PT e PSB travam batalha por aliança favorável no Recife
- By : Assessoria de Comunicação do Deputado Gonzaga Patriota
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A pré-campanha para prefeito em Recife (PE) tem um quadro novo a cada semana. A fratricida disputa interna do PT pela indicação do pré-candidato do partido fez o governador Eduardo Campos (PSB) anunciar que lideraria as articulações, convidando o PT para participar da campanha com um candidato a vice. O senador Humberto Costa (PT), porém, disse que isso seria impossível para seu partido. “Estamos na prefeitura há três mandatos. Temos uma história na gestão da cidade”, defendeu.
Pré-candidato por indicação da executiva nacional do PT, Costa passou um fim de semana reconfortante, após a divulgação de uma pesquisa de opinião na qual aparece como o nome mais lembrado pelos eleitores na capital pernambucana, com 35% das intenções de voto. “Essa pesquisa mostra que meu nome é competitivo, que o partido tem uma força política na cidade”, afirmou.
De acordo com o senador, além da pesquisa, a manutenção da cabeça de chapa pelo PT em uma aliança conta com outros argumentos. “O PSB lidera o governo de Pernambuco e o equilíbrio se dá com o PT na prefeitura do Recife. Queremos a Frente Popular com equilíbrio de forças”. Os petistas lembram ainda que o PSB é aliado do PT em nível federal.
Outras situações também servem de argumento favorável ao PT. Além da força política de Costa no Recife, o PT conta com o deputado federal João Paulo, ex-prefeito da cidade e o deputado federal mais votado do partido em todo o país. Nas pesquisas de opinião espontâneas, João Paulo é o mais lembrado como candidato a prefeito. Seu nome marca, inclusive, um distanciamento do governador Eduardo Campos, com quem já viveu um atrito político em uma curta passagem como secretário de Estado.
Por outro lado, para justificar um candidato do PSB ao cargo de prefeito, o governador Eduardo Campos diz que o PT vive uma disputa interna e que, por isso, não pode liderar outros partidos em torno de um projeto de governo. Mostrando a disposição de Campos, quatro secretários de Estado do governo do PSB foram exonerados, dois de perfil político e dois de perfil técnico. O afastamento do governo é a condição que os torna elegíveis, ficando à disposição do partido.
Fonte: Terra
Blog do Deputado Federal GONZAGA PATRIOTA (PSB/PE)





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