PCR abre 8.789 vagas em cursos gratuitos nas Unidades de Tecnologia

untitledVisando promover a inclusão digital, além de preparar os jovens recifenses para o mercado de trabalho, a secretaria de Educação do Recife anunciou que abrirá, nessa quinta-feira (1º) inscrições para 8.789 vagas em cursos gratuitos nas Unidades de Tecnologia na Educação e Cidadania (Utecs). Segundo o órgão, as inscrições podem ser realizadas até a sexta-feira (2), das 8h às 18h, em qualquer uma das 16 Utecs. Ainda de acordo com a secretaria, as vagas são abertas para o público em geral, contudo, o requisito básico é ter 14 anos de idade ou mais, e escolaridade mínima do 6º ano do ensino fundamental.

Segundo o anúncio, serão ofertados cursos de edição de texto, apresentação com internet, planilhas eletrônicas e ferramentas web, com duração de 40 horas/aula. As turmas terão aula de segunda a sexta, a partir do próximo dia 5 de agosto, em todas as Utecs. Para se inscrever, é necessária a apresentação de documento com foto e comprovante de residência. A confirmação das vagas se dará por ordem de chegada, no ato da inscrição. No curso, que é promovido pelo Programa Municipal de Tecnologia e Educação (PMTE), os alunos terão contatos com as ferramentas do Windows e do software livre Linux.

Para obter mais informações, os interessados podem se dirigir a uma das Utecs ou telefonar para 3355-5465. Confira a localização e os contatos das Utecs na tabela:
Utecs Fixas

Santo Amaro Av. Saudade, nº 303 – Santo Amaro – Telefone: 3355-3800

Jornalista Cristiano Donato Rua Imperatriz, nº 182 – Boa Vista – Telefone: 3355-5942/5943

Largo Dom Luís Praça Largo Dom Luís, s/n – Casa Amarela – Telefone: 3355-3909

Gregório Bezerra Praça Pinto Damaso, nº 2005 – Várzea – Telefone: 3355-4032

Jardim Botânico BR 232, Km 7, s/n – Curado – Telefone: 3355-0320

Sítio da Trindade Estrada do Arraial, nº 3259 – Casa Amarela – Telefone: 3355-3929
Ibura Rua Santa Maria Madalena, s/n – UR 01 – Ibura – Cohab – Telefone: 3355-4030

Nóbrega Rua Oliveira Lima, nº 824 – Boa Vista – Telefone: 3355-5484

Utecs Móveis

Pátio do Centro de Qualificação Profissional São José Rua Coelho Leite s/n – Santo Amaro – Telefone: 3355-6945

Pátio da Escola Municipal Ricardo Gama Rua Guaíra, nº160 – Linha do Tiro – Telefone: 3355-3023
Pátio da Escola Municipal da Mangabeira Rua do Cinema, nº 103 – Mangabeira Sem telefone. Ligar para a Utec Nóbrega: 3355-5465

UFRPE – Biblioteca Central Rua Dom Manuel Medeiros, s/n Dois Irmãos Sem telefone. Ligar para a Utec Nóbrega: 3355-5465

Pátio da Escola Municipal do Engenho do Meio Rua do Bom Pastor, nº 1406 – Cordeiro – Telefone: 3355-6947

Pátio da Escola Municipal Maria da Paz Brandão Rua Felicidade, nº 51 – Totó – Telefone: 3355-6946

Em frente à Escola Municipal Isaac Pereira da Silva Rua Oiticica Lins, s/n – Areias Sem telefone. Ligar para a Utec Nóbrega: 3355-5465

Pátio do Centro de Educação Infantil 14 Bis Rua Almirante Nelson Fernandes, s/n – Boa Viagem Sem telefone. Ligar para a Utec Nóbrega: 3355-5465

Fonte: Folha.com

Blog do Deputado Federal GONZAGA PATRIOTA (PSB/PE)

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Patamar de rejeição dos candidatos à Presidência é o mais alto desde a eleição de 1989

