Smartphones ficarão até 25% mais baratos

Quem pretende comprar um smartphone ainda este ano terá uma boa notícia nos próximos dias. Segundo o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, o consumidor final poderá encontrar os aparelhos 25% mais baratos nas lojas. Ele também declarou que o Governo deve publicar, em breve, os decretos de desoneração dos smartphones, que, quando forem validados, terão PIS e Cofins reduzidos. Atualmente, esses aparelhos custam de R$ 500 (Sam­­sung Galaxy Y) a R$ 2.099 (Samsung Galaxy Slll). Com a con­­cretização da medida, os consumidores poderão encontrar os aparelhos mais simples por menos de R$ 400.

Para o Gerente nacional de Telecon da Nagem, Flávio Duran, esses aparelhos têm um valor agregado muito alto. “A medida irá massificar o produto no mercado, uma vez que mais executivos precisam estar conectados à internet e aos programas”, avalia. De acordo com o sócio diretor da Webfones, site de vendas, a isenção do imposto casou bem com a proximidade das compras de fim de ano. “Com o corte para as empresas (de até 10%) será possível fornecer aos clientes um desconto de até 25%”, informa. Segundo o empresário, o faturamento do site deve crescer 50% em relação aos meses anteriores.

O diretor presidente da Infobox, Pedro Gondim, diz que as pessoas estão percebendo as vantagens de comprar um smartphone. “Está cada vez mais visível a necessidade de ter uma rede social e também de usufruir disso com mobilidade”, comenta Gondim. O Governo tem dois objetivos com a iniciativa: dar competitividade à indústria nacional e popularizar a banda larga. Na opinião do consultor de Estratégias Empresariais da empresa Porto Marinho, Claudio Marinho, existe uma tendência mundial muito forte dos celulares comportarem navegação. “Essa medida traz benefícios para o mercado, para as empresas que desenvolvem os softwares e para as famílias”, coloca o consultor.

A universitária Tatiane Rotondaro informa que o desconto veio em boa hora. “Vai ser bom adquirir um smartphone por todas as vantagens que ele possui e, claro, com um preço bem mais em conta”.

Fonte: Folhape

Blog do Deputado Federal GONZAGA PATRIOTA (PSB/PE)

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) manteve a bandeira verde em julho para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Com a decisão, não haverá cobrança extra na conta de luz no próximo mês. É o terceiro o anúncio de bandeira verde realizado pela Aneel desde o fim da Bandeira Escassez Hídrica, que durou de setembro de 2021 até meados de abril deste ano. Segundo a Aneel, na ocasião, a bandeira verde foi escolhida devido às condições favoráveis de geração de energia. Caso houvesse a instituição das outras bandeiras, a conta de luz refletiria o reajuste de até 64% das bandeiras tarifárias aprovado nesta semana pela Aneel. Segundo a agência, os aumentos são devido à inflação e ao maior custo das usinas termelétricas neste ano, decorrente do encarecimento do petróleo e do gás natural nos últimos meses. Bandeiras Tarifárias Criadas em 2015 pela Aneel, as bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o SIN gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias. Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, significa que a conta não sofre qualquer acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimos que variam de R$ 2,989 (bandeira amarela) a R$ 9,795 (bandeira vermelha patamar 2) a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. O Sistema Interligado Nacional é dividido em quatro subsistemas: Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte. Praticamente todo o país é coberto pelo SIN. A exceção são algumas partes de estados da Região Norte e de Mato Grosso, além de todo o estado de Roraima. Atualmente, há 212 localidades isoladas do SIN, nas quais o consumo é baixo e representa menos de 1% da carga total do país. A demanda por energia nessas regiões é suprida, principalmente, por térmicas a óleo diesel. Fonte: UOL