenciais, quando mais de um candidato é escolhido no “com certeza votaria”, e os exclusivos, dos respondentes que só escolheram um político para votar sem dúvidas — diz Márcia. Diretor do Cesop/Unicamp, o cientista político Oswaldo do Amaral explica que rejeição e identificação são duas variáveis que caminham juntas e espelham tanto exposição quanto o próprio protagonismo …

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Preço médio de veículos usados tem 1ª queda após 21 meses seguidos de alta

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