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Brasil “ainda não passou a limpo” crimes da Ditadura Militar, diz procuradora

A presidente da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, a procuradora regional da República Eugênia Gonzaga, afirmou nesta sexta-feira que o Brasil ainda não “passou a limpo” o período da ditadura militar no país, que vigorou entre 1964 e 1985. Ao comentar o documento confidencial da CIA (Serviço de Inteligência dos Estados Unidos) que revela que o ex-presidente Ernesto Geisel (1974-1979) autorizou a execução sumária de militantes opositores ao regime, ela disse também que o país ainda vive em “total negação” do período. “Tudo isso é dolorido e ao mesmo tempo vergonhoso, porque demonstra que o país não passou a limpo esse período. A gente ainda vive em uma situação de total negação desse período, de ocultação”, disse Eugênia. “É uma comprovação bastante forte que a tortura, a política de terrorismo de estado, era realmente autorizada pelo mais alto escalão, não era simplesmente um exagero da ‘turma do porão’, como eles chamam os agentes da repressão” , disse a procuradora.“São provas importantes de que realmente havia uma política de Estado de exterminação dessas possíveis oposições, uma política de também acobertar a verdade do período. Por exemplo, a morte do delegado Sérgio Fleury não é explicada até hoje, mas nitidamente ali é uma queima de arquivo. Então temos, no período do general Geisel, uma prova de que ele realmente autorizava que essas pessoas emblemáticas fossem exterminadas”, acrescentou. A procuradora conta que a revelação do documento da CIA comprova a tese da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos e dos próprios familiares, o que não é possível ser comprovado a partir de documentos do governo brasileiro, pois estes foram destruídos: “Os arquivos brasileiros foram destruídos ou estão sob a guarda de particulares que não revelam. O que temos são depoimentos e a estratégia do Exército que demonstra que os agentes não agem sob vontade própria, sempre agem por um comando superior.” O professor de Sociologia na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Marcelo Ridenti, destacou que pesquisadores do tema, há muito tempo, já trabalhavam com a ideia de que o governo Geisel tinha conhecimento e envolvimento com o chamado “porão da ditadura”, no entanto, não havia provas, apenas depoimentos. “O que o governo dele [de Geisel] fez foi, de certa maneira, reestabelecer o alto comando, o próprio presidente da República ter o comando de tudo que se passava no país inclusive na esfera repressiva. O que não quer dizer que deixou de haver tortura ou que deixou de haver execuções, mas elas teriam que ser claramente colocadas dentro de uma hierarquia. Poderia executar, mas teria que ter o aval do governo”, explicou. Para Ridenti, Geisel havia constatado que setores do aparelho repressivo estavam ganhando força independentemente da hierarquia militar e seu objetivo, ao definir que o alto comando do Exército deveria aprovar as execuções, era manter a disciplina nas Forças Armadas. “Já estava institucionalizada [a tortura e a execução] de certa maneira, era uma política de Estado, mas que estava fugindo do controle da hierarquia militar. Isso para ele não interessava …

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Crise na Argentina pode levar à redução das exportações brasileiras

A crise na Argentina pode levar à redução das exportações brasileiras de carros e peças para o país vizinho, segundo avaliação de especialistas. Atualmente, a participação da Argentina nas exportações brasileiras é de cerca de 8% e a maior parte é do setor de veículos. De janeiro a abril, as exportações totalizaram US$ 74,299 bilhões. Desse total, US$ 6,060 bilhões são referentes à Argentina. Dos produtos exportados para a Argentina, cerca de 33% são automóveis. A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) informou que ainda não tem uma previsão de quanto podem cair as exportações com a crise. A associação disse apenas que 76% das exportações do setor vão para a Argentina, seguido do México (7%), Chile (5%), Uruguai (4%), Colômbia 3% e Peru (2%). Em crise econômica, a Argentina decidiu recorrer ao Fundo Monetário Internacional (FMI) para equilibrar a situação financeira do país. A decisão foi tomada depois da disparada do dólar. O governo quer obter respaldo financeiro para acalmar os ânimos dos investidores e frear a saída de capitais do país, cuja economia, segundo o presidente argentino, Maurício Macri, é uma das mais dependentes de recursos estrangeiros. Link 1 O ex-secretário de Comércio Exterior Welber Barral lembra que a Argentina é o principal importador de produtos manufaturados no Brasil. “Os principais produtos são automóveis e peças de carro. Evidentemente, uma crise na Argentina afeta esses setores”, disse. Para Barral, se a Argentina conseguir o empréstimo no FMI, o nível de especulação cambial diminuirá, o que fará com que o país não diminua muito as importações. Entretanto, Barral disse que o efeito da crise argentina no Brasil deve ficar restrito a esse segmento, sem contagiar toda a economia brasileira. “O Brasil tem reservas internacionais altas, inflação relativamente sob controle. Então, o Brasil não está na mesma situação da Argentina. Mas em termos de exportações, sim. O Brasil pode ser afetado pela queda das exportações”, disse. Segundo Barral, a competitividade do setor automotivo brasileiro é maior na Argentina por conta do Mercado Comum do Sul (Mercosul). “Os produtos brasileiros não pagam imposto de importação na Argentina”, explicou. Além disso, ele disse que o mercado argentino é maior do que de outros países. “Enquanto na Argentina tem um mercado de 42 milhões de pessoas, no Uruguai, por exemplo, são 3 milhões”, disse. A pesquisadora do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) Lia Baker Valls Pereira também avalia que o efeito da crise argentina no Brasil se restringirá à balança comercial. “No Brasil, a exportação não é o principal elemento do PIB (Produto Interno Bruto, soma de todos os bens e serviços produzidos no país). A Argentina é a terceira importadora do Brasil. É muito localizado, afetaria mais a exportação de automóvel”, avaliou a pesquisadora. “O empréstimo do FMI vem cheio de restrições. A Argentina tem um problema de déficit fiscal, déficit externo, tem inflação alta. A Argentina vai se comprometer a um controle inflacionário e fiscal mais austero”, disse. Lia acrescentou que o presidente argentino Mauricio Macri …

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Em dois anos, Temer cumpre apenas 3 das 13 promessas do seu governo

Neste sábado (12), Michel Temer (MDB) completa dois anos no cargo de presidente da República – parte deles como interino durante o processo de impeachment de Dilma Rousseff (PT). A reportagem foi às bases das diretrizes de seu governo, elaboradas em outubro de 2015, quando o então PMDB divulgou o documento “Uma Ponte para o Futuro”, para checar se Temer cumpriu o compromisso de levar adiante reformas e ajustes pautados no documento. A reportagem selecionou 13 das principais bases da “Ponte para o futuro”, e apenas três foram plenamente colocadas em prática nesse período – uma a mais do que em 2017.  Outras cinco avançaram, mas não foram concluídas; três não saíram do lugar; e uma regrediu. Projetos que serviram como plataforma para o emedebista, como a Reforma da Previdência, tiveram avanços, mas também acabaram paralisados. A reportagem foi publicada pelo Portal UOL, que pode ser conferido aqui.

