Eduardo quer interver o mínimo nos preços de remédios se for eleito
- By : Assessoria de Comunicação do Deputado Gonzaga Patriota
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Questionado nesta terça-feira (27). sob o controle de preços de medicamentos, o presidenciável Eduardo Campos (PSB) disse que, como regra, é a favor de o Estado intervir o mínimo possível em definição de preços. Em palestra com empresários do setor, Campos evitou responder especificamente, mas disse que mecanismos não podem desincentivar a inovação e o ganho de produtividade. “Tudo o que o Brasil precisa é aumentar a produtividade”, disse.
O pré-candidato disse ser importante o incentivo à inovação, por meio de subsídio de juros, mas que isso não é suficiente, e que há necessidade de políticas de estímulos para iniciativas inovadoras. “Se você condena quem inova, você está fazendo o contrário do que deve ser feito”.
Políticas para a Saúde – Campos voltou a criticar a gestão da Saúde pelo governo federal, citando a baixa qualidade da formação dos médicos e do atendimento em hospitais universitários espalhados pelo país. Sem detalhar as propostas, Campos afirmou ser a favor de aumentar o orçamento dedicado à Saúde pela União. O pessebista mencionou que a maioria dos municípios do País tem o orçamento muito comprometido e precisa de apoio do orçamento federal.
Genérico – No tocante ao medicamentos, a mínima intervenção do governo nos preços dos remédios diferencia o PSB do PSDB. Em 1999, quando José Serra era ministro da Saúde e Fernando Henrique (PSDB) era presidente, criou-se o programa de medicamentos genéricos, a partir da Lei 9.787, que praticamente revolucionou o mercado de medicamentos, barateando o custo para as pessoas com menor capacidade financeira. A luta pela aprovação da lei começou com o então deputado Eduardo Jorge, hoje presidenciável do PV, persistiu com o então presidente Itamar Franco e só foi aprovada após uma peleja de quase dez anos.
Fonte: Diário de PE





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