Paulo Câmara evita questionamentos sobre estrutura de governo
- By : Assessoria de Comunicação do Deputado Gonzaga Patriota
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Ex-integrante da gestão comandada por Eduardo Campos (2007 a abril de 2014), o candidato ao governo estadual Paulo Câmara (PSB) preferiu se esquivar do questionamento sobre a atual estrutura do governo, que foi reduzida nos últimos meses da administração de Eduardo. Paulo Câmara ainda não deixou claro se vai manter, elevar ou reduzir o número de secretarias estaduais caso seja eleito. Ontem, ele foi pressionado por representantes de 16 Federações Amadoras de Esportes para elevar a secretaria-executiva de Esportes ao status de primeiro escalão, no caso de ser eleito governador.
Após a pressão feita pelo representantes, Paulo declarou que não iria entrar no debate sobre a estrutura governamental, mas que na sua gestão iria priorizar a discussão sobre o incentivo à prática esportiva. Após o ato, o candidato foi questionado sobre a atual composição, mas disse que ainda não tem posição sobre o caso.
“O importante é empoderar as políticas (públicas). Eu não tenho preocupação com número de secretarias. O importante é que funcione dentro dos seus propósitos”, disse. Instado a responder sobre o número atual de pastas, o ex-secretário estadual disse que isso “vem do contexto de empoderamento de políticas que já foram feitas no início do governo. Tenho o entendimento que esse número pode diminuir ainda, mas não quero discutir agora porque isso não é importante. O importante é discutir proposta de governo”, afirmou.
Falar sobre a redução de secretárias poderia colocar Paulo Câmara numa saia justa, já que ele fez parte da gestão desde 2007 e Eduardo decidiu reduzir o número somente no final do governo. Falar em aumento de pastas também poderia contradizer o discurso da nova política.
Em dezembro do ano passado, perto de concluir seu mandato, o ex-governador anunciou a redução de 30 para 23 secretarias estaduais. O número deixa de fora o gabinete do governador e a procuradoria-geral do Estado, que também possuem status de primeiro escalão. Na corrida presidencial, Eduardo já fez críticas ao número de ministérios e disse que vai reduzir de 40 para 20 o número de pastas a nível federal, caso seja eleito.
DISSIDÊNCIA
Ontem, Paulo Câmara comentou a adesão do deputado estadual Raimundo Pimentel (PSB) ao palanque do senador Armando Monteiro Neto (PTB). Segundo ele, o correligionário levou em consideração apenas os arranjos eleitorais de 2016. “Foi errada a decisão dele. Mais na frente ele vai se arrepender, mas paciência”, disse, destacando que o deputado não se engajou na fase de pré-campanha.
Fonte: JC
Blog do Deputado Federal GONZAGA PATRIOTA (PSB/PE)





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