Primeira fase de implantação do sinal de TV digital termina em janeiro

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Com o início hoje (5) de mais uma etapa de desligamento do sinal analógico de TV, a primeira fase do cronograma de implantação da TV digital no país deve ser concluído até dia 9 de janeiro de 2019. É o que prevê o calendário do Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (Gired), responsável por acompanhar o desligamento do sinal analógico no país.

Inicialmente o prazo seria dia 31 de dezembro, mas o calendário sofreu alguns ajustes em razão de alguns municípios não terem atendido ao critério de, no mínimo, 90% dos domicílios aptos para receber o sinal.

O desligamento iniciado nesta quarta-feira vai atingir 85 municípios em todo o Brasil. De acordo com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC) ao final dessa etapa, a transição será concluída em 1.379 cidades e beneficiará 130 milhões de pessoas.

“Nessa primeira fase, o desligamento do sinal analógico foi feito em municípios onde era necessário liberar a faixa de 700 MHz, usada pelas operadoras para oferecer a tecnologia 4G de telefonia móvel. Agora, o Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações [MCTIC] vai estabelecer um novo cronograma para levar a TV digital aos outros 4.191 municípios até 31 de dezembro de 2023”, informou a assessoria da pasta.

Todas regiões

Pelo cronograma, a etapa de desligamento do sinal analógico que começa nesta quarta vai abranger 20 agrupamentos de cidades de todas as regiões do país, onde vivem mais de 8,3 milhões de habitantes. O processo nessas cidades vai ocorrer de três formas distintas e será finalizado até 9 de janeiro de 2019.

O desligamento do sinal analógico ocorrerá hoje nos grupos de cidades próximas a Uberaba (MG), Campina Grande (PE), Feira de Santana (BA), Vitória da Conquista (BA) e Barão de Melgaço (MT), pois atingiram o percentual mínimo de 90% dos domicílios com acesso ao sinal digital.

Em outros nove grupos – Blumenau (SC), Jaraguá do Sul (SC), Joinville (SC), Caruaru (PE), Imperatriz (MA), Juiz de Fora (MG), Rondonópolis (MT), Santa Maria (RS) e Uberlândia (MG), o fim das transmissões analógicas será concluído em 17 de dezembro.

O processo de desligamento será estendido até 9 de janeiro em outros seis agrupamentos – Mossoró (RN), Governador Valadares (MG), Dourados (MS), Marabá (PA), Petrolina (PE) e Parnaíba (PI). Nesse conjunto de cidades, os índices de digitalização ficaram abaixo de 85% ou não houve pesquisa.

Fim da TV analógica

No último dia 28, o sinal de TV analógico começou a ser desligado em mais de 620 cidades dos interiores do Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro. O procedimento atingiu 155 cidades no oeste do Paraná e 11 cidades da região sul do Rio Grande do Sul, que tiveram o sinal analógico totalmente desligado. Já em 59 municípios do interior do Rio de Janeiro e em 395 do interior de São Paulo, o processo de migração do sinal para o sinal digital será finalizado no dia 12 de dezembro.

Durante o período de desligamento, as emissoras de TV vão exibir uma cartela informando os telespectadores sobre o fim das transmissões analógicas, a implantação do sistema digital e contatos de telefone e e-mail para informações e dúvidas.

Os beneficiários de Programas Sociais do Governo Federal (como  Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida e Tarifa Social de Energia Elétrica) têm direito ao recebimento de um kit gratuito (com antena e conversor) que precisam ser instalados para que o aparelho de televisão antigo possa exibir a programação de TV transmitida pelo sinal digital.

Os beneficiários devem agendar a retirada do kit neste site ou se preferir ligar no 147. Os equipamentos continuarão a ser distribuídos até 30 dias depois do desligamento. De acordo com o MCTIC, até o momento quase 14 milhões de equipamentos foram distribuídos.

Com a finalização desta etapa, restarão outros 4.191 municípios para receber o sinal digital. A previsão é que o processo de desligamento do sinal analógico termine em 2023, mas sem a ajuda de políticas públicas específicas definidas ainda.

