Rosinha exalta convívio com pai
- By : Assessoria de Comunicação do Deputado Gonzaga Patriota
- Category : Clipping
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Diferente de Gonzaguinha, a outro filha do Velho Lua, a menina Rosa Maria, chamada de Rosinha, sempre dispôs do conforto e de todas as condições necessárias para a criação. Foi adotada pelo casal Helena Cavalcanti e Luiz Gonzaga no começo da década de 1950, quando a família se mudou para uma casa no bairro do Cachambi, Zona Norte do Rio.
Mesmo com a agenda lotada, Seu Luiz dava um jeito de levar a garota para acompanhá-lo nas viagens. Rosinha, que hoje mora no Jardim Guanabara, na Ilha do Governador, lembra com carinho a infância e o convívio com o pai famoso. “Tive uma infância maravilhosa, viajava muito com ele, para os shows, sempre tive festas de aniversário maravilhosas. Inclusive, ele sempre trazia o palhaço Carequinha para a festa. São ótimas as recordações”, conta Rosinha, em entrevista ao FolhaPE.
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Desde cedo, a menina franzina, de cabelos encaracolados, compreendeu a vida corrida do pai. “Ao mesmo que tempo que teve a ausência, ela também estava presente. Sempre entendi essa vida dele de artista. Era complicado, mas nos dávamos bem”. Na residência em Miguel Pereira, na Baixada Fluminense, começo dos anos 1960, conheceu os grandes amigos do rei. “Lá, ele reunia todas as pessoas. Zé Dantas conviveu muito, a dona Yolanda Dantas também, os filhos todos. Era ótimo”.
Na casa localizada na Baixada, Rosinha também teve a oportunidade de conviver com o irmão, que saíra do Morro de São Carlos, onde morava com os padrinhos, Dina e Xavier, para morar com o pai. Entendia a personalidade forte de Luizinho. “Eu e o Gonzaguinha sempre nos demos bem. Me dei muito bem com a esposa dele, Ângela, e com meu sobrinho, Daniel. Com o Gonzaguinha tinha aquela coisa do temperamento dele, mas era uma ótima pessoa”.
Uma das características marcantes do Velho Lua era a generosidade. Rosinha foi testemunha disso. “Meu pai era uma pessoa muito boa. O que a gente quisesse, ele dava”. A alegria do passado, no entanto, contrasta com a dor do presente. Em 2008, Rosinha perdeu seu filho único, Sandro Luiz Gonzaga, que foi assassinado aos 35 anos. O neto do Rei do Baião era inspetor da polícia civil e morava na Ilha do Governador, onde um dia também residiu seu avô.
*As imagens presentes no texto foram extraídas do livro Gonzaguinha e Gonzagão, da jornalista Regina Echeverria.
Fonte: Folha PE – Centenário de Luiz Gonzaga
Blog do Deputado Federal GONZAGA PATRIOTA (PSB/PE)







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