Metrô: Passageiros sofrem com vagões lotados e longos intervalos

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Não é uma novidade: o Metrô do Recife continua superlotado, com vagões quentes e viagens lentas. Este é o retrato das operações na manhã desta terça-feira (10), descrita por usuários do transporte. Trabalhadores, estudantes e a população em geral, diariamente, enfrentam os desafios para chegar aos seus destinos. Cada espaço dentro dos vagões, disputado entre os usuários ao longo das estações, é decisivo para uma viagem pior ou “menos pior”, dizem os passageiros. A Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), explicou que a espera de 20 minutos por um trem é “normal” nos ramais Jaboatão e Camaragibe. A companhia ressaltou que as duas linhas operam das 5h às 23h.
No começo da manhã de hoje os usuários do Metrô do Recife enviaram ao Diario fotos e relatos de como estava a operação. “Estou sem condições nem de segurar. Está desse jeito aí. O metrô passou agora, desde 7h20”, relata a auxiliar administrativa Anne Souza, que só conseguiu entrar em um vagão na Estação Floriano, as 7h46. O metrô estava lotado. O que chama atenção é que a Estação Floriano é apenas a terceira no sentido Jaboatão para o Recife.

DESAFIOS TÉCNICOS
Os problemas nas operações do Metrô do Recife continuam recorrentes para a população. Durante essas últimas semanas, publicamos diversas matérias relatando os desafios dos usuários do metrô. Neste mês, na segunda-feira (2), a Linha Camaragibe teve as estações fechadas devido a um problema na rede de alimentação de energia. Na quarta-feira (27 de abril), a Linha Centro do Metrô ficou fechada devido ao roubo de cabos de energia. Já no último dia 20 de abril, as estações do Metrô na Linha Centro, no ramal Jaboatão, também ficaram fechadas devido à queda de energia.

MUDANÇAS?Segundo informações, o Metrô do Recife poderá ser entregue à iniciativa privada, em uma concessão pública de 30 anos. Os trâmites do repasse e a gestão do contrato de concessão serão de responsabilidade do Governo Estadual. Leia a matéria completa sobre o assunto aqui no Diario de Pernambuco.

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Em encontro com Câmara e Pedro, Sandrinho e Patriota discutem agenda da emancipação

O prefeito de Afogados da Ingazeira Sandrinho Palmeira (PSB) esteve no Palácio do Campo das Princesas, onde se reuniu com o governador Paulo Câmara. Com ele, o pré-candidato a Estadual José Patriota e o pré-candidato a Federal Pedro Campos. “Tivemos uma pauta extensa sobre abastecimento de água, recuperação de estradas, festividades juninas, empreendedorismo e emissão de guia de transporte animal para beneficiar as pessoas de Afogados, Pajeú e de todo Pernambuco”, disse Patriota em sua rede social. Pedro Campos destacou falando à Rádio Pajeú que a agenda tratou também do cronograma de entregas previsto para o aniversário de Afogados da Ingazeira, bem como do calendário festivo. O anúncio deverá ser feito pelo prefeito. Fonte: Nill Junior

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Pesquisa: Lula tem 40% e Bolsonaro 32%, aponta CNN Brasil

A pesquisa CNN/RealTime Big Data para as eleições presidenciais de 2022, divulgada nesta quarta-feira (25) pela CNN Brasil aponta o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 40% das intenções de voto no primeiro turno. Em seguida aparece o atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), com 32%. Ciro Gomes (PDT) aparece com 9%. Na sequência estão André Janones (Avante) e Simone Tebet (MDB), com 2%; e Luciano Bivar (União Brasil), com 1%. Não pontuaram os pré-candidatos Vera Lúcia (PSTU), Pablo Marçal (Pros), Sofia Manzano (PCB), Felipe d’Avila (Novo), Leonardo Péricles (UP) e José Maria Eymael (DC). De acordo com a pesquisa, brancos e nulos somam 9%, enquanto indecisos são 5%. O RealTime Big Data ouviu três mil pessoas por telefone, entre segunda e terça-feira desta semana. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Confira a seguir os cenários analisados pela pesquisa: Cenário ILula (PT) – 39%Bolsonaro (PL) – 31%Ciro Gomes (PDT) – 8%João Doria (PSDB) – 4%André Janones (Avante) – 2%Simone Tebet (MDB) – 1%Luciano Bivar (União Brasil) – 1%Vera Lúcia (PSTU) – 0Pablo Marçal (Pros) – 0Sofia Manzano (PCB) – 0Felipe d’Avila (Novo) – 0Leonardo Péricles (UP) – 0José Maria Eymael (DC) – 0Branco/Nulo – 9%Não sabe/Não respondeu – 5% Cenário IILula (PT) – 39%Bolsonaro (PL) – 31%Ciro Gomes (PDT) – 8%João Doria (PSDB) – 5%André Janones (Avante) – 2%Luciano Bivar (União Brasil) – 1%Vera Lúcia (PSTU) – 0Pablo Marçal (Pros) – 0Sofia Manzano (PCB) – 0Felipe d’Avila (Novo) – 0Leonardo Péricles (UP) – 0José Maria Eymael (DC) – 0Branco/Nulo – 9%Não sabe/Não respondeu – 5% Cenário IIILula (PT) – 40%Bolsonaro (PL) – 32%Ciro Gomes (PDT) – 9%André Janones (Avante) – 2%Simone Tebet (MDB) – 2%Luciano Bivar (União Brasil) – 1%Vera Lúcia (PSTU) – 0Pablo Marçal (Pros) – 0Sofia Manzano (PCB) – 0Felipe d’Avila (Novo) – 0Leonardo Péricles (UP) – 0José Maria Eymael (DC) – 0Branco/Nulo – 9%Não sabe/Não respondeu – 5% Cenário IVLula (PT) – 40%Bolsonaro (PL) – 33%Ciro Gomes (PDT) – 11%André Janones (Avante) – 2%Vera Lúcia (PSTU) – 0Pablo Marçal (Pros) – 0Sofia Manzano (PCB) – 0Felipe d’Avila (Novo) – 0Leonardo Péricles (UP) – 0José Maria Eymael (DC) – 0Branco/Nulo – 9%Não sabe/Não respondeu – 5%

