Com a “Brother Sam”, os EUA entram no golpe
- By : Assessoria de Comunicação do Deputado Gonzaga Patriota
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Em 1963, com a morte do presidente dos Estados Unidos, John Kennedy, assumiu o vice Lyndon Johnson. E, de cara, prometeu não “permitir o estabelecimento de outro governo comunista no hemisfério ocidental”.
A ingerência do país vizinho era histórica. E em 1964, o seu embaixador, Lincoln Gordon, foi personagem fundamental. Em telegramas, ele já dizia que João Goulart e Leonel Brizola levariam o Brasil ao comunismo, como Fidel Castro o fizera em Cuba.
Os EUA bancaram candidatos de oposição a Jango, plantaram na imprensa nacional artigos contra o governo e custearam institutos de pesquisas para demonstrar a instabilidade política do País, causando uma paranoia da ameaça comunista.
No dia 31 de março de 1964, uma ligação do subsecretário de Estado, George Ball, à Casa Branca define as próximas horas no Brasil. O presidente autoriza: “fazer tudo o que precisamos fazer”. Navios de guerra, com porta aviões, são enviados à costa brasileira, na Operação Brother Sam. O apoio ao golpe contra Jango estava sacramentado.
Fonte: JC
Blog do Deputado Federal GONZAGA PATRIOTA (PSB/PE)





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