Secretaria de Saúde recomenda uso de máscara em ambientes fechados em Pernambuco

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O uso de máscaras de proteção contra a Covid-19 segue não obrigatório em Pernambuco. A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) informou à reportagem, nesta terça-feira (14), no entanto, que recomenda que a população utilize o equipamento em ambientes fechados, especialmente quem apresente sintomais gripais, mesmo que leves, pacientes imunossuprimidos e idosos.

A recomendação, que não é uma obrigação, vem diante de um momento de maior circulação viral, “notadamente com aumento dos casos leves”, segundo a SES-PE.

Pernambuco observa um aumento no número de notificações de casos: na semana passada, por exemplo, o Estado voltou a registrar mais de 1 mil casos diários de Covid-19, total que não era contabilizado há quase dois meses. A SES-PE também confirmou a circulação da subvariante BA.4 da ômicron no Estado.

Para conter o avanço da Covid-19 e de outras doenças respiratórias, cidades e estados do Brasil voltaram a recomendar ou obrigar o uso do equipamento – como é o caso, por exemplo, de Belo Horizonte, onde a utilização da máscara em locais fechados será novamente obrigatória entre esta terça-feira e 31 de julho.

Diante da melhora no cenário epidemiológico, com números de mortes, casos e internações em recuo, a obrigatoriedade do uso de máscaras em ambientes ao ar livre foi retirada em 29 de março em Pernambuco. Pouco menos de um mês depois, em 20 de abril, a medida foi estendida a ambientes fechados.

Atualmente, o uso do equipamento é obrigatório no Estado apenas em hospitais, serviços de saúde e farmácias, transporte público e escolas.

Em nota, a SES-PE informou que não há alteração nos protocolos em vigor atualmente. “O Governo de Pernambuco continua monitorando de forma permanente e criteriosa a evolução do cenário epidemiológico da Covid-19”, afirma trecho do texto. Medidas para conter o vírus, destaca a SES-PE, “são sempre proporcionais ao momento epidemiológico vivenciado”.

“Qualquer nova medida dentro do Plano de Convivência com a Covid-19 será amplamente divulgada”, destaca a pasta.

Alguns órgãos, como o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) e o Ministério Público do Trabalho em Pernambuco (MPT/PE) se anteciparam e retomaram a obrigatoriedade do uso da máscara para acesso às suas dependências.

Fonte: Edenevaldo Alves

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Presidente: aumento do Auxílio Brasil pode superar efeitos da pandemia

O presidente Jair Bolsonaro disse ontem (24) que o aumento dos índices de inflação tem, entre suas causas, problemas decorrentes do isolamento social, medida de combate à pandemia que, segundo ele, acabou por prejudicar a economia do país. Segundo o presidente, uma medida que pode ajudar na superação desses efeitos negativos causados pela pandemia na economia é o aumento no valor do Auxílio Brasil, de R$ 400 para R$ 600. As declarações foram feitas durante a cerimônia de inauguração dos Residenciais Canaã I e II, em João Pessoa (PB). De acordo com pesquisa divulgada hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial, está acumulado em 12,04%, nos últimos 12 meses.

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Saúde amplia público da campanha de vacinação contra gripe

O Ministério da Saúde informou que a partir de amanhã (25) os estados e municípios poderão ampliar a campanha contra a gripe para toda a população a partir de 6 meses de vida, enquanto durarem os estoques da vacina contra a influenza. Segundo o ministério, a ideia é que a ampliação na vacinação evite casos de complicações decorrentes da doença e impeça eventuais mortes e uma possível “pressão sobre o sistema de saúde”. A campanha nacional de imunização contra a influenza começou no dia 4 de abril. O Ministério da Saúde já distribuiu para estados e o Distrito Federal as 80 milhões de doses contratadas para imunizar a população brasileira. Até o momento, a mobilização contra a doença atingiu 53,5% de cobertura vacinal. Hoje (24), os pontos de vacinação atenderam exclusivamente pessoas que pertencem ao público-alvo da campanha, entre crianças de seis meses a menores de cinco anos, trabalhadores da saúde, gestantes, puérperas, indígenas e idosos. Quem faz parte do público-alvo e ainda não se imunizou, também poderá se vacinar após a ampliação da campanha. Para tomar o imunizante da gripe, basta ir a qualquer posto de vacinação. Fonte: EBC

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Aneel mantém bandeira tarifária verde para julho

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) manteve a bandeira verde em julho para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Com a decisão, não haverá cobrança extra na conta de luz no próximo mês. É o terceiro o anúncio de bandeira verde realizado pela Aneel desde o fim da Bandeira Escassez Hídrica, que durou de setembro de 2021 até meados de abril deste ano. Segundo a Aneel, na ocasião, a bandeira verde foi escolhida devido às condições favoráveis de geração de energia. Caso houvesse a instituição das outras bandeiras, a conta de luz refletiria o reajuste de até 64% das bandeiras tarifárias aprovado nesta semana pela Aneel. Segundo a agência, os aumentos são devido à inflação e ao maior custo das usinas termelétricas neste ano, decorrente do encarecimento do petróleo e do gás natural nos últimos meses. Bandeiras Tarifárias Criadas em 2015 pela Aneel, as bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o SIN gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias. Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, significa que a conta não sofre qualquer acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimos que variam de R$ 2,989 (bandeira amarela) a R$ 9,795 (bandeira vermelha patamar 2) a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. O Sistema Interligado Nacional é dividido em quatro subsistemas: Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte. Praticamente todo o país é coberto pelo SIN. A exceção são algumas partes de estados da Região Norte e de Mato Grosso, além de todo o estado de Roraima. Atualmente, há 212 localidades isoladas do SIN, nas quais o consumo é baixo e representa menos de 1% da carga total do país. A demanda por energia nessas regiões é suprida, principalmente, por térmicas a óleo diesel. Fonte: UOL