Fórum Econômico Mundial abre debate sobre assédio sexual e fake news

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O Fórum Econômico Mundial se transformará a partir de amanhã (23) de novo no lugar onde os líderes abordam junto com a sociedade civil e os empresários os grandes problemas do mundo, mas também serão abertos debates atuais como o assédio sexual e a pós-verdade. A informação é da Agência EFE.

A reunião em Davos é vista como uma plataforma única para definir a agenda mundial no início de cada ano, já que diferente do G20, do G7 e outras cúpulas internacionais, não só reúne mais líderes que qualquer outro fórum, mas também mais de 3 mil participantes do mundo econômico, político, social, cultural, acadêmico e científico.

Até 5 mil soldados e chefes do Exército suíço e da Polícia farão a segurança e, como é habitual, o espaço aéreo de Davos será fechado durante a reunião anual.

O Fórum já começará nesta segunda-feira (22) a aquecer os motores com a atualização das perspectivas econômicas do Fundo Monetário Internacional (FMI) e a entrega dos Prêmios Cristal à atriz Cate Blanchett, o cantor Elton John e ao astro de Bollywood Shah Rukh Khan por sua liderança na defesa dos refugiados, na luta contra o HIV e os direitos da infância e das mulheres.

Ainda que os 70 chefes de Estado e de Governo que viajarão este ano a Davos tenham um protagonismo inevitável, vários governantes da América Latina, da Europa, do Oriente Médio e da África, bem como o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump – se este viajar para a Suíça após a paralisação do governo -, o Fórum quer olhar além dos governantes.

Com mais de 1.900 executivos de empresas, 230 representantes de meios de comunicação, quase 40 líderes culturais, outros tantos de organizações internacionais, 35 empreendedores, 80 jovens destacados, 32 pioneiros tecnológicos e 70 responsáveis de sindicatos, organizações religiosas e da sociedade civil, o Fórum Econômico Mundial se transforma em um lugar de debate sobre muitos assuntos de atualidade.

Em mais de 400 painéis e sessões de trabalho, os participantes debaterão como “criar um futuro compartilhado em um mundo fraturado”, lema desta 48ª edição, que será inaugurada na terça-feira com o discurso de abertura do primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, como representante da maior democracia do mundo.

A ideia por trás deste tema é fomentar a cooperação entre todos os atores da sociedade, segundo o fundador e diretor executivo do Fórum Econômico Mundial, Klaus Schwab.

Mas não só para fazer frente a conflitos, mas também para buscar soluções comuns a fim de acabar com a discriminação de gênero, gerar um crescimento e um comércio mais inclusivos, atenuar o efeito da digitalização da indústria sobre os trabalhadores, lutar contra a mudança climática e o assédio sexual, combater as ameaças cibernéticas e adaptar-se às novas tecnologias.

Assim, Davos aborda questões atuais como o movimento #MeToo (Eu também), que começou em Hollywood, mas que afeta mais esferas do mundo político, artístico e empresarial – com um painel intitulado “Gênero, poder e enfrentar o assédio sexual”.

Em sinal de apoio às mulheres, o Fórum quis dar um sinal: o encontro de 23 a 26 de janeiro será co-presidido unicamente por mulheres, que são 21% dos 3 mil participantes.

Davos também terá espaço para um debate sobre as “fake news” (notícias falsas) e sobre a pós-verdade, termo usado nos EUA por causa da eleição do presidente Donald Trump para indicar que os fatos não são tão importantes na hora de influenciar a opinião pública quanto apelar para a emoção e às crenças pessoais.

O surgimento de novas tecnologias na economia digital e nas finanças, como a tecnologia “blockchain“, uma tecnologia digital que garante a veracidade das operações pela internet, será outra questão atual analisada.

Além disso, o Fórum terá várias sessões dedicadas às ameaças cibernéticas, dados os recentes ataques mundiais a empresas e a interferência russa através das redes em diferentes eleições, e lançará, além disso, o Centro Global para a Cibersegurança para fomentar a cooperação.

Fonte: AB

http://m.agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2018-01/forum-economico-mundial-abre-debate-sobre-assedio-sexual-e-fake-news

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GONZAGA PATRIOTA PARTICIPA DO DESFILE DA INDEPENDÊNCIA NO PALANQUE DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA E É ABRAÇADO POR LULA E POR GERALDO ALCKMIN.

Gonzaga Patriota, acompanhado da esposa, Rocksana Príncipe e da netinha Selena, estiveram, na manhã desta quinta-feira, 07 (Sete de Setembro), no Palanque da Presidência da República, onde foram abraçados por Lula, sua esposa Janja e por todos os Ministros de Estado, que estavam presentes, nos Desfiles da Independência da República. Gonzaga Patriota que já participou de muitos outros desfiles, na Esplanada dos Ministérios, disse ter sido o deste ano, o maior e o mais organizado de todos. “Há quatro décadas, como Patriota até no nome, participo anualmente dos desfiles de Sete de Setembro, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Este ano, o governo preparou espaços com cadeiras e coberturas, para 30.000 pessoas, só que o número de Patriotas Brasileiros Independentes, dobrou na Esplanada. Eu, Lula e os presentes, ficamos muito felizes com isto”, disse Gonzaga Patriota.

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Gonzaga Patriota participa de evento em prol do desenvolvimento do Nordeste

Hoje, participei de uma reunião no Palácio do Planalto, no evento “Desenvolvimento Econômico – Perspectivas e Desafios da Região Nordeste”, promovido em parceria com o Consórcio Nordeste. Na pauta do encontro, está o plano estratégico de desenvolvimento sustentável da região, e os desafios para a elaboração de políticas públicas, que possam solucionar problemas estruturais nesses estados. O evento contou com a presença do Vice-presidente Geraldo Alckmin, que também ocupa o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, o ex governador de Pernambuco, agora Presidente do Banco do Nordeste, Paulo Câmara, o ex Deputado Federal, e atualmente Superintendente da SUDENE, Danilo Cabral, da Governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, os ministros da Casa Civil, Rui Costa, e da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, entre outras diversas autoridades de todo Nordeste que também ajudam a fomentar o progresso da região.

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GONZAGA PATRIOTA comemora o retorno da FUNASA

Gonzaga Patriota comemorou a recriação da Fundação Nacional de Saúde – FUNASA, Instituição federal vinculada ao Ministério da Saúde, que havia sido extinta no início do terceiro governo do Presidente Lula, por meio da Medida Provisória alterada e aprovada nesta quinta-feira, pelo Congresso Nacional.  Gonzaga Patriota disse hoje em entrevistas, que durante esses 40 anos, como parlamentar, sempre contou com o apoio da FUNASA, para o desenvolvimento dos seus municípios e, somente o ano passado, essa Fundação distribuiu mais de três bilhões de reais, com suas maravilhosas ações, dentre alas, mais de 500 milhões, foram aplicados em serviços de melhoria do saneamento básico, em pequenas comunidades rurais. Patriota disse ainda que, mesmo sem mandato, contribuiu muito na Câmara dos Deputados, para a retirada da extinção da FUNASA, nessa Medida Provisória do Executivo, aprovada ontem.