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Brasil “ainda não passou a limpo” crimes da Ditadura Militar, diz procuradora

A presidente da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, a procuradora regional da República Eugênia Gonzaga, afirmou nesta sexta-feira que o Brasil ainda não “passou a limpo” o período da ditadura militar no país, que vigorou entre 1964 e 1985. Ao comentar o documento confidencial da CIA (Serviço de Inteligência dos Estados Unidos) que revela que o ex-presidente Ernesto Geisel (1974-1979) autorizou a execução sumária de militantes opositores ao regime, ela disse também que o país ainda vive em “total negação” do período. “Tudo isso é dolorido e ao mesmo tempo vergonhoso, porque demonstra que o país não passou a limpo esse período. A gente ainda vive em uma situação de total negação desse período, de ocultação”, disse Eugênia. “É uma comprovação bastante forte que a tortura, a política de terrorismo de estado, era realmente autorizada pelo mais alto escalão, não era simplesmente um exagero da ‘turma do porão’, como eles chamam os agentes da repressão” , disse a procuradora.“São provas importantes de que realmente havia uma política de Estado de exterminação dessas possíveis oposições, uma política de também acobertar a verdade do período. Por exemplo, a morte do delegado Sérgio Fleury não é explicada até hoje, mas nitidamente ali é uma queima de arquivo. Então temos, no período do general Geisel, uma prova de que ele realmente autorizava que essas pessoas emblemáticas fossem exterminadas”, acrescentou. A procuradora conta que a revelação do documento da CIA comprova a tese da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos e dos próprios familiares, o que não é possível ser comprovado a partir de documentos do governo brasileiro, pois estes foram destruídos: “Os arquivos brasileiros foram destruídos ou estão sob a guarda de particulares que não revelam. O que temos são depoimentos e a estratégia do Exército que demonstra que os agentes não agem sob vontade própria, sempre agem por um comando superior.” O professor de Sociologia na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Marcelo Ridenti, destacou que pesquisadores do tema, há muito tempo, já trabalhavam com a ideia de que o governo Geisel tinha conhecimento e envolvimento com o chamado “porão da ditadura”, no entanto, não havia provas, apenas depoimentos. “O que o governo dele [de Geisel] fez foi, de certa maneira, reestabelecer o alto comando, o próprio presidente da República ter o comando de tudo que se passava no país inclusive na esfera repressiva. O que não quer dizer que deixou de haver tortura ou que deixou de haver execuções, mas elas teriam que ser claramente colocadas dentro de uma hierarquia. Poderia executar, mas teria que ter o aval do governo”, explicou. Para Ridenti, Geisel havia constatado que setores do aparelho repressivo estavam ganhando força independentemente da hierarquia militar e seu objetivo, ao definir que o alto comando do Exército deveria aprovar as execuções, era manter a disciplina nas Forças Armadas. “Já estava institucionalizada [a tortura e a execução] de certa maneira, era uma política de Estado, mas que estava fugindo do controle da hierarquia militar. Isso para ele não interessava …

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A maternidade fora do cárcere

Quando foi presa pelos policiais, em setembro do ano passado, Taiane Gonçalves ainda estava amamentando o filho Enzo, de 1 ano e 8 meses. Durante cinco meses, ela só teve notícias do bebê, seu primeiro filho, por meio de parentes, pois não queria que ele frequentasse o Centro de Detenção Provisória Feminino de Franco da Rocha (SP), onde ela estava detida. De longe, ficou sabendo que Enzo, mesmo tão pequeno, sentiu o afastamento e demorou para se acostumar com a falta da mãe. “Ele ficou com febre, perguntando por mim, estranhando as pessoas. Ficar longe dele foi a pior situação possível que eu passei, porque somos muito apegados, sempre estivemos juntos”, diz a mãe, de 23 anos, acusada de tráfico de drogas, associação ao tráfico e porte de arma. Em fevereiro deste ano, Taiane foi a primeira mulher do país beneficiada pela decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que aprovou um habeas corpus coletivo para substituir a prisão preventiva por domiciliar para presas de todo o país que sejam gestantes ou mães de crianças de até 12 anos ou de pessoas com deficiência. Um dia depois da votação no STF, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Joel Ilan Paciornik determinou a substituição da prisão preventiva de Taiane pela domiciliar. Na decisão, ele afirmou que, apesar de estar sob os cuidados de parentes, o contato permanente da criança com a mãe “mostra-se essencial ao seu desenvolvimento, além de ser um direito previsto em inúmeros dispositivos legais”.

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Após alta dos juros e do dólar, Argentina vive momento de apreensão

Com o aumento do dólar, o Banco Central da Argentina (BCRA) elevou, por três vezes em uma semana, a taxa de juros até 40% ao ano, desencadeando uma série de reações no país. Os argentinos vivem momentos de apreensão, pois com a economia atrelada ao dólar, a tendência é de disparada de preços, perda do poder de compra e especulações. Ao mesmo tempo, o governo de Mauricio Macri busca apoio internacional para conter as dificuldades internas e aprovar a reforma trabalhista, adiada desde o começo do ano. Apesar das semelhanças com o Brasil, a Argentina tem uma inflação elevadíssima, que varia entre 20% e 24% ao ano, perdendo apenas para a Venezuela na América Latina. O clima de incerteza domina os principais setores do país. As centrais sindicais convocaram para o próximo dia 28 o início de uma temporada de mobilizações denominada “Plano de Luta”, na tentativa de resistir a eventuais reajustes de tarifas dos setores de públicos, como energia elétrica, água e gás. Paralelamente, atuam ao lado de organizações sociais em favor de uma proposta da oposição que limita os aumentos das tarifas. Argentino Carlos Calabrese comenta situação da economia – Monica Yanakiew/Agência Brasil Funcionário de uma empresa de segurança há cinco anos, Carlos Ernesto Calabrese, de 43 anos, é o exemplo do que vive o trabalhador assalariado argentino. “Comecei ganhando 6 mil pesos e o dinheiro alcançava ate o fim do mês”, conta. “Hoje ganho 15 mil pesos, quase três vezes mais, e não alcança. Os preços aumentam muito mais do que o salario”, disse. Dólar dispara e preços dos alimentos sobem Nesta sexta-feira (11), o dólar bateu novo recorde no país e superou os 24 pesos. Na Argentina, qualquer aumento no valor do dólar costuma ter impacto sobre a inflação, que continua alta (cerca de 25% ao ano). As emissoras de televisão e rádio acompanham passo a passo o comportamento da moeda norte-americana. A alta ocorre às vésperas de uma ação que o governo terá de promover, no dia 15, frente a um vencimento de 600 bilhões de pesos em Letras do Banco Central (Lebac). A disparada do dólar, que começou na semana passada, foi acompanhada pelo aumento do preço da alface, do espinafre e da rúcula, cujos preços duplicaram. “Parece que tudo que é verde aqui está aumentando”, queixou-se Cristian Ortiz, comerciante de frutas e verduras. “Até a semana passada, eu vendia dois abacates por 50 pesos. Hoje somente um vale 55 pesos”, disse.

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Mãe de menina assassinada no Colégio Maria Auxiliadora em Petrolina é pré-candidata nas eleições 2018

O anúncio foi feio na tarde desta sexta-feira (11), nas redes sociais, pelo o esposo de Lucinha Mota, Sandro Romildo. Nos posts, Sandro informou que sua esposa se filiou ao Psol de Petrolina (PE) e que o ato político de lançamento da candidatura será no dia 20 de maio, às 18h, no Neuman Hotel, no centro da cidade. Perguntado  por este blog, os motivos que teriam levado Lucinha Mota a candidatura, Sandro respondeu. “Nossa luta é por justiça e esse caminho deve ser preenchido pra ficar em evidência. Durante a política tudo é deixado de lado. Não podemos deixar que a nossa perca forças”, argumentou Sandro Romildo. Beatriz Angélica Motta, tinha 7 anos de idade, quando foi morta a facadas nas dependências do Colégio Maria Auxiliadora no dia 10 dezembro de 2015. Ele não explicou a qual cargo político se candidatará a esposa.

