40% dos distritos de SP têm taxa de homicídios acima de 10 por 100 mil

capture-20140520-075041Dois de cada cinco distritos de São Pauloregistram uma taxa de homicídios igual ou superior a 10 a cada 100 mil habitantes. É o que mostra um levantamento do Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da USP  com base nos dados da Secretaria da Segurança do estado, obtido pelo G1.

Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), locais com índices iguais ou superiores a 10 são considerados zonas endêmicas de violência (veja o mapa com os índices de todos os distritos da capital).

São Paulo teve 1.161 casos de homicídios dolosos na cidade em 2013. Dos 93 distritos policiais, 37 tiveram taxas de homicídio igual ou acima de 10. A maior foi registrada na Sé, região central da cidade: 60,4 homicídios por 100 mil pessoas. Outros dois distritos do Centro aparecem logo atrás, Santa Efigênia, com 30,8, e Brás, com 25,7. Completam a lista dos cinco mais o Campo Limpo (20,4), na Zona Sul, e a Vila Penteado (20,2), na Zona Norte.

Somados todos os distritos, o índice também fica acima do tolerável (10,1). Para níveis de comparação, de acordo com o Estudo Global sobre Homicídios 2013, publicado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em abril deste ano, a média global de homicídios é de 6,2 por 100 mil pessoas. Só 26 distritos de São Paulo têm um índice abaixo.

O analista criminal e integrante do Fórum Brasileiro de Segurança Guaracy Mingardi diz que a taxa de alguns distritos é alta porque a população flutuante é maior que a domiciliada. “Na Sé, o número de homicídios é baixo, mas, como a população residente é pequena também, a taxa fica elevada. O número de pessoas que vão até a Sé para trabalhar, porém, é alto, bem como na região da Avenida Paulista e em outras regiões centrais”, diz.

O único distrito que não teve nenhum homicídio em 2013 foi a Vila Formosa, na Zona Leste. “É uma região bem assentada e organizada socialmente, que há muito tempo tem uma população fixa. Esse é um dos motivos, mas podem existir outros que a gente desconhece”, afirma.

O estudo do NEV considera o número de casos de homicídios, e não o total de mortes – um boletim de ocorrência pode representar mais de uma vítima. É o mesmo método adotado pela Secretaria da Segurança. Em 2013, apesar de terem sido registrados 1.161 casos, 1.240 pessoas morreram. Caso o número de mortes seja aplicado à taxa, seis outros distritos ficam com índices superiores a 10 mortes a cada 100 mil (aumentando o número de 37 para 43 distritos como zonas críticas).

O levantamento não considera os dados de homicídios de delegacias especializadas, como delegacias da Mulher e da Infância e Juventude. De acordo com o NEV, isso foi feito porque o objetivo do estudo é analisar os dados por distrito, e os casos registrados nestas delegacias podem ser de qualquer parte da cidade.

Fonte : G1

Blog do Deputado Federal GONZAGA PATRIOTA (PSB/PE)

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