Em meados de anos eleitorais, um dado além das intenções de voto dos pré-candidatos é fundamental para medir os ventos que sopram sobre a opinião pública: a rejeição. Neste ano, a menos de cinco meses do primeiro turno, os patamares de quem diz “não votar de jeito nenhum” nos postulantes só se igualam aos de agosto de 1989, ano em que o país voltou a ter eleições diretas após a ditadura militar. Levantamento do Globo a partir do banco de dados do Centro de Estudos de Opinião Pública (Cesop/Unicamp), Datafolha, Ibope e Ipec revela que, pela primeira vez, um dos dois pré-candidatos mais bem colocados na preferência popular, o presidente Jair Bolsonaro (PL), ultrapassa a barreira dos 50% de rejeição em meados do ano eleitoral. Os dados mostram também que o ex-presidente Lula (PT), pré-candidato ao Planalto, atingiu, em março de 2022, 37% de rejeição na pesquisa mais recente do Datafolha, passando a ex-presidente Dilma Rousseff, que detinha o recorde da sigla em período semelhante da fase pré-eleitoral. Lula está em patamar numericamente superior aos 34% de agosto de 2018, quando estava preso em Curitiba. Apesar de níveis que, em outras eleições, seriam proibitivos, a rejeição a Bolsonaro não anula sua competitividade. Do mesmo modo, ainda que em patamares menos elevados, a reprovação a Lula também não significa alto risco de derrota. Um dos fatores mais relevantes para essa coincidência entre rejeição e intenção de voto é que ambos são extremamente conhecidos pela população e estabeleceram o cenário inédito, desde a redemocratização, de um presidente tentando a reeleição contra um ex-presidente. Apesar de os entrevistados responderem que não votariam “de jeito nenhum” em certo candidato, no dia a dia da opinião pública há possibilidades, sim, de votar no seu rejeitado. — As rejeições não são estáticas e vão mudando ao longo da campanha para mais ou menos, em função das informações que eleitores recebem e dos fatos que ocorrem. O candidato terá o amor e o ódio, depende da eficácia da campanha — explica Márcia Cavallari, CEO do Ipec, empresa fundada por ex-executivos do Ibope, acrescentando. — Além disso, existe outra forma de medir rejeição, a que investiga o potencial de voto. A técnica citada por Márcia geralmente é incluída na parte final dos questionários. Após perguntas sobre intenção de voto, o profissional do instituto acrescenta questões individuais sobre cada político. O raciocínio de quem responde passa a ser diferente, uma vez que ele avalia um por um em vez de todos simultaneamente. — Ao responder um por um, o entrevistado não está buscando ser coerente com ele mesmo, a avaliação é sobre cada político. Esses dados são importantes. Por exemplo, conseguimos cruzar os votos que chamamos de preferenciais, quando mais de um candidato é escolhido no “com certeza votaria”, e os exclusivos, dos respondentes que só escolheram um político para votar sem dúvidas — diz Márcia. Diretor do Cesop/Unicamp, o cientista político Oswaldo do Amaral explica que rejeição e identificação são duas variáveis que caminham juntas e espelham tanto exposição quanto o próprio protagonismo …

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Preço médio de veículos usados tem 1ª queda após 21 meses seguidos de alta

