Humanização auxilia profissionais de saúde e pacientes com Covid-19

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Nas enfermarias e Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) lotadas com pacientes com suspeita ou confirmação do novo coronavírus, há corações que batem forte e mãos que trabalham incansavelmente. Apesar dos vários Equipamentos de Proteção Individual que distanciam profissionais de saúde de pacientes, a sensibilidade é capaz de aproximar quem cuida de quem precisa de cuidado (veja vídeo acima).

A jornada começa a partir da paramentação. Para travar batalhas diárias contra um inimigo que ninguém vê, é preciso se proteger. A partir daí, começa a jornada inteira entre pessoas contaminadas, que também podem infectar quem está tentando salvar a vida delas.

“São pacientes assustados, pacientes inseguros, pacientes solitários. A gente percebe que se assustam até com a nossa aparência. Nós precisamos usar uma paramentação grosseira, bastante impactante, que não consegue revelar nosso rosto e isso gera realmente um certo receio nesses pacientes que já trazem consigo muito medo”, disse a cardiologista Cecília Cavalcanti.

Médicos precisam se paramentar para evitar contaminação por meio do contato com pacientes de Covid-19 — Foto: Reprodução/TV Globo
Médicos precisam se paramentar para evitar contaminação por meio do contato com pacientes de Covid-19 — Foto: Reprodução/TV Globo

Médicos precisam se paramentar para evitar contaminação por meio do contato com pacientes de Covid-19 — Foto: Reprodução/TV Globo

Trabalhando em emergências e UTI coronariana há dez anos, a médica afirmou que não deixa de se comover, sobretudo com pacientes com a doença Covid-19, causada pelo novo coronavírus. “A principal dúvida dos pacientes que entram é se vão sair”, contou.

“Essa é a pergunta que mais escutamos lá dentro. Qual a chance de sair? E é uma pergunta que, muitas vezes, não tem resposta imediata. Trabalhamos com perspectivas, muitas vezes, baseadas em dados e números bastante duros”, declarou. Terminado o plantão, todo o equipamento precisa ser removido com um cuidado que precisa ser maior do que o desgaste físico e emocional.

“A desparamentação é o momento mais crítico no dia a dia no trabalho nas UTIs de Covid-19. É um momento em que estamos muito desgastados, tanto emocionalmente como fisicamente. Passamos cerca de seis a 12 horas com equipamentos pesados, que limitam nossa movimentação, que nos machucam. A gente sabe que é o momento de maior risco de infecção, então isso gera ansiedade e medo”, disse Cecília.

Entre plantões, troca de hospitais e rituais de colocação e retirada dos Equipamentos de Proteção Individual e pacientes que melhoram e pioram, é preciso ter pensamentos positivos, segundo a médica. “Temos que ser otimistas que isso vai passar. As lições serão inúmeras e temos que tirar tudo que for possível de positivo”, afirmou.

Empatia e humanização

Para o ex-juiz do trabalho Sérgio Vaisser, de 63 anos, está quase passando. Ele ficou na UTI ao lado da esposa, Edna Brandão. Passou 15 dias entubado para conseguir respirar. Quando saiu para um quarto, gravou uma mensagem para a equipe que tratou dele.

“Graças à equipe de vocês, eu consegui me recuperar. E agradeço a toda a equipe do Real Hospital Português por poder ter dado uma segunda chance. Obrigado”, disse no vídeo.

Sergio Vaisser gravou mensagem para agradecer à equipe de saúde que cuidou dele — Foto: Reprodução/TV Globo
Sergio Vaisser gravou mensagem para agradecer à equipe de saúde que cuidou dele — Foto: Reprodução/TV Globo

Sergio Vaisser gravou mensagem para agradecer à equipe de saúde que cuidou dele — Foto: Reprodução/TV Globo

Edna ficou três semanas no hospital, sendo dez dias na UTI, antes de voltar para casa. No período em que ficou internada, a interação com outras pessoas parece ter sido fundamental no processo de cura.

“Fui conhecendo as pessoas, sou uma pessoa de fácil comunicação. Ali a gente fica muito solitário, então com todo mundo que entrava, eu puxava conversa e sempre tinha aquela força, aquela empatia”, contou.

“Quando eu estava no pior momento, eu tive esse apoio da equipe. Não só os médicos, mas os auxiliares de enfermagem que entram para dar o banho, para fazer todos os cuidados na gente. Nesse momento é como a gente vê a importância do trabalho dessas pessoas”, afirmou.

