Recorde para gringo ver
- By : Assessoria de Comunicação do Deputado Gonzaga Patriota
- Category : Clipping
Acompanhar uma Copa do Mundo in loco é o sonho de dez entre dez apaixonados por futebol. E, se o Mundial for sediado no país considerado um dos berços da modalidade, a aspiração só aumenta. Para muitos, participar não se restringe a apenas acompanhar os jogos e vibrar a cada lance. Eles querem fazer parte do show. Impulsionado por essa mágica que rodeia o futebol, o Brasil turbinou o número de solicitações para o trabalho voluntário nesta Copa, inclusive na participação de estrangeiros. No total, 152.101 candidatos se inscreveram para trabalhar voluntariamente durante a Copa do Mundo, registrando o dobro da edição da África do Sul-2010 (70 mil) e o triplo do Mundial na Alemanha-2006 (45 mil).
Como de costume, eventos desse porte atraem não só a população do país-sede, como pessoas de outras localidades. Na atual edição do Mundial, 11.430 estrangeiros de 158 países se inscreveram para atuar no Brasil. Desses, mil foram selecionados (13 mil são brasileiros). A nação com mais representantes em solo nacional é a Colômbia, com 130 voluntários de um total de 1.427 inscritos. França, Estados Unidos vem logo depois, com 82 e 81 respectivamente. Nesse grupo de “mão-deobra importada”, está o alemão Dominic Jung, 21 anos, que se tornou uma atração à parte entre os voluntários da Arena Pernambuco.
Simpático, ele está no Estado desde o dia 16 de maio, já enturmado e com gírias como “beleza” e “tranquilo” na ponta da língua. Entre os fatores que motivaram o desejo do alemão em realizar esse trabalho, está o amor pelo futebol (ele foi goleiro nas categorias de base do Hannover e atualmente joga em outra equipe). “Primeiro que o Brasil é o País do futebol e não há outro lugar como aqui. Tinha que estar aqui. Segundo porque estudo na área de gerenciamento esportivo e a experiência é única”, afirmou Dominic, que, de forma discreta, comentou alguns detalhes que podem se tornar problemas para os estrangeiros que vierem aos jogos da Copa no Estado. “Tendo a Alemanha (Mundial de 2006) como referência, tem alguns problemas. A sinalização nas estradas e no acesso à Arena, por exemplo, é fraco”.
Dominic atua na área de credenciamento dos profissionais que trabalharão no estádio, a exemplo de médicos, policiais e jornalistas. Como o vocabulário em português ainda é restrito, ele tem macetes para desempenhar bem a sua função. “Uso mímica e o recorro ao tradutor do google”, disse ele, rindo e apresentando as palavras que aprendeu em solo nacional. “Aprendi ‘documento, por favor’, ‘bom dia’, ‘tudo bom’, ‘muito obrigada’. Os brasileiros são muito legais e sorridentes, estou gostando muito da experiência”, afirmou Dominic, que no tempo livre já conheceu Olinda, o Recife Antigo e a praia de Boa Viagem.
Fonte: Folha -PE
Blog do Deputado Federal GONZAGA PATRIOTA (PSB/PE)





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