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Vacinação contra a gripe mobiliza postos de saúde neste sábado

Uma mobilização nacional para vacinar os mais vulneráveis à gripe será realizada neste sábado (12) em todo o país. O chamado “Dia D” vai mobilizar estados e prefeituras, que devem abrir postos de referência em cada localidade. A expectativa do Ministério da Saúde é aumentar a quantidade de vacinados, que até agora chegou a 26,4% do público-alvo (13, 6 milhões de pessoas). A vacina gratuita contra a gripe é direcionada a públicos específicos e aqueles com maior risco de reações graves. São eles: Idosos acima de 60 anos; Gestantes; Trabalhadores de saúde; Professores da rede pública e privada; Gestantes e mulheres que realizaram parto há até 45 dias; Indígenas; Pessoas privadas de liberdade. Diferente de outras imunizações, a vacina contra a gripe é sazonal. Ela não está disponível nos postos de saúde o ano inteiro e há um período específico que ela deve ser tomada. Todos os anos, o Ministério da Saúde começa a campanha geralmente um pouco antes do inverno, quando há maior circulação do influenza, o vírus causador da gripe. Neste ano, a campanha contra a gripe vai até o dia 1º de junho. A pasta espera vacinar 54,4 milhões de pessoas até o final da mobilização, que começou no dia 22 de abril. A vacina contra a gripe é feita com vírus morto e não há a possibilidade de pegar gripe por meio da vacina. Segundo especialistas, o imunizante pode deflagrar um pequeno mal-estar pela reação do sistema imune. De acordo com especialistas, a vacina é considerado seguro e há quase nenhuma contraindicação (exceto pessoas com alergia prévia à vacina). Pessoas com doenças graves, inclusive, podem tomar a vacina e procurar um posto de saúde. Tire suas dúvidas sobre a campanha. Casos de gripe Até o dia 5 de maio, o Ministério da Saúde registrou 1005 casos de influenza em todo o país com 158 mortes. Desse total, 597 casos e 99 óbitos foram por H1N1. Em relação ao vírus H3N2, foram registrados 208 casos e 30 óbitos. Ainda, a pasta informa 112 casos e 13 óbitos foram por influenza B e outros 88 casos e 15 óbitos por influenza A.

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Temer concede primeiro indulto a transexuais presas

O presidente Michel Temer assinou hoje (11) decreto, por ocasião do Dia das Mães, que estabelece regras para que mulheres presas tenham direito a indulto especial. O decreto concede pela primeira vez o indulto a mulheres transexuais em cujo registro civil já conste a alteração de gênero. Também determina perdão a presas condenadas por crimes sem violência ou grave ameaça, desde que cumpram requisitos dispostos no texto, e redução de pena em outros casos. O decreto será publicado hoje, em edição extra do Diário Oficial da União. Tanto o perdão quanto a redução da pena devem ser apreciados pelos juízes das varas de execuções penais. Há a possibilidade, inclusive, dos tribunais organizarem mutirões para analisar a situação das mulheres. Dentre os casos em que o perdão será concedido, está o de mães ou avós condenadas por crime cometido sem violência ou grave ameaça, que tenham cumprido um sexto da pena, e que tenham filhos de até 12 anos de idade ou com deficiência em qualquer idade. O decreto concede perdão, ainda, a mulheres condenadas por crime cometido sem violência ou grave ameaça que tenham mais de 60 ou menos de 21 anos, desde que tenham cumprido um sexto da pena. No total, são 11 hipóteses atendidas pelo decreto. Em nenhum dos casos, porém, as mulheres podem ter sido punidas por falta grave nos últimos 12 meses de pena. A comutação – ou abrandamento – da pena é previsto para mulheres brasileiras ou estrangeiras. Será reduzido um quarto da pena às condenadas a até oito anos de reclusão e que já tenham cumprido um terço da pena até 13 de maio deste ano. O texto também prevê redução de dois terços da pena às mulheres não reincidentes com filhos menores de 16 anos ou filho deficiente de qualquer idade, desde que tenha cumprido um quinto da pena até 13 de maio deste ano. O decreto reduz pela metade a pena das mulheres no mesmo perfil, mas que sejam reincidentes.

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Enem: pedido de atendimento especial deve ser feito na inscrição

Os candidatos ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que precisarem de atendimento especializado têm de fazer o pedido no ato da inscrição e comprovar posteriormente a necessidade. Desde a manhã de segunda-feira (7), quando foi aberto o prazo, foram feitas mais de 3 milhões de inscrições. O prazo se encerrará aberto às 23h59 do dia 18 deste mês (horário de Brasília). Os inscritos que apresentarem, como por exemplo, baixa visão, deficiência auditiva ou intelectual (mental), déficit de atenção, discalculia, dislexia, surdez e surdocegueira têm direito ao atendimento especializado. Entres os recursos que podem ser disponibilizados para esses candidatos incluem-se prova em braile, tradutor-intérprete de língua brasileira de sinais (libras), videoprova em libras (vídeo com a tradução de itens), prova com letra ampliada, óculos especiais, lupa, telelupa, luminária e tábuas de apoio. O material será vistoriado pelo aplicador. De acordo com o Ministério da Educação (MEC), para ter o direito reconhecido, é preciso apresentar: documento legível que comprove a necessiidade, contendo o nome completo do participante; diagnóstico com a descrição da condição que motivou a solicitação e o código correspondente à Classificação Internacional de Doença (CID 10); assinatura e identificação do profissional competente, com respectivo registro no Conselho Regional de Medicina (CRM), registro do Ministério da Saúde (RMS) ou registro de órgão competente. O documento deve estar no formato PDF, PNG ou JPG e ter até 2MB. Quem pediu atendimento especializado em edições anteriores e teve o pedido aprovado não precisa enviar outro laudo se a solicitação atual for para o mesmo atendimento. O participante com transtorno global do desenvolvimento (dislexia, discalculia e déficit de atenção) poderá apresentar declaração ou parecer, com seu nome completo, emitida e assinada por entidade ou profissional habilitado, na área da saúde ou similar, com a descrição do transtorno, a identificação da entidade e do profissional declarante, informou o MEC. Gestantes, idosos, lactantes, estudante em classe hospitalar, ou outra situação específica, poderão requerer atendimento específico, que inclui prestar o exame em sala de fácil acesso, mesa e cadeira sem braços, apoio para perna e pés etc. No caso, do participante em situação de classe hospitalar, cujo processo formal de escolarização ocorre no interior de instituição hospitalar ou afim, deve apresentar, durante a inscrição, declaração do hospital, informando a disponibilidade de instalações adequadas para a aplicação do exame. Qualquer tipo de alteração está restrita a esse período, que termina em 18 de maio. Apenas para o uso do nome social, o pedido pode ser feito em prazo posterior: entre os dias 28 de maio e 3 de junho, acrescentou o MEC. Os candidatos que tiverem as solicitações de atendimento especializado e específico reprovadas serão comunicados por e-mail ou pelo celular cadastrados durante a inscrição e terão prazo de cinco dias úteis para enviar novo documento pela Página do Participante. Caso o segundo documento enviado não esteja de acordo com as regras do edital, o participante não receberá o atendimento solicitado e ficará sem direito aos recursos e auxílios de acessibilidade.

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Ministro nega liminar para garantir representante de Lula em debates

O ministro Og Fernandes, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), negou um pedido de liminar (decisão provisória) do PT para que fosse garantida a participação de um representante do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em debates entre pré-candidatos ao Palácio do Planalto. Desde que Lula foi preso, em 7 de abril, o PT o mantém como pré-candidato da legenda, afirmando que irá registrá-lo para concorrer ao pleito. Pela via judicial, o partido pretendia garantir a presença de um representante de Lula já no ciclo de entrevistas com pré-candidatos, iniciado pelo jornal Folha de S.Paulo, pelo portal UOL e pelo SBT. O partido alegou que Lula não foi convidado apesar de aparecer como “líder na pesquisa de intenção de votos”. Os veículos de comunicação estariam com isso violando o princípio da isonomia entre os pré-candidatos, segundo o PT, ao alegarem que o ex-presidente “estaria indisponível para figurar nas entrevistas em decorrência de sua prisão”. Ao analisar o caso, Og Fernandes reconheceu a importância da isonomia, mas destacou não haver dispositivo legal que garanta a participação de representante na hipótese de impossibilidade de participação de determinado candidato. O ministro disse que o caso não tem precedentes e por isso deve ser examinado em plenário pelo TSE. Enquanto isso não ocorre, ele entendeu não haver urgência na concessão de liminar, pois “o fato de o ciclo de entrevistas já ter se iniciado não impede que, em caso de procedência desta representação, venha ser garantido à agremiação o direito de indicar alguém para ser entrevistado no lugar de seu pré-candidato”.

