Um ano sem Steve Jobs

Empresário, marqueteiro ou visionário? Qual seria a melhor característica para descrever Steven Paul Jobs? Para os íntimos, apenas Jobs. A próxima sexta-feira (05) marca o primeiro aniversário de morte do cofundador da companhia mais valiosa de toda a história, a Apple. No dia 5 de outubro de 2011 o responsável por revolucionar as indústrias de informática, animação, marketing e música, perdia a luta contra o câncer pancreático e deixava milhões de geeks e profissionais do ramo da informática órfãos.

Sua morte perpertou uma série de especulações sobre os próximos anos da Apple. Existe futuro para a gigante de Cupertino sem Jobs? E quanto ao espírito inovador da empresa, ele ainda estaria vivo sem a presença dele? Apesar de fazer pouco tempo desde sua morte, o que se especula é que durante o último ano na empresa, Jobs deixou no inventário da Apple, uma quantidade de produtos suficientes para garantir os próximos anos da multinacional como líder de mercado.

Além de comandar a Apple, Jobs também esteve à frente de empresas como a Pixar, esta última comprada por ele pelo valor de aproximadamente R$ 20 milhões no ano de 1986. Produtos como o iPhone, iPads e até mesmo filmes como Toy Story, o primeiro longa produzido totalmente por animação gráfica, e Procurando Nemo talvez não seriam realidades possíveis se Jobs não tivesse um espírito empreendedor e nem fosse atento a pequenos detalhes que, para seus concorrentes, eram meras paranoias de uma mente perturbada.

Em meio a milhões de geeks e profissionais de informática estão os que amam e os que odeiam a trajetória do visionário. Segundo o estudante de ciências da computação, Felipe Medeiros, de 28 anos, as pessoas são ofuscadas pela história de uma mente muito inteligente em meio há tantas outras. “Não desmereço todo o trabalho dele, mas, acho que tudo se deve a sua grande capacidade de venda”, comenta. Para Medeiros, Steve Wozniak, deveria ser tão lembrado quanto Jobs. “Atribuíram tudo da Apple à Jobs, mas, esquecem que no início Woz estava lá também”, complementa.

Já para o desenvolvedor da Naips Tecnologia, Tiago Perrelli, o empresário merece toda popularidade que tem. “No começo, todos achavam que as ideias dele eram loucas, que não dariam certo. O que aconteceu é que Jobs acabou conquistando a todos com seu temperamento e jeito únicos”, comenta. O desenvolvedor também acredita que a usabilidade dos produtos da empresa da maçã foi a maior herança dele. “O espírito empreendedor dele agora faz parte da cultura da multinacional. O lado crítico de Jobs foi muito importante para a Apple se tornar o que é”, frisa.

E quanto a Tim Cook? Em agosto de 2011, Jobs passou a bola para o CEO, presente em grandes empresas como a IBM e a Compaq. Segundo o próprio Jobs, em carta de despedida, a gigante de Cupertino viveria seus melhores momentos na nova gestão. “Em relação ao meu sucessor, eu recomendo fortemente que nós executemos nosso plano de sucessão e que Tim Cook seja nomeado CEO da Apple”, disse Jobs.

Um pouco antes de Cook completar um ano como chefão da Apple, a empresa alcançou o valor de mercado de US$ 621 bilhões. Nesse mesmo ano, a venda dos produtos da Apple cresceu expressivamente e ganhou mais espaço no mercado dos smartphones, perdendo apenas para a Samsung. Seria Cook o novo Jobs? Não exatamente. Pelo menos, por enquanto.

A verdade é que, desde que assumiu a Apple, Cook não surpreendeu. O lançamento do iPhone 5 rendeu muitas críticas, apesar da boa administração do novo CEO. Segundo o desenvolvedor Marcelo Monteiro, todos subestimam Cook. “Ele está na empresa há mais de dez anos. O próprio Steve pediu para que ele assumisse a Apple. Não pode ter sido uma escolha totalmente equivocada”, comenta.

Fonte: FolhaPE

Blog do Deputado Federal GONZAGA PATRIOTA (PSB/PE)

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