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Governo voltará a se reunir com caminhoneiros para tentar evitar greve

O governo têm promovido diálogo com representantes mas, devido a falta de coesão entre as lideranças da categoria, admite a dificuldade nas negociações. Embora venha monitorando representantes dos caminhoneiros e conversando com alguns líderes, o Governo Federal admite a dificuldade para negociar com todas as lideranças da categoria devido à falta de coesão. Temendo uma nova greve como a realizada em maio de 2018, novas rodadas de conversas estão marcadas para a próxima semana, segundo informações do site Congresso em Foco. Uma ala mais radical, que não tem participado das conversas com o Palácio do Planalto, fala em uma paralisação a partir do dia 29 de abril, em resposta ao aumento de R$ 0,10 no preço do diesel. Outra, mais ponderada e que tem dialogado com o governo, considera a medida precipitada e deve voltar a se reunir com ministros e técnicos da equipe de Jair Bolsonaro para avaliar o cenário. O valor do diesel deve subir dos atuais R$ 2,14 para R$ 2,24, em média, nos 35 pontos de distribuição no país. Apesar do reajuste, o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, acredita que são baixas as chances de greve. Cobrança Em entrevista ao site Congresso em Foco, Wallace Landim, presidente da Cooperativa dos Transportes Autônomos do Brasil (Branscoop), ressalta a necessidade de respostas rápidas para solucionar os problemas da categoria. “Sei que estamos todos na UTI, mas vamos tentar segurar o máximo possível. O governo está trabalhando, mas precisamos de ações urgentes. Espero que consigamos resolver todas as questões a tempo de salvar a todos”, afirmou. Ele explica que, desde a greve de maio do ano passado, que paralisou o país, a categoria começou a se organizar mais, embora ainda não hajam “lideranças estabelecidas” e o WhatsApp continue sendo o meio preferido para os diálogos internos. Para Wallace, apenas da sensação geral de descontentamento que ainda prevalece, o sentimento é de que “o governo está disposto a conversas”. Ele afirmou que estará em Brasília na próxima semana para tratar com os ministros da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, da Agricultura, Tereza Cristina, e da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e tentará mostrar à categoria que o Planalto está aberto ao diálogo. Em nota ao Congresso em Foco, a Associação Brasileira dos Caminhoneiros (ABCAM), parceira de 54 entidades da classe, que diz representar 600 mil autônomos, afirmou estar recebendo, desde o anúncio do aumento do combustível, inúmeras reclamações, mas “ainda não é possível afirmar que a categoria está se organizando para uma nova paralisação”. Reajuste Na última semana, o presidente Jair Bolsonaro, que, segundo Castello Branco, não havia sido informado com antecedência do reajuste do diesel e disse que quer entender o custo que justifica o reajuste. “Na terça-feira convoquei todos da Petrobras para me esclarecerem por que 5,7 por cento de reajuste quando a inflação projetada para este ano está abaixo de 5 (por cento). Só isso, mais nada. Se me convencerem, tudo bem. Se não me convencerem, nós vamos dar a resposta adequada para vocês”, disse no dia …

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Minha Casa Minha Vida receberá 1,6 bilhão de aporte

O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) anunciou um montante de R$1,6 bilhão, distribuídos em três meses, para o Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). Os recursos, assegurados pelo Governo Federal, visa garantir a continuidade de obras em todo País, para todas as faixas do Programa. Serão R$ 550 milhões nos meses de abril e maio e mais R$ 500 milhões em junho. De acordo com Thiago Melo, vice-presidente da Associação das Empresas Imobiliárias de Pernambuco (Ademi-PE), são cerca de 90 dias que as empresas operantes na faixa 1 estão sem receber. O governo ainda tem uma conta em aberto, devendo R$450 milhões às empresas de pequeno e médio porte. “Não existe programa sem subsidio. No caso da faixa 1 é fundamental que o Governo faça os repasses para garantir à parcela mais baixa da população acesso a moradia”, explicou. Com o subsídio há um clima de perspectiva na retomada de novas contratações na faixa 1,5 do Programa. Presidente da Associação Brasileira dos Mutuários de Habitação (ABMH), Vinicius Costa, explica que os contratos na faixa 1,5, estavam pendentes desde novembro de 2018. “A expectativa é que com esse aporte os contratos que estavam pendentes sejam cumpridos. Mas ainda não sabemos se o recurso terá viabilidade para novas contratações”, disse. Costa ainda esclarece que faixa 1,5 é um setor que movimenta bastante a economia, pois as classes C e D têm comprado cada vez mais imóveis e as construções estão se voltando para fazer vendas a esta classe. “Quando acontece de um recurso acabar é porque a procura foi maior do que o esperado”, finalizou.

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Movimento nos aeroportos deve crescer 2% no feriado, diz Infraero

No feriado prolongado da Semana Santa, o movimento de passageiros nos aeroportos administrados pela Infraero deve crescer 2%. A expectativa é que entre esta quinta-feira (18) e segunda-feira (22), 1,05 milhão de viajantes passem pelos terminais. Na quinta-feira e segunda (22) serão os dias de maior movimentação.