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IBGE divulga 1º levantamento sobre homossexuais e bissexuais no Brasil

No Brasil, 2,9 milhões de pessoas de 18 anos ou mais se declaram lésbicas, gays ou bissexuais. Os dados são da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS): Orientação sexual autoidentificada da população adulta, divulgada hoje (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esta é a primeira vez que esse dado é coletado entre a população brasileira e, na avaliação do instituto, ainda pode estar subnotificado. Os dados, coletados em 2019, mostram que 94,8% da população, o que equivale a 150,8 milhões de pessoas, identificam-se como heterossexuais, ou seja, têm atração sexual ou afetiva por pessoas do sexo oposto; 1,2%, ou 1,8 milhão, declaram-se homossexual, tem atração por pessoas do mesmo sexo ou gênero; e, 0,7%, ou 1,1 milhão, declara-se bissexual, tem atração por mais de um gênero ou sexo binário. A pesquisa mostra ainda que 1,1% da população, o que equivale a 1,7 milhão de pessoas, disse não saber responder à questão e 2,3%, ou 3,6 milhões, recusaram-se a responder. Uma minoria, 0,1%, ou 100 mil, disse se identificar com outras orientações. Segundo o IBGE, quando perguntadas qual, a maioria respondeu se identificar como pansexual – pessoa cujo gênero e sexo não são fatores determinantes na atração; ou assexual – pessoa que não tem atração sexual. Idade, escolaridade e região  De acordo com o IBGE, a população de homossexuais ou bissexuais é maior entre os que têm nível superior (3,2%), maior renda (3,5%) e idade entre 18 e 29 anos (4,8%). Em relação às regiões, o Sudeste registra o maior percentual, 2,1%, enquanto o Nordeste tem a menor, 1,5%. Consideradas apenas as mulheres brasileiras, 0,9% declara-se lésbica e 0,8%, bissexual. Considerados apenas os homens, 1,4% declaram-se gays e 0,5%, bissexuais. Tanto entre homens quanto entre mulheres, 1,1% disseram não saber e 2,3% recusaram-se a responder. A maioria, em ambos os grupos, declara-se heterossexual.    O resultado brasileiro foi, segundo o estudo, semelhante ao de outros outros países. Na Colômbia, por exemplo, 1,2% da população se autodeclara homossexual ou bissexual; no Chile, essa proporção chega a 1,8% – semelhante à do Brasil; nos Estados Unidos, a 2,9%; e, no Canadá, a 3,3%. Subnotificação Segundo o IBGE, o número de lésbicas, gays e bissexuais registrado na pesquisa pode estar subnotificado. O instituto aponta principalmente o estigma e o preconceito por parte da sociedade como fatores que podem fazer com que as pessoas não se sintam seguras em declarar a própria orientação sexual. As pesquisadoras responsáveis pelo estudo destacam que em cerca de 70 países a homossexualidade é crime, como mostra levantamento feito pela Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Trans e Intersexuais (Ilga).  “A gente não está afirmando que existem 2,9 milhões de homossexuais ou bissexuais no Brasil. A gente está afirmando que 2,9 milhões de homossexuais e bissexuais se sentiram confortáveis para se autoidentificar ao IBGE como tal”, diz a analista da PNS Nayara Gomes.  Outro fator apontado para a subnotificação é a falta de familiaridade com os termos usados na pesquisa. “A gente ainda precisa percorrer um caminho com várias iniciativas de campanha, de sensibilização. Quanto mais perguntarmos, mais as pessoas vão se acostumar …