Paciente curada da Covid-19, Edna Brandão conversa e agradece à médica Renata Bezerra pelo atendimento — Foto: Reprodução/TV Globo
Paciente curada da Covid-19, Edna Brandão conversa e agradece à médica Renata Bezerra pelo atendimento — Foto: Reprodução/TV Globo

Paciente curada da Covid-19, Edna Brandão conversa e agradece à médica Renata Bezerra pelo atendimento — Foto: Reprodução/TV Globo

Para os médicos, a humanização é capaz de fazer a diferença. “Para trabalhar na área de saúde, é preciso primeiro gostar de gente. E é um momento que toda a humanização que a gente aprende ficou desumanizada. Essa pandemia trouxe a impessoalidade. A gente trabalha com empatia, com compaixão e tem tentado manter esse lado mesmo com a dificuldade que a pandemia traz”, disse a médica intensivista Renata Bezerra.

“Eu me lembro bem, eu sem comer. Aí eu acho que foi a doutora Renata que disse: ‘você gosta de sorvete?’, e eu disse: ‘eu gosto de sorvete’. ‘Então sorvete para Dona Edna, água de coco para Dona Edna, o que ela quiser para trazer’”, relembrou a paciente, apesar de confessar, em seguida, que pode não ter sido a mesma médica.

“Como eu não via, eu tenho as vozes. Na minha dúvida, eu não sei se foi a doutora Renata ou a doutora Larissa. Mas não importa. As duas são dois amores que me deram muito apoio”, afirmou.

Além do esforço para se recuperar, Edna ainda tinha a preocupação do marido, com quem não dava para falar. “Eu estava ali triste porque não podia ajudar e não sabia direito das coisas. Então principalmente os médicos, que chegavam e viam prontuário, podiam conversar com os colegas e davam esse retorno para mim”, contou.

Para Renata, é impossível não se envolver com as histórias dos pacientes. “É impossível não se emocionar com cada paciente recuperado ou mesmo quando um paciente vai a óbito. O envolvimento é total, é absoluto”, disse.

Fonte: G1

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GONZAGA PATRIOTA PARTICIPA DO DESFILE DA INDEPENDÊNCIA NO PALANQUE DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA E É ABRAÇADO POR LULA E POR GERALDO ALCKMIN.

Gonzaga Patriota, acompanhado da esposa, Rocksana Príncipe e da netinha Selena, estiveram, na manhã desta quinta-feira, 07 (Sete de Setembro), no Palanque da Presidência da República, onde foram abraçados por Lula, sua esposa Janja e por todos os Ministros de Estado, que estavam presentes, nos Desfiles da Independência da República. Gonzaga Patriota que já participou de muitos outros desfiles, na Esplanada dos Ministérios, disse ter sido o deste ano, o maior e o mais organizado de todos. “Há quatro décadas, como Patriota até no nome, participo anualmente dos desfiles de Sete de Setembro, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Este ano, o governo preparou espaços com cadeiras e coberturas, para 30.000 pessoas, só que o número de Patriotas Brasileiros Independentes, dobrou na Esplanada. Eu, Lula e os presentes, ficamos muito felizes com isto”, disse Gonzaga Patriota.

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Gonzaga Patriota participa de evento em prol do desenvolvimento do Nordeste

Hoje, participei de uma reunião no Palácio do Planalto, no evento “Desenvolvimento Econômico – Perspectivas e Desafios da Região Nordeste”, promovido em parceria com o Consórcio Nordeste. Na pauta do encontro, está o plano estratégico de desenvolvimento sustentável da região, e os desafios para a elaboração de políticas públicas, que possam solucionar problemas estruturais nesses estados. O evento contou com a presença do Vice-presidente Geraldo Alckmin, que também ocupa o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, o ex governador de Pernambuco, agora Presidente do Banco do Nordeste, Paulo Câmara, o ex Deputado Federal, e atualmente Superintendente da SUDENE, Danilo Cabral, da Governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, os ministros da Casa Civil, Rui Costa, e da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, entre outras diversas autoridades de todo Nordeste que também ajudam a fomentar o progresso da região.

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GONZAGA PATRIOTA comemora o retorno da FUNASA

Gonzaga Patriota comemorou a recriação da Fundação Nacional de Saúde – FUNASA, Instituição federal vinculada ao Ministério da Saúde, que havia sido extinta no início do terceiro governo do Presidente Lula, por meio da Medida Provisória alterada e aprovada nesta quinta-feira, pelo Congresso Nacional.  Gonzaga Patriota disse hoje em entrevistas, que durante esses 40 anos, como parlamentar, sempre contou com o apoio da FUNASA, para o desenvolvimento dos seus municípios e, somente o ano passado, essa Fundação distribuiu mais de três bilhões de reais, com suas maravilhosas ações, dentre alas, mais de 500 milhões, foram aplicados em serviços de melhoria do saneamento básico, em pequenas comunidades rurais. Patriota disse ainda que, mesmo sem mandato, contribuiu muito na Câmara dos Deputados, para a retirada da extinção da FUNASA, nessa Medida Provisória do Executivo, aprovada ontem.