Há 24 anos morria o Rei do Baião

aHá exatos 24 anos, Luiz Gonzaga silenciou a sanfona. O Rei do Baião deu adeus, após parada cardiorrespiratória. A saudade do som do maior ícone musical do Nordeste ganhou, há pouco, a companhia da dolorosa partida do pupilo Dominguinhos, morto no último dia 23. O Viver aproveita a data para rememorar curiosidades do forrozeiro de Exu, cuja produção jamais se esgota no repertório brasileiro. E vale avisar: o dia é de recordações e homenagens ao Velho Lua

TRIBUTOS

Nos palcos
A 9ª Vigília Gonzagueana vai reunir mais de 50 sanfoneiros de todo o estado, nesta sexta-feira, no Nosso Quintal (3228-6846). A partir das 5h, com entrada gratuita.Já o Espaço Cultural Dominguinhos reúne Genival Lacerda, Ivan Ferraz, João Lacerda. Será no sábado, a partir das 13h, com ingresso a R$ 10. Mais informações:3271-1994.

Na telinha
Para homenagear Gonzaga, o compositor e cantor Maciel Melo é um dos convidados do programa Encontro com Fátima Bernardes, nesta sexta-feira, na Globo. O pernambucano divide o palco com o compositor baiano Gereba. Canta a valsa Sanfona dourada, com melodia de Luiz Gonzaga e letra do próprio Maciel.

Pode tocar
Discos, é claro, não poderiam faltar. Ano passado, chegaram às lojas duas coletâneas, Olha Pro Céu (Universal), em que vários intérpretes cantam obras do Rei em um disco duplo, e Gilberto Gil canta Luiz Gonzaga (Warner/Discobertas).

Quanta história…

Ô, lorota boa
Depois do álbum Sgt. Peppers, dos Beatles, especulou-se que o quarteto de Liverpool teria gravado Asa Branca. Tardou, mas o empresário do conjunto inglês, Don Kass, desmentiu a gravação da canção. O boato partiu do compositor Carlos Imperial.

Fole endiabrado
Luiz Gonzaga era adepto da sanfona Todeschini. Ao longo da carreira, ganhou quatro modelos do instrumento, sendo o último, de cor branca, o mais lembrado.

Primeiro apelido
Por ter um rosto arredondado e um largo sorriso, Luiz Gonzaga ganhou de Dino, um violista, o apelido de Lua – codinome divulgado por César Alencar e Paulo Gracindo.

Da cabeça aos pés
Foi vendo uma apresentação do catarinense Pedro Raimundo, que se vestia com bombachas, que Gonzagão passou a vestir trajes nordestinos nos palcos. Sua marca era o chapéu de couro.

A produção
Foram 2378 rpm e 42 LPs. Sem contar as inúmeras participações em projetos de outros cantores.

Ver para lembrar

Exposição

O imaginário do Rei – Visões sobre o universo de Luiz Gonzaga
Até setembro, a mostra destaca a trajetória e a obra do músico pernambucano (1912-1989). A exposição fica em cartaz na Oca, no parque Ibirapuera, em São Paulo, reunindo fotos antigas, discos e filmes como O Milagre de Santa Luzia (Sérgio Roizenblit). A entrada é gratuita.

Teatro

Gonzagão – A lenda
Descolado de um único protagonista (todo mundo vive o Rei do Baião), o espetáculo mistura passado, presente e futuro — o que se reflete em figurinos e cenário. A peça de João Falcão entrou em cartaz em 2012, ano do centenário do nordestino.

Filme

Gonzaga, de pai para filho
Biografia de Luiz Gonzaga e do filho Gonzaguinha, superou a marca de 1 milhão de espectadores e chegou à telinha em formato de microssérie. A história, de Breno Silveira, foi baseada em conversas realizadas entre pai e filho.

Fonte: Diario de PE

Blog do Deputado Federal GONZAGA PATRIOTA (PSB/PE)

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Taxa de abandono escolar no Ensino Médio na rede pública mais que dobra em 2021, aponta Inep

Dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) mostram que a taxa de abandono escolar no Ensino Médio na rede pública mais que dobrou no ano passado. Em 2020, o percentual de estudantes que abandonaram instituições foi de 2,3%, enquanto que, em 2021, a taxa foi de 5%. Os números foram divulgados nesta quinta-feira (19) pelo Inep e integram os resultados finais da segunda etapa do Censo Escolar da Educação Básica 2021. A primeira etapa foi divulgada no início deste ano (veja mais abaixo). No ensino fundamental, a taxa de abandono escolar foi de 1%, em 2020, para 1,2%, em 2021. A única rede que não apresentou elevação foi a privada. Ainda, segundo o levantamento, a região Norte do país foi a que mais sofreu com o abandono dos alunos. Enquanto o país teve um índice de 5% no ensino médio, juntos, os estados do Norte acumularam uma taxa de 10,1% de abandono. Já na etapa do ensino fundamental, o valor foi de 2,5% nesta região. Taxas de aprovação e reprovação A segunda etapa do Censo apontou ainda para uma redução da taxa de aprovação na rede pública em todas as etapas de ensino em comparação com o ano de 2020. Os dados vem após uma certa estabilidade nas taxas de aprovação e reprovação dos alunos em decorrência da pandemia de covid-19 e das estratégias para o seu enfrentamento — como a adoção do “contínuo curricular”, medida que “juntou” os anos letivos de 2020 e 2021 para evitar o aumento da reprovação. Ensino Fundamental Em 2020, a taxa de aprovação nos anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º ano), na rede pública, foi de 98,9%. Já em 2021, esse percentual caiu para 97,6%. Essa redução de 1,3 ponto percentual entre um ano e outro foi a primeira nos últimos cinco anos. Ou seja, com essa queda na aprovação, consequentemente, houve um aumento na reprovação entre 2020 e 2021. Nos anos finais do ensino fundamental, os índices de aprovação caíram em todas as dependências administrativas da rede pública. Em 2020, essa taxa foi de 97,8%. No ano passado, as aprovações diminuíram para 95,7%. As taxas de reprovação nessa etapa também aumentaram, passando de 0,8% para 2%. Ensino Médio Já no ensino médio, a taxa de aprovação caiu de 95% para 90,8% em relação ao ano de 2020. Esse movimento tem reflexo no índice de reprovação: no ano passado, a taxa nessa etapa de ensino foi de 4,2%, um aumento de 1,5 ponto percentual em comparação com 2020 (2,7%). Os dados vem após uma certa estabilidade nas taxas de aprovação e reprovação dos alunos em decorrência da pandemia de covid-19 e das estratégias para o seu enfrentamento — como a adoção do “contínuo curricular”, medida que “juntou” os anos letivos de 2020 e 2021 para evitar o aumento da reprovação. Ensino Fundamental Em 2020, a taxa de aprovação nos anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º ano), na rede pública, foi de 98,9%. Já em 2021, esse percentual caiu para 97,6%. Essa …

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