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Alta do petróleo beneficia Petrobras e o Brasil, dizem especialistas

A alta do preço do barril de petróleo no mercado internacional, hoje acima dos US$ 70, é bom para o país, para estados e municípios e também para a Petrobras, que fechou o primeiro trimestre do ano com um lucro líquido de R$ 6,9 bilhões, resultado 56% maior do que o de igual período do ano passado. A avaliação é de especialistas ouvidos pela Agência Brasil. Eles creditam que, mantidas as tensões geopolíticas atuais, principalmente no Oriente Médio, e a posição da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) de corte da produção, a tendência é de que o preço se sustente e até venha a aumentar mais ainda, fechando o ano com um preço médio de US$ 75 o barril. Para o sócio-fundador e diretor do Centro Brasileiro de Infra-Estrutura (CBIE), Adriano Pires, o mundo vive hoje momentos de grande turbulência geopolítica: “primeiro foi essa tentativa de invasão da Síria pelos EUA, França e Reino Unido; ao mesmo tempo, tem a questão da Venezuela, um governo complicado, e a ameaça dos Estados Unidos de adotar sanções comerciais se as eleições naquele país não forem transparentes”. Benefício à Petrobras Conforme Pires, a atual elevação no preço do óleo no mercado internacional, em um primeiro momento, só traz benefícios ao país. “No caso do Brasil, essa alta também beneficia a Petrobras, que voltou a ser uma empresa petroleira. No governo passado, havia uma intervenção muito grande na empresa e acabava que ela tinha prejuízos com o petróleo caro, uma vez que não conseguia repassar para o preço dos combustíveis”, disse. O especialista diz que a Petrobras não atuava de acordo com a lógica do mercado, de modo que tinha prejuízo com petróleo caro e lucrava somente com o petróleo barato, já que praticava preços rígidos. “Agora não, o governo, de forma correta, deu liberdade para que a empresa repasse para os preços dos derivados a alta do petróleo no mercado internacional, e isso está ajudando a companhia a se recuperar do estrago provocado pela política do governo anterior. O resultado do último trimestre, quando a empresa aumentou seu lucro em 56% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, comprova isso”, afirmou. O ex-diretor da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) Hélder Queiroz também elogiou a decisão do governo de dar liberdade à Petrobras para praticar preços dos derivados tendo como parâmetro o mercado internacional. “A política de preços da Petrobras alinhada com o mercado internacional é o que de melhor podia ter acontecido para o setor no país. É a política certa e a melhor opção. Nós não podemos repetir os erros do passado onde o governo usou a Petrobras como instrumento de subsídio. Isto não significa que não se possa discutir os impactos que os preços elevados provocam na economia”, disse à Agência Brasil. Segundo Queiroz, preços mais altos são “evidentemente” muito bons. “Pelo lado empresarial porque a Petrobras passa a ter uma possibilidade de geração de caixa maior. Já do ponto de vista tributário há o aumento …

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CNC aumenta projeção de crescimento do varejo no ano para 5,4%

Os números da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) de março, divulgados hoje (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), levaram a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) a rever de 5% para 5,4% a projeção de crescimento do varejo em 2018. De acordo com o IBGE, o chamado varejo restrito, que abrange oito segmentos do comércio, apresentou alta de 0,3% nas vendas em março, ante fevereiro, na série com ajuste sazonal. Já a CNC trabalha com o varejo ampliado, que pega dez segmentos do comércio varejista, incluindo o comportamento de veículos e materiais de construção. Falando à Agência Brasil, o economista Fabio Bentes, da CNC, disse que na análise da confederação, o varejo brasileiro evoluiu 1,1% em março em relação ao mês anterior, “melhor resultado do varejo nesse tipo de comparação desde 2013, quando a alta foi de 1,2%”. Na comparação de março de 2018 sobre o mesmo mês de 2017, a alta no varejo ampliado atingiu 7,8%, melhor desempenho do setor desde março de 2012 (10,3%). Recuperação do varejo “Isso quer dizer para a gente que o varejo está recuperando parte do desempenho decepcionante que ele teve no primeiro bimestre do ano, quando os dados mensais praticamente não saíram do lugar”. De acordo com a CNC, o dado positivo de março foi puxado pelo comércio automotivo, que deverá ser o segmento de destaque do comércio varejista este ano. As vendas de automóveis, que subiram 2,9% em março, vinham subindo acima de 3% a 4% nos últimos meses, acumulando alta superior a 12% nos últimos cinco meses. Segundo Fabio Bentes, isso é importante porque esse segmento responde por um quarto das vendas do varejo e demanda um nível de confiança relativamente elevado, porque envolve financiamentos de longo prazo. “Se as pessoas estão consumindo mais automóveis nos últimos meses e de forma contínua, é um sinal que elas estão mais encorajadas a contrair esse tipo de financiamento”. Por isso, o economista aposta que o varejo ampliado tem todas as condições de fechar o ano com um desempenho acima do crescimento de 4% observado nas vendas no ano passado. Segmento de combustíveis Bentes salientou que também o segmento de combustíveis influenciou o resultado de março. Ocorreu nesse mês uma trégua na alta dos preços. “Os preços não subiram em março pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Pelo contrário, até caíram 0,04%”. Para os próximos meses, deverá se levar em conta dois fatores preocupantes no desempenho dos combustíveis: a alta do preço do petróleo no mercado internacional e a variação do dólar americano, porque boa parte dos combustíveis consumidos no Brasil é importada. A tendência é que os consumidores continuem pagando reajustes mais altos nos próximos meses por conta desses dois elementos, afirmou Bentes. No acumulado do primeiro trimestre, o varejo ampliado acumula alta de 6,6% em relação a igual período de 2017. Destaque, mais uma vez, para o comércio automotivo, que subiu 17,9%.

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CNE inicia ciclo de audiências sobre base nacional curricular comum

A primeira audiência pública para debater a proposta da Base Nacional Comum Curricular do ensino médio ocorreu hoje (11), em Florianópolis. Integrantes de conselhos estaduais e municipais de educação, de organizações da sociedade civil, especialistas da área de educação e estudantes analisaram o texto da base e apresentaram propostas. Cada região do país sediará uma audiência. Elas vão permitir que os membros do Conselho Nacional de Educação (CNE) elaborem um projeto de resolução sobre o tema a ser homologado pelo Ministério da Educação. Temas como formações dos professores, participação dos conselhos e a preparação dos jovens para o mercado de trabalho estão entre os assuntos abordados pelos debatedores. Ainda estão previstas audiências públicas para São Paulo (8 de junho), Fortaleza (5 de julho), Belém (10 de agosto) e Brasília (29 de agosto). O presidente da comissão do CNE que analisa a base nacional comum, Cesar Callegari, disse que é preciso aprimorar o ensino no Brasil e corrigir as desigualdades na educação, que são um dos principais berços da desigualdade social e econômica no país. Segundo ele, a base comum “é uma contribuição para que possamos estabelecer uma base para a equidade educacional, de forma que, os que dependem da educação oferecida em escolas públicas e privadas, possam ter a oportunidade de realizar seus direitos”, disse. O professor Avanir Mastey, do Conselho Estadual de Educação do Paraná, foi um dos que expôs sua opinião ao longo da audiência pública. Ele fez críticas ao fato de apenas as disciplinas de língua portuguesa e matemática aparecem como obrigatórias para os três anos do ensino médio. “Da forma como a base está, tudo pode. Pode fazer qualquer coisa e pode fazer muita coisa. Esse processo de avaliação pautado apenas na matemática e português. Precisamos que essa base traga as grandes conquistas da sociedade no âmbito das artes, da filosofia e da ciência”. O coordenador estadual da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (Uncme), de Santa Catariana, Cláudio Luiz Orço, disse que parte importante do processo de discutir a base deve ser pensar a formação dos professores. Ele avaliou que o documento fragmenta a educação básica. “Talvez precisemos respeitar e valorizar as particularidades e nesse documento há uma fragmentação da educação básica, há ausência de um sistema estadual de educação que possa de fato assumir as responsabilidades e distribuí-las, e políticas públicas que possam acompanhar”. A presidente do Conselho Estadual de Educação Física do Rio Grande do Sul, Rosane Masson, disse que, pelas novas regras, a educação física é posta de lado. Por isso, questionou a necessidade da reforma no ensino. “Será que devemos fazer essa reforma do ensino? E será que não estamos formando mão de obra barata na rede pública estadual para que esses jovens sejam empregados dos seres pensantes que serão formados na rede particular?”.

