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Contrabandistas são presos no Recife com mais de 54 mil cigarros
- By : Assessoria de Comunicação do Deputado Gonzaga Patriota
- Category : Clipping
Dois homens foram presos pelo crime de contrabando depois de denúncia feita a policiais do 6º Batalhão de Polícia Militar (BPM) na última terça-feira (18). A operação, que apreendeu 2.720 carteiras com mais de 54 mil cigarros, foi anunciada na manhã desta quarta (19) pela Polícia Federal (PF), a quem competem as investigações.
O crime é inafiançável e os dois acusados estão no Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel) à disposição da Justiça Federal. “Os policiais militares receberam denúncia de uma residência no bairro do Jordão (Zona Sul do Recife), onde havia vários cigarros contrabandeados. Lá, os PMs encontraram realmente os cigarros, efetuaram a primeira prisão”, explica o assessor de Imprensa da PF, Giovani Santoro.
O motorista de 36 anos, natural do Rio de Janeiro, foi o primeiro a ser preso. Com o endereço encontrado em uma nota fiscal, a polícia foi até o bairro de Candeias, Jaboatão, onde encontrou o segundo criminoso, um empresário de Porto Alegre (RS), de 39 anos.
“Lá foi encontrado o restante dos cigarros contrabandeados, totalizando 14 caixas. Como o crime de contrabando é de competência da Polícia Federal, eles foram trazidos pra cá e autuados em flagrante pelo crime por estarem colocando em depósito ou vendendo mercadoria que é, por lei, proibida no Brasil. As penas podem chegar a cinco anos de reclusão”, explicou Santoro. Os cigarros contrabandeados são de diversas marcas, todas de origem estrangeira.
O crime
Os dois homens foram autuados em flagrante pela prática prevista no artigo 334 § 1º, inciso “v” do Código Penal (contrabando: importar ou exportar mercadoria proibida e vender ou manter em depósito mercadoria proibida por Lei brasileira) e, caso venham a ser condenados poderão pegar penas que variam de 2 a 5 anos de reclusão). Neste tipo de prática criminosa, os infratores sempre estão ligados à sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e corrupção de agentes públicos. Segundo a PF, há toda uma rede organizada por trás do contrabando: fabricantes, depósitos, rede de distribuição e vendedor final.
Fonte: Folha-PE





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