Pesquisa inicia ano eleitoral
- By : Assessoria de Comunicação do Deputado Gonzaga Patriota
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Inicia hoje, em parceria com o Instituto de Pesquisas Maurício de Nassau (IPMN), uma série de pesquisas que vai durar até as eleições, em outubro. Estão previstos pelo menos dez levantamentos nesse período. Outras duas amostras serão publicadas nos meses de maio e junho. De julho, após as convenções partidárias, até setembro, vésperas do pleito, serão ao menos duas pesquisas a cada mês. O número pode ser alterado, segundo as mudanças que o cenário eleitoral permitir. Hoje serão divulgadas as pesquisas para governo do Estado e Senado. Amanhã será a vez da intenções de voto para presidente da República.
A parceria do IPMN com o JC começou em 2012, nas eleições municipais. O instituto foi o que mais se aproximou do resultado obtido pelos candidatos nas urnas. Para o diretor de redação do Jornal do Commercio, Ivanildo Sampaio, o acordo fortalece a cultura de confiança nos institutos locais de pesquisa. “Antigamente, quando era feita uma pesquisa com um instituto local, havia uma certa desconfiança de que elas seriam falhas. Ou falhas intencionais ou porque não se dominava a tecnologia de pesquisas. Provou-se que isso era uma lenda”, pontuou. Para Ivanildo, essa relação de confiança foi um dos motivos para a continuidade da parceria. “Acho que ganhamos nós, ganham os leitores do jornal e ganha Pernambuco, porque não precisa sair daqui para ter a vontade do povo plenamente pesquisada e divulgada com isenção, seriedade e competência”, acrescentou.
Para o diretor-presidente do IPMN, Jânyo Diniz, os levantamentos têm um diferencial pela segurança dos questionários. “Levamos o pesquisador até o ponto de pesquisa e vamos buscá-lo, diferente do que fazem outros institutos. Com isso, garantimos que a amostragem foi feita no local adequado e dentro da forma que foi prevista”, explicou.
“Vamos procurar entender quais são os sentimentos dos eleitores para com os candidatos. Se sentem saudade do governo de Eduardo Campos, se acreditam que Dilma Rousseff é a candidata mais preparada para continuar à frente da Presidência. Além disso, vamos identificar se aumentou ou diminuiu a satisfação com a presidente Dilma e com o governo Eduardo”, pontuou Adriano Oliveira, um dos coordenadores da pesquisa. Ainda de acordo com Oliveira, o sentimento dos eleitores pode contribuir para o processo eleitoral: “Se eles sentem saudade de um determinado nome, isso significa que ele é um grande cabo eleitoral”.
Outro diferencial será o cruzamento de dados com os hábitos dos eleitores, metodologia inédita no País. “Por exemplo, quem anda de ônibus, vota em quem; quem costumeiramente almoça fora de casa, prefere quem para presidente; quem tem seus filhos na escola pública, vota em quem para governador; em quem vota quem faz feira semanalmente, quem tem hábitos de viajar e ler livros”, disse Oliveira.
Para o economista Maurício Romão, também coordenador da pesquisa, o levantamento é capaz de representar o sentimento de toda população. “Quando a gente faz a pesquisa, reúne dados e faz uma amplificação desse pensamento. Por isso as pesquisas são tão importantes e consideradas, porque têm essa capacidade de mostrar o que as pessoas estão pensando e qual a sua expectativa para o futuro, quem gostaria que estivesse à frente do governo, quais são as ideias sobre o momento, se está afetado de forma positiva ou negativa, se o governo está bom ou ruim, se deve mudar”, completou.
Fonte: JC





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