Crescimento do PIB dos EUA no 1° tri é revisado para 1,4%
- By : Assessoria de Comunicação do Deputado Gonzaga Patriota
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A economia dos Estados Unidos desacelerou com menos força no primeiro trimestre do que inicialmente estimado devido ao aumento inesperado dos gastos dos consumidores e ao salto nas exportações. O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu à taxa anual de 1,4%, em vez do ritmo de 1,2% relatado no mês passado, informou o Departamento de Comércio na sua avaliação final nesta quinta-feira.
Ainda assim foi a taxa de crescimento mais lenta desde o segundo trimestre do ano passado. Os economistas entrevistados pela Reuters esperavam que o crescimento do PIB permaneceria em 1,2%. O PIB do período entre janeiro e março tende a ser inferior ao desempenho do resto do ano devido a questões perenes com o cálculo dos dados que o governo disse estar tentando resolver.
O crescimento econômico do primeiro trimestre foi impulsionado por uma revisão para cima dos gastos do consumidor, que representa mais de dois terços da atividade econômica dos EUA. Os gastos do consumidor cresceram a uma taxa de 1,1%, ante 0,6% relatado anteriormente. Ainda assim, foi o ritmo mais lento desde o segundo trimestre de 2013.
Meta de Trump é de alta de 3%
Apesar da revisão para cima, a meta declarada da administração do presidente Donald Trump de um crescimento de 3% continua sendo um desafio.
Uma média sustentada de crescimento de 3% não é vista desde a década de 1990. Desde 2000 a economia dos EUA cresce a uma taxa média de 2%. Em 2016, o país cresceu 1,6%, a menor taxa em cinco anos.
O programa econômico de Trump de cortes de impostos, reversões regulatórias e despesas com infraestrutura ainda não saiu do papel nos seus cinco meses de Presidência.
Sinais iniciais de que o crescimento econômico voltou a acelerar no segundo trimestre também se enfraqueceram com dados recentes decepcionantes das vendas no varejo, da produção industrial e da inflação.
As exportações no primeiro trimestre foram revisadas para cima para 7% cento, ante 5,8%.
Os gastos das empresas em equipamentos foram revisados para mostrar alta de 7,8% no período entre janeiro e março, e não 7,2% estimado anteriormente.
As empresas acumularam estoques a uma taxa de US$ 2,6 bilhões no primeiro trimestre, contra US$ 4,3 bilhões informados no mês anterior.





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