Smartphones e tablets mudam forma de acesso a notícias

10d73db27c9d134f6a1355d5a2bbacad.jpgA metade dos adultos americanos tem um smartphone ou um tablet e a maioria deles usa estes dispositivos para ter acesso à informação, segundo estudo publicado nesta segunda-feira (1º).

O relatório do Project for Excellence in Journalism, PEJ, (Projeto para a Excelência no Jornalismo) do Pew Research Center em colaboração com o grupo de notícias The Economist concluiu que a mudança no uso de dispositivos móveis têm grandes implicações para o setor de notícias.

Segundo a pesquisa, 22% dos adultos americanos possuem um tablet, mais que o dobro de há um ano, e 3% usam o tablet de alguém de casa.

Quarenta e dois por cento possuem smartphones, segundo o estudo, 35% a mais que em maio de 2011.

Sessenta e quatro por cento dos usuários de tablets e 62% dos de smartphones afirmam que usam esses dispositivos para consultar notícias pelo menos semanalmente, e quase a mesma porcentagem o utiliza para consultar o e-mail ou para jogar.

O estudo descobriu que os americanos fazem muito mais que simplesmente clicar nas manchetes dos dispositivos móveis e que 73% daqueles que viram notícias em seu tablet leram artigos em profundidade várias vezes.

“Inclusive com a ampliação da população e com um amplo leque de atividades competindo, os donos de dispositivos móveis se veem atraídos pelas notícias em seus tablets ou smartphones”, declarou a diretora adjunta do PEJ, Amy Mitchell.

“Os dispositivos móveis estão aumentando, mais que substituindo, quantas notícias as pessoas consomem”.

Segundo o estudo, 43% dos novos usuários de tablets afirmam que a tecnologia acrescenta a quantidade de tempo que passam vendo notícias e 31% reconheceu que obtém notícias de fontes que não usavam antes.

O relatório se baseia em uma pesquisa realizada com 9.513 adultos em junho-agosto de 2012, entre eles 4.638 donos de dispositivos móveis.

O relatório também mostrou que a introdução dos novos tablets a preços reduzidos no final de 2011 trouxe uma nova safra de usuários de tablets. Agora, 52% dos donos de tablets dizem ter um iPad, contra 81% há um ano. Quarenta e oito por cento afirmam que possuem dispositivos com o sistema operacional Android e 21% têm um Kindle Fire.

Fonte: AFP

Blog do Deputado Federal GONZAGA PATRIOTA (PSB/PE)

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Eleições 2022: restrições para agentes públicos começam a valer hoje

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Brasil ganha 4,3 milhões de eleitores desde 2020

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registra, hoje, 152 milhões de brasileiros aptos a votar. O número é 2,9% maior do que a quantidade de eleitores em 2020, quando 147 milhões de pessoas podiam ir às urnas. Esse também é o patamar mais alto desde 2008, ano do primeiro registro histórico listado nas estatísticas do TSE. Nesses últimos 14 anos, o número máximo de eleitores havia sido alcançado em 2019 — 147,8 milhões. A evolução do número de aptos ao voto só registrou queda em 2020, quando houve redução de quase 2 milhões de votantes em relação ao ano anterior. A maior parte da população habilitada ao pleito de outubro tem entre 45 a 59 anos, é mulher e possui ensino médio completo. Ao todo, 53% da população que deve ir às urnas em outubro é do gênero feminino, 26,72% tem grau de instrução até o ensino médio e 22,87% têm ensino fundamental incompleto. Entre jovens de 16 e 17 anos, público-alvo de campanhas de incentivo ao título de eleitor neste ano, são mais de 2,5 milhões de aptos. Os dados contribuem para entender como será definida a eleição marcada para exatos 93 dias. Confira datas importantes do calendário eleitoral: Confira datas importantes do calendário eleitoral:

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Redução dos impostos começa a baixar o preço da gasolina em postos

A redução de impostos continua provocando baixa no preço dos combustíveis e chegou a R$ 6,43 em alguns revendedores de Brasília. Esse era o valor cobrado pelo litro da gasolina em um posto ao lado do Palácio do Buriti. Segundo o presidente do Sindicombustíveis-DF, Paulo Tavares, a queda se deve à zeragem do PIS/Cofins, que são tributos federais, e à redução do ICMS, um imposto estadual. Ele observou que a Lei Complementar 192/2022 determinou o cálculo do ICMS com base na média dos últimos 60 meses. A lei definiu, ainda, que o ICMS incidirá uma única vez sobre os combustíveis, com alíquota única em âmbito nacional. A medida foi contestada pelos estados no Supremo Tribunal Federal (STF). Em 17 de junho, o ministro André Mendonça reafirmou a validade da lei, que entrou em vigor ontem. Os governadores, porém, recorreram.O presidente do Sindicombustíveis-DF, lembrou que, no caso dos impostos federais, a redução vale apenas até 31 de dezembro. Em janeiro do ano que vem, volta para o preço”, disse. “Temos também a queda devido ao ICMS, ou seja, o governo passou a arrecadar menos R$ 0,50 por litro de gasolina a partir de hoje.” Tavares explicou que, até o momento, o impacto da queda das alíquotas de impostos gira em torno de R$ 1. “A queda vai depender da distribuidora repassar tudo aos revendedores, e dos estoques”, afirmou. “Agora, se vai permanecer caindo ou não, depende do STF.” De acordo com o presidente do Sindicombustíveis-DF, se o STF julgar que a Lei Complementar é inconstitucional, porque obriga os governadores a terem uma alíquota de ICMS única, não haverá novas quedas de preço. “Mas se ele disser que é constitucional, os preços vão cair mais uns R$ 0,40, ou seja, a gasolina poderá ficar entre R$ 5,99 e R$ 6,50, dependendo do revendedor.” Segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP), a nível nacional, o preço do litro da gasolina caiu do recorde histórico de R$ 7,390, na semana passada, para R$ 7,127. O preço médio em São Paulo passou de R$ 6,974 para R$ 6,697 nas duas últimas semanas. Em Goiás, também houve redução da gasolina: de R$ 7,478 para R$ 7,078. Fonte: DP