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País ainda não “passou a limpo” período da ditadura, diz procuradora

A presidente da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, a procuradora regional da República Eugênia Gonzaga, disse hoje (11) que o Brasil ainda não “passou a limpo” o período da ditadura militar no país, que vigorou entre 1964 e 1985. Ao comentar o documento confidencial da CIA (Serviço de Inteligência dos Estados Unidos) que revela que o ex-presidente Ernesto Geisel (1974-1979) autorizou a execução sumária de militantes opositores ao regime, ela disse também que o país ainda vive em “total negação” do período. “Tudo isso é dolorido e ao mesmo tempo vergonhoso, porque demonstra que o país não passou a limpo esse período. A gente ainda vive em uma situação de total negação desse período, de ocultação”, disse Eugênia. “É uma comprovação bastante forte que a tortura, a política de terrorismo de estado, era realmente autorizada pelo mais alto escalão, não era simplesmente um exagero da ‘turma do porão’, como eles chamam os agentes da repressão”, disse a procuradora. “São provas importantes de que realmente havia uma política de Estado de exterminação dessas possíveis oposições, uma política de também acobertar a verdade do período. Por exemplo, a morte do delegado Sérgio Fleury não é explicada até hoje, mas nitidamente ali é uma queima de arquivo. Então temos, no período do general Geisel, uma prova de que ele realmente autorizava que essas pessoas emblemáticas fossem exterminadas”, acrescentou. A procuradora conta que a revelação do documento da CIA comprova a tese da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos e dos próprios familiares, o que não é possível ser comprovado a partir de documentos do governo brasileiro, pois estes foram destruídos: “Os arquivos brasileiros foram destruídos ou estão sob a guarda de particulares que não revelam. O que temos são depoimentos e a estratégia do Exército que demonstra que os agentes não agem sob vontade própria, sempre agem por um comando superior.” Geisel e “porão da ditadura” O professor de Sociologia na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Marcelo Ridenti, destacou que pesquisadores do tema, há muito tempo, já trabalhavam com a ideia de que o governo Geisel tinha conhecimento e envolvimento com o chamado “porão da ditadura”, no entanto, não havia provas, apenas depoimentos. “O que o governo dele [de Geisel] fez foi, de certa maneira, reestabelecer o alto comando, o próprio presidente da República ter o comando de tudo que se passava no país inclusive na esfera repressiva. O que não quer dizer que deixou de haver tortura ou que deixou de haver execuções, mas elas teriam que ser claramente colocadas dentro de uma hierarquia. Poderia executar, mas teria que ter o aval do governo”, explicou. Para Ridenti, Geisel havia constatado que setores do aparelho repressivo estavam ganhando força independentemente da hierarquia militar e seu objetivo, ao definir que o alto comando do Exército deveria aprovar as execuções, era manter a disciplina nas Forças Armadas. “Já estava institucionalizada [a tortura e a execução] de certa maneira, era uma política de Estado, mas que estava fugindo do controle da hierarquia militar. Isso …

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Singapura sediará cúpula histórica entre Trump e Kim em 12 de junho

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou nesta quinta-feira (10) que seu encontro histórico com o líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, será em 12 de junho, em Singapura, onde irá abordar a crucial “desnuclearização” norte-coreana depois de meses de escalada e tensões. Trump fez o anúncio poucas horas depois de receber, perto de Washington, os três prisioneiros americanos libertados por Pyongyang. “Vamos tentar fazer disso um momento especial para a paz mundial!”, acrescentou Trump em uma mensagem no Twitter. As conversas, que devem durar um dia, se concentrarão no rápido avanço das armas nucleares e dos programas balísticos da Coreia do Norte. Funcionários disseram que a libertação dos americanos Kim Hak-song, Tony Kim e Kim Dong-chul elimina um grande obstáculo para a cúpula, e dá a Trump a prova concreta de que a sua política de duas vias, compromisso e “pressão máxima”, está funcionando. “Não estamos iludidos sobre quem são essas pessoas. Sabemos com quem estamos nos relacionando aqui”, disse Victoria Coates, do Conselho de Segurança Nacional. “Mas temos, de antemão, nossa equipe em casa”. – Local neutro – Desde o fim da Guerra da Coreia (1950-1953), que ficou sem um tratado de paz, nenhum presidente dos Estados Unidos em exercício se reuniu com um líder norte-coreano. Cerca de 30 mil militares americanos permanecem na Coreia do Sul, que é apoiada pelos Estados Unidos no conflito. As autoridades americanas de mais alto escalão que estiveram na Coreia do Norte foram a ex-secretária de Estado Madeleine Albright, em 2000, e o atual secretário de Estado, Mike Pompeo, que foi em busca dos agora ex-prisioneiros. Enquanto isso, os ex-presidentes Bill Clinton e Jimmy Carter visitaram a Coreia do Norte depois de deixar o poder. Após se mostrar aberto a realizar a cúpula na fronteira entre as duas Coreias, onde Kim se reuniu no final de abril com o presidente sul-coreano, Moon Jae-in, Trump finalmente anunciou que Singapura seria a sede da sua reunião com o líder da Coreia do Norte. Faltava “encontrar um lugar neutro, onde Trump e Kim pudessem se sentir seguros”, disse no Twitter o especialista do centro de reflexão Wilson Center, Jean Lee. Também era necessário que fosse “perto o suficiente” de Pyongyang. O local neutro, ao sul da Malásia, há muito tempo é uma ponte entre os Estados Unidos e a China, com vários primeiros-ministros que ofereceram conselhos geopolíticos aos ocupantes da Casa Branca. – Uma cúpula bem-sucedida – “Acho que (a cúpula) será um sucesso”, reiterou Trump em um tuíte, otimista ao receber os americanos libertados . “Estamos começando em uma nova base… libertou os meninos antes” da reunião, acrescentou. “É uma coisa ótima, muito importante para mim”. O presidente americano espera um sucesso diplomático com Pyongyang, após receber duras críticas internacionais por se retirar, na terça-feira, do acordo sobre o programa nuclear do Irã. Kim, por sua vez, considerou a cúpula uma possibilidade “histórica” de construir um “futuro brilhante”. A preparação do encontro deu lugar a um turbilhão diplomático. Mike Pompeo já …

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Haddad é denunciado por caixa dois na campanha de 2012