O preço médio de veículos usados no Brasil sofreu, em abril, a primeira queda após 21 meses consecutivos de alta. Já entre os veículos novos foi registrada a 20ª alta seguida. É o que apontam os dados divulgados esta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Conforme o levantamento do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, os preços médios de automóveis usados caíram 0,47% na passagem de março para abril. O resultado interrompeu uma sequência de alta iniciada em julho de 2020. Já os preços médios dos automóveis novos subiram 0,44% na mesma comparação, mantendo a trajetória de alta de preços iniciada em setembro de 2020. No ano, os carros novos ficaram 4,86% mais caros, enquanto os preços dos usados subiram 3,36%. Em 12 meses, a alta também foi maior entre os novos: 17,58%, ante 15,48% entre os usados. Crise no setor De acordo com o pesquisador André Almeida, analista da pesquisa realizada pelo IBGE, este movimento nos preços é reflexo da crise enfrentada pelo setor automobilístico diante da pandemia do coronavírus. “Com a pandemia, ocorreu um desarranjo das cadeias globais de produção e, por conta disso, houve falta de peças para a produção de automóveis. Aos poucos, a indústria busca se ajustar ao novo cenário de mercado. A indústria automotiva sofre há meses com falta de peças e componentes eletrônicos, que tem obrigado empresas como Volkswagen a conceder férias coletivas em fábricas para ajuste na produção, apontou a Reuters. Movimento esporádico Para o pesquisador André Braz, economista do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas, a queda de preços dos automóveis usados observada em abril pode ter sido pontual. “Acho que essa queda de preços apurada em abril é um movimento esporádico. Não dá pra concluir só por um mês que essa queda dos preços seja efeito de juros sobre a demanda, por exemplo”, disse. Com a fila para entrega de veículos novos cada vez maior diante da crise enfrentada pelas montadoras, a demanda pelos veículos usados aumenta cada vez mais. Diante disso, lembrou Braz, o movimento natural dos preços deveria ser de alta, não de queda. “O preço é sensível à demanda. Então, se a demanda está subindo, os preços também deveriam aumentar”, apontou. Um dos fatores que poderiam explicar essa queda de preços registrada em abril, segundo Braz, é do chamado efeito-calendário – abril teve menor número de dias úteis que março. “Pode ser que as concessionárias tenham feito algumas promoções para não deixar o consumo cair durante os dois feriados e, na média, os preços tenham caído um pouco. Um só mês de queda não aponta para uma tendência de queda”, enfatizou o economista. Braz ponderou, no entanto, que a sequência de alta de juros mantida pelo Banco Central para tentar frear a inflação no país tende, nos próximos meses, a pressionar a queda de preços dos veículos. “Se os juros estão mais altos, está ficando mais caro financiar um carro. Isso faria com que a demanda esfriasse e, com isso, os preços recuariam”, …

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Pesquisa da UFMG mostra subnotificação de casos de covid-19 em 2020

Pesquisa da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) constatou subnotificação no número de óbitos causados pela covid-19 no período de fevereiro a junho de 2020, nas cidades de Belo Horizonte, Salvador e Natal. Com base nos resultados do levantamento, os pesquisadores avaliaram que o número de óbitos pela doença no Brasil em 2020 está subestimado em pelo menos 18%. O estudo foi publicado na revista Plos Global Public Health, no dia 5 de maio. Na pesquisa, coordenada pelo Grupo de Pesquisas em Epidemiologia e Avaliação em Saúde (GPEAS), ligado ao Programa de Pós-graduação em Saúde Pública da Faculdade de Medicina da UFMG, foram analisados 1.365 atestados de óbito nas três capitais. Os pesquisadores cruzaram dados sobre a mortalidade e informações dos exames médicos, constatando a subnotificação. “Muitas vezes, o óbito ocorreu antes dos exames ficarem prontos, de forma que o médico assistente declarou como causa básica um fator mal definido ou uma doença que, na verdade, foi uma intermediária no processo mórbido”, destacou a professora da Faculdade de Medicina Elisabeth França, que coordenou o estudo. Nos registros oficiais, entre as justificativas dos óbitos estão síndrome respiratória aguda grave (SRAG), pneumonia não especificada, sepse, insuficiência respiratória e causas mal definidas. “A demanda de trabalho para as equipes de saúde era tão grande que também ocorreram erros no registro das causas de morte, como a inversão de causas intermediárias com a causa básica”, acrescentou a coordenadora. Os pesquisadores observaram maior subnotificação entre idosos (25,5%) do que em pessoas com menos de 60 anos (17,3%). De acordo com os pesquisadores, somente no ano de 2020, nacionalmente, houve subnotificação de 37.163 óbitos por covid-19. “Depende do médico a definição da causa que será declarada como básica para o óbito. Precisamos investir na infraestrutura dos serviços de saúde, pois a indisponibilidade de resultados de exames no momento do óbito pode ter sido um dos principais fatores para a subnotificação”, ressaltou França. Fonte: EBC