Prevenir o câncer é cuidar da vida

Deputado Federal Gonzaga Patriota

O câncer não é mais uma doença totalmente incurável. No Brasil quando se fala em combater esse mal, basta seguir as orientações do professor Paulo Hoff, diretor do Centro Oncológico do Hospital Sírio-Libanês, para não se acometer dessa terrível doença ou, se já estiver com ela, ainda poder dominar suas neoplasias.

Confiante no poder das investigações científicas mais certeiras nos tempos atuais, centradas da terapia alvo, o Dr.Paulo Hoff, acredita que já existe cura de aproximadamente 60% de pessoas com câncer de mama, testículos, próstata, pulmão, leucemias, linfomas, dentre outros, desde que detectados em estágios iniciais, porque aí eles dependem da descoberta de alterações celulares e da subsequente aplicação de medicamentos que neutralizem as mutações.

O professor Hoff dá orientações para não se acometer dessa terrível doença ou, se já estiver com ela, poder dominar suas neoplasias.

Câncer é uma doença caracterizada por uma população de células que cresce e se divide, sem respeitar os limites normais, invade e destrói tecidos adjacentes, e pode se espalhar para lugares distantes no corpo, através de um processo chamado metástese. Essas propriedades malígnas do câncer o diferenciam dos tumores benígnos, que são auto-limitados em seu crescimento e não invadem tecidos adjacentes (embora alguns tumores benígnos sejam capazes de se tornarem malígnos).

O câncer pode afetar pessoas de todas as idades, mas o risco para a maioria dos tipos de câncer aumenta com o acréscimo da idade. Essa doença causa cerca de 13% de todas as mortes no mundo, sendo os cânceres de pulmão, estômago, fígado, cólon e mama os que mais matam.

Segundo o professor Paulo Hoff, conhecer o câncer é conhecer a vida; Ele justifica fazendo um paralelo do câncer, atualmente, com a tuberculose há cem anos, que matava um quarto da população e hoje, praticamente não mata mais ninguém, além de outras doenças que foram sendo eliminadas através de prevenções com vacinas, bem como as doenças cardiovasculares, hoje também controladas.

O Câncer visto pela ciência, nos dias atuais, não é uma doença de sete cabeças; depende da individualização das terapias, alterações celulares e que seja detectado no início da formação do tumor, para que haja a possibilidade de cura. Com certeza o nosso querido ex-presidente Lula que tanto fez pela saúde no Brasil, vai tirar de letra esse câncer, como tiraram tantos outros brasileiros, a exemplo da Presidenta Dilma Rousseff e do querido Deputado sertaniense, Ângelo Rafael.

 Um grande exemplo de luta e vitória contra o câncer é do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, que se recuperou de um câncer na laringe. O nosso eterno presidente Lula chorou ao receber do coordenador da equipe médica, Roberto Kalil, a notícia de que o tumor na laringe desapareceu.  Outros ilustres brasileiros também tiraram de letra essa doença dos seus corpos, a exemplo da Presidente Dilma Rousseff e do querido deputado pernambucano, Ângelo Rafael Ferreira.

Na hora da recuperação, carinho, amor e compreensão, são ingredientes que não podem faltar. Portanto, se você tiver algum amigo ou parente nessa situação, não deixe de visitá-lo e levar-lhe esses ingredientes. Ter apoio nesse momento faz toda diferença.

GONZAGA PATRIOTA, Contador, Advogado, Administrador de Empresas e Jornalista, pós-graduado em Ciência Política e Mestre em Ciência Política e Políticas Públicas e Governo e Doutorando em Direito Civil.

Blog do Deputado Federal GONZAGA PATRIOTA (PSB/PE)

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Sancionada com vetos a lei que regulamenta a profissão de educação física

Foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (28) a Lei 14.386/22, que regulamenta o exercício das atividades dos profissionais de educação física e regulariza a lei que criou os conselhos federal e regionais de educação física. A norma foi sancionada com dois vetos. Em um deles, o presidente da República, Jair Bolsonaro, não reconheceu a competência dada ao Conselho Federal de Educação Física (Confef) de estabelecer, mediante ato normativo próprio, a lista de atividades e modalidades esportivas que exijam a atuação desse profissional. O presidente considerou o trecho inconstitucional. “O dispositivo viola a previsão de que somente a lei pode limitar o exercício profissional, conforme o disposto no inciso XIII do caput do artigo 5º da Constituição, o qual assegura o livre exercício de qualquer profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer”, argumentou Bolsonaro na justificativa do veto. Também haveria, segundo o Poder Executivo, reserva de mercado que privilegiaria esses profissionais em detrimento de outros. Além disso, o governo lembra que a Lei 9.696/98, que regulamenta a profissão, já estabelece as competências dos educadores físicos. ConselhosA Lei 14.386/22 é fruto do  Projeto de Lei 2486/21, apresentado pelo Executivo para sanar controvérsias judiciais sobre a criação dos conselhos federal e regionais de educação física — criados por iniciativa do Congresso por meio da Lei 9.696/98, apesar de tal incumbência caber ao governo federal.  A proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados em fevereiro deste ano, onde foi relatada deputado Roman (PP-PR). Atribuições e taxasCaberá aos conselhos regionais registrar os profissionais e expedir suas carteiras de identidade profissional, arrecadar taxas e anuidades, julgar infrações e aplicar penalidades, além de fiscalizar o exercício profissional como um todo, dentre outras obrigações. O Conselho Federal de Educação Física ficará com os valores pagos pela inscrição dos profissionais e das pessoas jurídicas e com 20% das anuidades, os conselhos regionais terão 80% das anuidades. DiplomaBolsonaro também vetou a exigência de o Ministério da Educação reconhecer ou autorizar todos os diplomas de curso superior. De acordo com o Executivo, o dispositivo contraria o interesse público e causaria prejuízo aos detentores de diplomas emitidos pelos demais sistemas de ensino que compõem a educação nacional. “Ressalta-se que os cursos superiores oferecidos por universidades estaduais, distritais ou municipais, incluídos os de educação física, não se submetem à autorização ou ao reconhecimento do Ministério da Educação”, afirma o governo. Podem atuar na área quem tem diploma em curso de educação física, os formados em cursos superiores de tecnologia conexos à educação física (como tecnólogo em educação física ou em gestão desportiva em lazer) e os que tenham comprovadamente exercido atividades próprias dos profissionais de educação física até a entrada da Lei 9.696/98. O Congresso Nacional ainda precisa analisar esses vetos. Para que um veto seja derrubado, é necessária a maioria absoluta dos votos de deputados (257) e senadores (41), computados separadamente. Ainda não há data marcada para análise dos vetos. Fonte: Agência Câmara de Notícias

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