Ministério Público Eleitoral denunciou o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) à Justiça Eleitoral sob a acusação da prática de caixa dois na campanha de 2012 O Ministério Público Eleitoral denunciou o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) à Justiça Eleitoral sob a acusação da prática de caixa dois na campanha de 2012, em razão do recebimento por fora de recursos da empreiteira UTC, investigada na Operação Lava Jato. Segundo o promotor da 1ª Zona Eleitoral da capital, Luiz Henrique Dal Poz, a investigação do caso teve como base inicial delações na Lava Jato, cujos indícios foram cruzados com planilhas encontradas posteriormente nas apurações da Operação Custo Brasil. Dal Poz afirma que a denúncia demonstra a montagem de “uma estrutura paralela do PT para financiamento de campanhas em 2012, que teve Fernando Haddad como um dos beneficiários”. No jargão jurídico, o crime indicado na acusação é denominado falsidade ideológica para fins eleitorais. Uma condenação pela prática desse delito pode levar à pena de reclusão de cinco anos e inelegibilidade, segundo o promotor. Dal Pozo diz que a denúncia não deve atrapalhar eventuais planos de Haddad de se candidatar para as eleições deste ano, pois o processo ainda deve demorar para ter sentenças em primeira e segunda instância. Além de Haddad, foram denunciados o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, o contador da campanha de Haddad de 2012 Francisco Macena, o ex-deputado estadual petista e ex-dono de gráficas Francisco Carlos de Souza, conhecido como “Chicão”, e o empresário do setor gráfico Ronaldo Candido. Na Lava Jato, o doleiro Alberto Youssef, o acionista da construtora UTC Ricardo Pessoa e o ex-diretor financeiro da empreiteira Walmir Pinheiro apontaram um homem apelidado de “Chicão” como destinatário de R$ 2,6 milhões em propina da Petrobras para pagar dívidas da campanha de 2012 de Haddad. Em depoimento à força-tarefa da operação, em julho de 2015, Youssef afirmou que realizou os repasses para “Chicão” a pedido de Ricardo Pessoa. O delator disse não se lembrar do nome completo dele, mas deixou um número de celular que bate com o de Souza, conforme apuração da reportagem. Posteriormente, Pessoa também fechou acordo de colaboração e confirmou as transferências. O valor, segundo ele, seria descontado da “conta corrente” de propinas devidas ao PT, abastecida com desvios da Petrobras. Pessoa disse que “Chicão” foi indicado como destinatário dos valores pelo ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto. Segundo o ex-diretor financeiro da UTC Walmir Pinheiro, a dívida da campanha de Haddad foi negociada diretamente com “Chicão”. Pinheiro relatou ainda que, em reunião, Vaccari “afirmou que teria uma dívida da campanha de Haddad de R$ 3 milhões com uma gráfica” e “perguntou se poderiam pagar essa dívida e abater o valor na conta corrente que mantinham, decorrente das obras da Petrobras”. Outro lado A assessoria do ex-prefeito informou em nota que defesa de Haddad ainda não teve acesso à denúncia, mas pode “afirmar desde logo que não há qualquer elemento que sugira que os valores tratados por Ricardo Pessoa tenham sido …

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Liminar que impedia reajuste das contas de luz em Pernambuco é derrubada

Com a decisão, os aumentos de 8,41% (residências) e 9,4% (indústrias) passam a valer de maneira retroativa a 29 de abril   O Tribunal Regional Federal da 5ª região (TRF5) derrubou a liminar que impedia o reajuste médio conta de luz dos pernambucanos. Com isso, o aumento de 8,41% e de 9,4%, respectivamente para os clientes residenciais e industriais da Companhia Energética de Pernambuco (Celpe), passa a valer de forma retroativa a 29 de abril, data em que deveriam ter entrado em vigor. O reajuste havia sido suspenso pela Justiça no dia 27 de abril após uma ação popular impetrada pelo deputado federal Danilo Cabral. Na decisão, o TRF5 alega que o reajuste percentual menor que o já estabelecido em contrato afetaria a “garantia de melhor funcionamento possível do sistema, visto que as regras tarifárias não são corretamente apadas”. O deputado anunciou que vai tentar derrubar a decisão por meio de um embargo de declaração. “Vamos continuar lutando contra esse aumento abusivo. A população não aguenta mais”, disse. Entre as justificativas apresentadas no documento, o parlamentar argumenta que a conta de luz consome atualmente 17% do salário mínimo dos brasileiros. Entenda o caso No dia 24 de abril, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou o reajuste dos consumidores atendidos pela Celpe. Ao calcular os percentuais, a agência considerou a variação de custos associados à prestação do serviço. O cálculo levou em conta a aquisição e a transmissão de energia elétrica, bem como os encargos setoriais. Três dias depois, o juiz federal Frederico José Pinto de Azevedo proferiu decisão intimando a Aneel e a Celpe a se pronunciarem no prazo de dez dias sobre o aumento. O magistrado havia determinado também que durante esse período o reajuste ficaria restrito ao percentual da inflação de 2017, que foi de 2,95%. Na determinação judicial, o magistrado alegou que o reajuste teria forte impacto sobre a sociedade pernambucana. Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/economia/2018/05/10/internas_economia,751701/liminar-que-impedia-reajuste-das-contas-de-luz-em-pernambuco-e-derruba.shtml

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Delegado não confirma informações vazadas pela mídia no caso Marielle

O delegado Giniton Lages, responsável pela investigação do assassinato da vereadora Marielle Franco, não confirmou as informações vazadas pela mídia, sobre as denúncias de um delator, envolvendo milicianos, policiais e até um vereador no homicídio. “Dados sobre a investigação seguem em sigilo. Alguns dados e outros que não pertencem à investigação, que acabaram divulgados por uma ou outra mídia, a Divisão de Homicídios continuará cumprindo o seu protocolo, de não confirmar nenhuma informação apresentada por qualquer mídia. A investigação não pode abrir mão do absoluto sigilo”, disse Giniton. Reconstituição do crime O delegado acompanha, na noite desta quinta-feira (10), reconstituição do assassinato, no bairro do Estácio, que teve várias ruas bloqueadas ao trânsito de veículos e pessoas. O local foi isolado por uma barreira alta de lona preta, a fim de que ninguém tenha acesso visual à reconstituição. O principal motivo é dar segurança a quatro testemunhas. Um delator informou à polícia que a morte de Marielle foi tramada pelo vereador Marcelo Siciliano (PHS) e o ex-policial militar Orlando Oliveira de Araújo, conhecido como Orlando Curicica, atualmente preso em Bangu 9. Ambos negaram enfaticamente envolvimento no crime e Curicica divulgou uma carta revelando inclusive o nome do delator, que era mantido em sigilo, que seria um PM da ativa.  Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2018-05/delegado-nao-confirma-informacoes-vazadas-pela-midia-no-caso-marielle

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Mega-Sena acumula e vai pagar R$ 50 milhões; confira dezenas sorteadas

O Concurso 2.039 da Mega-Sena, com prêmio previsto de R$ 30 milhões, foi sorteado na noite de hoje (10) em Maravilha (SC). Nenhum bilhete acertou os seis números. Confira as dezenas sorteadas: 06 – 12 – 22 – 28 – 31 – 44. Noventa e um ganhadores acertaram a quina e cada uma levará um prêmio de R$ 28.718,92. Mais de 6,4 mil bilhetes acertaram quatro dezenas e levam um prêmio de R$ 581,98 cada. O próximo concurso, que será sorteado no sábado (12), tem um prêmio acumulado estimado em R$ 50 milhões. As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) nas lojas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país. Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2018-05/mega-sena-10-05-2018

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Ambientalistas chilenos pedem fechamento de 10 usinas termoelétricas

