Em greve há 25 dias, funcionários fecham guaritas de acesso à Unicamp
- By : Assessoria de Comunicação do Deputado Gonzaga Patriota
- Category : Clipping
Funcionários da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em greve há 25 dias, fecharam na manhã desta segunda-feira (16) pelo menos três guaritas que permitem acesso ao campus da instituição, no distrito de Barão Geraldo. Segundo a entidade que representa a categoria, a restrição ocorreu por duas horas e terminou às 10h. Durante o período, ficaram abertas as entradas mais próximas ao Hospital de Clínicas. A Polícia Militar acompanhou o protesto e informou que não houve registro de incidentes até a publicação desta reportagem.
O coordenador do Sindicato dos Trabalhadores (STU), João Raimundo Mendonça Souza, afirmou que ato teve adesão de pelo menos 150 grevistas. Ele disse que, após liberação das guaritas, o grupo seguiu em passeata até o entorno do hospital e também do Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (Caism), com intuito de mobilizar funcionários que atuam na área.
Trânsito complicado
A assessoria da Rota das Bandeiras, concessionária responsável pela Rodovia Dom Pedro I, informou que no período da manifestação houve lentidão na pista marginal usada por motoristas que buscam a alça de acesso à Avenida Guilherme Campos, principal via de entrada ao Parque das Universidades. A assessoria da Emdec informou que, por enquanto, não houve reflexos no trânsito da região. Clique aqui e confira em tempo real as condições de tráfego em Campinas.
O STU estima que 70% dos trabalhadores da universidade estão parados desde o início da greve, enquanto que a mobilização dos professores começou em dia 27 de maio e tem adesão de 65% da categoria, segundo a associação que representa os docentes. As duas categorias contestam a decisão do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp), que oferece reajuste zero nos salários. Uma reunião para reabertura das negociações estava marcada para sexta-feira (13), mas foi cancelada e ainda não há previsão de novo encontro.
Para jusiticar o congelamento dos salários, o Cruesp alegou o alto nível de comprometimento do orçamento das universidades com folha de pagamentos, que seria de 104,2% na USP; 96,5% na Unicamp e 94,4% na Unesp. Entre os pedidos das categorias em greve constam reajuste de 10% nos salários, equiparação de piso salarial de servidores técnicos administrativos ao de profissionais da USP, mais vagas em creches e transporte gratuito para quem usa os campi.
Fonte: G1
Blog do Deputado Federal GONZAGA PATRIOTA (PSB/PE)





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