Combate ao crack pena em várias dificuldades
Um mês depois da cerimônia de lançamento, no Recife, do quarto programa contra o crack em dois anos, que contou até com a presença dos ministros da Justiça, Luiz Eduardo Cardozo, e da Saúde, Alexandre Padilha, a principal iniciativa do governo do Estado para tratar os dependentes químicos permanece sem a devida estrutura para lidar com a epidemia da droga presente em todos os municípios pernambucanos.
O Programa Atitude, da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, paga aos 350 técnicos com atraso, até hoje não arcou com as diárias de quem trabalhou no Carnaval e não tem vaga suficiente para todas as pessoas que precisam de internamento, devido à dependência química.
Profissionais ouvidos pelos JC contam que nunca receberam em dia salários nem vales-transporte e que falta material para entregar aos usuários nas abordagens de rua.
Os salários dos trabalhadores de nível médio vão de R$ 622 a R$ 1,2 mil. Os técnicos de nível superior ganham entre R$ 1,8 e R$ 3 mil.
Eles atuam em dez centros (cada um com capacidade para atender 30 usuários) existentes nos municípios do Recife (dois), Jaboatão dos Guararapes (dois), Cabo de Santo Agostinho (dois), Caruaru (três) e Floresta (um). Cinco desses centros são para acolhimento intensivo.
AJUSTES – O gerente do Programa Atitude, Rafael West, afirma que o projeto está passando por ajustes e que o atraso do pagamento seria decorrente do processo de inclusão das despesas no Plano Plurianual 2012-2015. No entanto, ele assegurou que o atraso nunca foi superior a cinco dias.
Fonte: JC Online
Blog do Deputado Federal GONZAGA PATRIOTA (PSB/PE)





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