Ambientalistas chilenos pediram nesta quinta-feira o fechamento de dez das 27 usinas termoelétricas a carvão altamente poluentes do país. Segundo um estudo realizado pela Kas Ingeniería e divulgado pela ONG Chile Sustentable, as usinas termoelétricas mais poluentes estão situadas em três localidades do norte do país: Tocopilla, Iquique e Mejillones. Seis delas são exploradas pela francesa Engie, três pela chilena AES Gener e uma pela italiana Enel. “Se as fechássemos, o país ficaria com uma matriz elétrica limpa”, afirma a Chile Sustentable, que lembra que o Chile conta com uma capacidade instalada de 22.045 MW apesar de que a demanda energética só requer 10.344 MW. As 27 usinas a carvão existentes no Chile, que produzem 44% da matriz energética, são responsáveis por 91% das emissões de dióxido de carbono, de 88% das de material particulado, de 97% de dióxido de enxofre e de 91% de óxidos de nitrogênio de todo o parque elétrico nacional. “Por que continuar pagando por usinas ociosas e sujas?”, questiona a ONG em um comunicado. No ano passado, a Engie e a Enel, assim como outras duas empresas de geração elétrica chilenas, acordaram com o governo chileno desistir de construir cinco novas termoelétricas no norte do país. Pouco depois, o governo se comprometeu a eliminar progressivamente as usinas a carvão até 2050, quando se espera que 90% de sua matriz energética venha de energias limpas, principalmente de fontes renováveis não convencionais como o sol e o vento. Fonte: http://www.jb.com.br/economia/noticias/2018/05/10/ambientalistas-chilenos-pedem-fechamento-de-10-usinas-termoeletricas/

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PRF apreende mais de 700 quilos de queijo sem refrigeração no Agreste

Segundo a polícia, os queijos foram produzidos sem a devida inspeção sanitária e estava sendo transportado sem a refrigeração necessária para conservar a qualidade do produto A Polícia Rodoviária Federal de Pernambuco (PRF-PE)apreendeu, nesta quinta-feira (10), 730 quilos de queijo sem refrigeração na BR-232, em São Caetano, no Agreste do Estado. Segundo a polícia, os queijos foram produzidos sem a devida inspeção sanitária e estava sendo transportado sem a refrigeração necessária para conservar a qualidade do produto. Ainda de acordo com a PRF, uma picape com placa de Altinho foi abordada no quilômetro 145 da BR-232 com 680 quilos de queijo coalho e 50 quilos de queijo manteiga dentro do veículo e na carroceria. O motorista informou que havia saído de Cachoeirinha, também no Agreste, e iria revender o produto em Caruaru. A ocorrência foi encaminhada a um fiscal da Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária do Estado de Pernambuco (Adagro) para as providências cabíveis. Fonte: https://folhape.com.br/noticias/noticias/cotidiano/2018/05/10/NWS,67932,70,449,NOTICIAS,2190-PRF-APREENDE-MAIS-700-QUILOS-QUEIJO-SEM-REFRIGERACAO-AGRESTE.aspx

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Aterro sanitário é inaugurado no Agreste pernambucano

Iniciativa faz parte do projeto de erradicação dos lixões e aconteceu três semanas após o lançamento do Plano Intermunicipal de Resíduos Sólidos para os municípios do Agreste Meridional. Com uma capacidade de recebimento de dez toneladas de resíduos sólidos por dia, um novo aterro sanitário foi inaugurado no Agreste, no município de Iati, e atenderá de forma consorciada a mais sete municípios (Paranatama, Saloá, Terezinha, Palmeirina, Correntes, Brejão e Águas Belas). A iniciativa faz parte do projeto de erradicação dos lixões e aconteceu três semanas após o lançamento do Plano Intermunicipal de Resíduos Sólidos (PIRS) para os municípios do Agreste Meridional, feito pela Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) e pela Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH). O aterro tem aproximadamente dez hectares e contou com o acompanhamento de agentes do CPRH durante todo o processo, desde a recuperação do antigo aterro até a inauguração. Entre seus equipamentos, o novo aterro de Iati conta com recicletas: bicicletas que auxiliam no recolhimento de materiais reciclados, facilitando e otimizando o trabalho dos catadores. Por meio dos Planos Intermunicipais de Resíduos Sólidos (PIRS), os municípios podem receber recursos da união para projetos relacionados ao manejo de resíduos sólidos e limpeza urbana. Com o plano, 157 municípios já foram contemplados. Fonte: https://folhape.com.br/noticias/noticias/cotidiano/2018/05/10/NWS,67920,70,449,NOTICIAS,2190-ATERRO-SANITARIO-INAUGURADO-AGRESTE-PERNAMBUCANO.aspx

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Chefe da CIA disse que Geisel assumiu controle sobre execuções sumárias na ditadura

Documento do Departamento de Estado dos Estados Unidos, afirma que o ex-presidente Ernesto Geisel aprovou a continuidade de uma política de execuções sumárias de adversários da ditadura militar. Um documento secreto de 1974 liberado pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos afirma que o ex-presidente ErnestoGeisel (1974-1979) aprovou a continuidade de uma política de “execuções sumárias” de adversários da ditadura militar. Ele teria ainda orientado o então chefe do Serviço Nacional de Informações (SNI) que viria a substituí-lo na Presidência, João Baptista Figueiredo (1979-1985), a autorizar pessoalmente os assassinatos. O documento foi tornado público, com exceção de dois parágrafos ainda tarjados, em 2015 pelo governo dos EUA e nesta quinta-feira (10) postado em redes sociais por Matias Spektor, colunista da Folha de S.Paulo e professor de relações internacionais na Fundação Getulio Vargas (FGV). O professor qualificou o papel como “o documento mais perturbador que já leu em 20 anos de pesquisa”. “Não se sabia que o Geisel havia chamado para o Palácio do Planalto a responsabilidade sobre a decisão das execuções sumárias. A cúpula do governo não só sabia como chamou para si a responsabilidade. Isso é que tão impressionante, chocante”, disse Spektor. Em outro ponto revelador, o documento diz que cerca de 104 pessoas já haviam sido executadas sumariamente “pelo CIE“, o poderoso Centro de Informações do Exército então comandado pelo general Milton Tavares. O papel é um memorando assinado pela mais alta autoridade da principal agência de inteligência dos EUA na época, o diretor da CIA, William Colby (1920-1996). Ele relata uma reunião que teria ocorrido em 30 de março de 1974, no início do governo Geisel, entre o presidente, Tavares, Figueiredo e o general que iria assumir a chefia no CIE, Confúcio Danton de Paula Avelino. Segundo o memorando, Tavares ressaltou o “trabalho do CIE contra alvos da subversão interna durante a administração do presidente Emílio Médici [1969-1974]”. “Ele enfatizou que o Brasil não pode ignorar a ameaça terrorista e subversiva, e disse que métodos extra-legais deveriam continuar a ser empregados contra subversivos perigosos. Sobre isso, o general Milton disse que cerca de 104 pessoas nessa categoria foram sumariamente executadas pelo CIE até agora. Figueiredo apoiou essa política e instou a sua continuidade”. Na ocasião da reunião, segundo Colby, Geisel comentou a seriedade e os aspectos prejudiciais dessa política e disse que gostaria de refletir sobre o assunto durante o final de semana antes de chegar a qualquer decisão. Dias depois, em 1º de abril, segundo o diretor da CIA, Geisel comunicou sua decisão ao general Figueiredo. “Em 1º de abril, o presidente Geisel disse ao general Figueiredo que a política deveria continuar, mas que grandes precauções deveriam ser tomadas para assegurar que apenas subversivos perigosos sejam executados. O presidente e o general Figueiredoconcordaram que quando o CIE apreende uma pessoa que pode estar nessa categoria, o chefe do CIE vai consultar o general Figueiredo, cuja aprovação deve ser dada antes de a pessoa ser executada“, diz o memorando de Colby. O memorando de Colby não deixa …

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IFPE oferece mais de 2,5 mil vagas em Vestibular de meio de ano

