Pernambucanos querem repetir Guadalajara
- By : Assessoria de Comunicação do Deputado Gonzaga Patriota
- Category : Clipping
Apesar de possuir uma delegação mais enxuta, em relação à que disputou os Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara, os atletas pernambucanos querem ao menos repetir os resultados obtidos na última edição. E, com isso, garantir presença nas Paralimpíadas do Rio de Janeiro, no próximo ano. Especialmente Phelipe Rodrigues e Jenifer Martins, campeões no México.
O primeiro atleta do Estado a competir em Toronto, no entanto, será a veterana Cláudia Celina, que volta a disputar um Parapan depois de oito anos. Ela estará na piscina coberta do Aquatics Center, nadando as eliminatórias dos 50m e 100m estilo livre, da classe S4 (para quem tem afetação do tronco e de duas ou mais extremidades).
“Estou muito feliz por estar voltando. Vou tentar dar o meu melhor”, destaca a pernambucana, vítima de poliomielite quando tinha quatro meses de idade. E campeã nas edições de 1999 (Cidade do México) e 2007 (Rio). “Vou tentar trazer outra, né?”, completa a nadadora de 49 anos, da AABB, referindo-se às medalhas conquistadas.
Neste sábado, também estarão em ação a esquadra local do basquete. Cinco atletas defendem a seleção masculina. E uma, a feminina. Além dos coordenadores das duas equipes, respectivamente Mária de Fátima e o ex-árbitro de futebol Kílber Alves. Os homens estreiam contra Porto Rico. Já as mulheres encaram as mexicanas, adversárias diretas na briga por pódio. E todos na esperança por pódios.
“Vamos brigar para estar na final. A intenção é essa”, diz Sérgio Alexandre, Serginho, na seleção desde 2001. “É nosso melhor momento”, completa o contarrâneo Anderson Ferreira, que deixou o Recife há 13 anos, investindo no basquete sobre rodas em São Paulo e, agora, sendo técnica de uma equipe em Fortaleza.
Ex-jogador de Vasco e Fluminense, o técnico Antônio Magalhães é outro otimista. “Nosso foco é as Paralimpíadas. Estamos o tempo inteiro trabalhando para fazer história, tentar a primeira medalha para o Brasil. E esse aqui é nosso maior teste”, enfatizou. “Mas vamos tentar chegar o mais longe”, acrescenta, referindo-se à final. Para ele, os EUA, estão num nível acima. Mas prevê jogo duro contra o Canadá, atuais campeões paralímpicos. “Em abril fizemos dois jogos contra eles, aqui. Vencemos um e perdemos um.”
Pernambuco tem representante estreando também no futebol para cegos, com o petrolinense Raimundo Nonato. A primeira rodada é contra o Chile. Domingo o desafio é diante da Colômbia. Os brasileiros são os atuais campeões mundiais. No tênis em cadeira de rodas, Natália Mayara só entra em quadra domingo.
Favorito a ser o pernambucano com mais medalhas no Parapan de Toronto, Phelipe Rodrigues só cai na água na segunda-feira. E tendo logo seu maior desafio: enfrentar o campeão mundial e amigo André Brasil, nos 100m livres, classe S10, a de menor comprometimento da natação. Ele nasceu com um pé para trás. Depois de cirurgias, ficou com pequena sequela.
No mesmo dia, Jenifer Fernandes começa a defender um de seus títulos conquistados em Guadalajara, há quatro anos. Ela estará nas eliminatórias dos 100m rasos na pista da Universidade de York, pela classe T38, para paralisados cerebrais leves. A recifense detém ainda o título dos 200m, sua principal prova.
Fonte: Agência Brasil
Blog do Deputado Federal GONZAGA PATRIOTA (PSB/PE)





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