As Inscrições começam no dia 21 de maio, mas podem ser realizadas até 10 de junho pela Internet. As provas acontecem dia 1° de julho O Instituto Federal de Pernambuco lançou na manhã desta quinta-feira o edital do Vestibular 2018.2. Nesse ano, serão ofertadas 2.585 vagas, distribuídas entre cursos técnicos e superiores. As inscrições começam no dia 21 de maio se seguem até 10 de junho e devem ser realizadas pela internet. Este ano, estão lançando o curso superior tecnológico em Igarassu: Tecnologia em Gestão de Qualidade, que disponibilizará de 36 vagas no turno da tarde. Ao todo, são oito cursos integrados do médio com o técnico com 400 vagas. Já a modalidade subsequente, que oferece apenas o nível técnico, conta com 31 cursos e 2.074 vagas abertas. O Proeja disponibiliza 40 vagas em 1 curso e 71 vagas em 2 cursos superiores.    Quem deseja participar do processo seletivo deverá desembolsar R para candidatar-se ao nível técnico e R$ 55 para concorrer às vagas de nível superior. O Instituto oferece o benefício de isenção de despesas com a taxa de inscrição aos candidatos oriundos de escola da rede pública ou bolsista integral de escola da rede privada, com renda familiar per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio. O prazo para ficar isento dos valores começa junto com as inscrições, no dia 21 de maio, mas encerra três dias depois, em 24 de maio.   As provas serão realizadas no dia 1º de julho. As provas para o curso técnico terão 30 questões de múltipla escolha. Já para os de nível superior, serão 50 questões, além de uma redação. O exame começa a ser aplicado às 9h e dura três horas para os cursos técnicos e quatro para os superiores. A divulgação do listão acontece no dia 11 de julho. (Com informações da repórter Mariana Fabrício) http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/vida-urbana/2018/05/10/interna_vidaurbana,751617/ifpe-lanca-edital-do-vestibular-2018-2.shtml

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Consumidor pretende gastar R$ 108 com presente do Dia das Mães

Levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV), divulgado hoje (10), revela que os brasileiros pretendem gastar mais este ano para presentear as mães no próximo domingo (13), em comparação com o ano passado. O valor médio dos presentes subiu 11%, atingindo R$ 108, contra média de R$ 98 em 2017. O levantamento se baseia na Sondagem do Consumidor que ouviu 1.612 pessoas entre os dias 2 e 19 de abril, em todo o país. De acordo com a coordenadora da Sondagem do Consumidor do Ibre, Viviane Seda, a disposição positiva do consumidor é reflexo da melhoria das expectativas em relação à situação financeira das famílias. “Houve aumento do valor médio para todas as faixas de renda e também da intenção de comprar para todas as faixas de renda”, sublinhou.   O indicador que mede a intenção de gastar para presentear as mães subiu 9,9 pontos, passando de 59,4, em 2017, para 69,3 este ano, melhor desempenho desde 2014.Viviane destacou que o maior aumento da intenção de gastos foi observado para a faixa de renda familiar mensal entre R$ 4,8 mil e R$ 9,6 mil (14 pontos). Para a faixa de renda mais baixa, até R$ 2,1 mil por mês, o aumento foi menor (6,9 pontos). Apesar disso, essa categoria apresentou a maior evolução no valor médio do presente (25%), que atinge R$ 63 este ano, contra valor médio de R$ 51 em 2017. Para consumidores com maior poder aquisitivo (renda familiar superior a R$ 9,6 mil), o preço médio do presente é deR$ 180, contra R$ 164 em 2017. Escolha de presentes paras as mães O levantamento mostra que vestuário e perfumaria estão entre os itens que lideram a preferência dos consumidores para a data, citados por 50,4% e 10,6% dos entrevistados, respectivamente. Viviane Seda disse que vestuário concentra a preferência popular pela maior facilidade de o consumidor achar preços de todos os tipos. “Tem uma grande variedade de tipos de produtos dentro do vestuário e a todos os preços. Então, você agrada todos os públicos. Por isso, é mais fácil esse tipo de produto ser o preferido entre os consumidores”. Em relação à inflação dos 27 itens mais consumidos pelos brasileiros na data, o levantamento mostra que a variação média dos serviços e presentes para o Dia das Mães ficou em 2,55%, abaixo da variação acumulada em 12 meses pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da FGV, que subiu 2,98% entre maio de 2017 e abril de 2018. Considerando somente os preços dos serviços para o Dia das Mães, a inflação atinge 3,39%. Na parte dos presentes, a taxa alcança 1,32%. Houve queda de preços em nove dos 13 itens preferidos pelos consumidores para presentear as mães. Destaque para aparelho celular (-7,91%), aparelho de TV (-6,72%), forno elétrico e de microondas (-5,27%). Embora joias e bijuterias sejam preferidas por apenas 2,8% dos consumidores ouvidos pelo Ibre-FGV para presentear as mães, a Associação de Joalheiros e Relojoeiros do Rio de Janeiro (Ajorio) está otimista para …

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Celso de Mello envia mais seis processos para instâncias inferiores

O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), enviou hoje (10) mais seis processos contra parlamentares para instâncias inferiores, aplicando o entendimento recém-firmado pelo plenário de que só devem tramitar na Corte investigações contra parlamentares que apurem fatos ocorridos durante e em razão do mandato. Dos processos baixados de instância pelo ministro, três são ações penais, quando já houve denúncia aceita e o investigado passou à condição de réu. Outros três são inquéritos, ainda na fase de apuração pela autoridade policial e promotores. Passada uma semana desde que o STF restringiu sua interpretação sobre o direito constitucional de parlamentares a foro especial, ao menos 50 processos já foram remetidos a instâncias inferiores. Confira abaixo quais são e para onde foram os processos declinados nesta quinta-feira por Celso de Mello: Ações penais  – Senador Dário Berger (MDB-SC) – denunciado por supostos desvios na construção de uma rodovia quando era prefeito de São José (SC), no ano 2000. O processo foi enviado para o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4). – Deputado Subtenente Gonzaga (PDT-MG) – denunciado por gestão fraudulenta de entidade previdenciária entre os anos de 2004 e 2005. O processo foi enviado para o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1). – Deputado Ronaldo Lessa (PDT-AL) – denunciado por calúnia em 2013 após atacar procuradores da República que o haviam denunciado em outro processo. O caso foi remetido para o Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5). Inquéritos – Deputado Marco Tebaldi (PSDB-SC) – Investigado por desvios de recursos públicos. O caso foi enviado para o Tribunal de Justiça de Santa Catarina – Deputada Shéridan (PSDB-RR) – Investigada por compra de votos durante a campanha eleitoral quando era primeira-dama de Roraima, em 2009. O caso foi enviado para a Justiça Eleitoral do estado. – Deputado Victor Mendes (MDB-MA) – Não há detalhes sobre o caso, pois o processo tramita em sigilo. O inquérito foi enviado ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1).

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Supremo recebe novo recurso da defesa para Lula ser solto

O Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu hoje (10) mais um recurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no qual seus advogados pedem para ele ser solto. O caso deve ser encaminhado para análise inicial do ministro Edson Fachin. Trata-se de um recurso contra um primeiro habeas corpus preventivo de Lula, que foi negado em março, por unanimidade, pela Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A defesa de Lula recorreu dessa decisão, mas tal recurso ainda não foi julgado, tendo sido enviado ao STF no último dia 19 pelo ministro Humberto Martins, vice-presidente do STJ. Entretanto, somente nesta quinta-feira esse processo foi protocolado no sistema do Supremo. Um outro habeas corpus preventivo, paralelo àquele que tramitou no STJ, já foi negado, por 6 a 5, pelo plenário do STF, em 4 de abril. O ex-presidente está preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba desde o dia 7 de abril, por determinação do juiz Sérgio Moro, que ordenou a execução provisória da pena de 12 anos e um mês de prisão pelo crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, no caso do tríplex em Guarujá (SP).

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Faturamento do setor de franquias cresce 5,1% no primeiro trimestre

O setor de franquias no país aumentou o faturamento em 5,1% no primeiro trimestre do ano na comparação ao mesmo período de 2017, ao passar de R$ 36,89 bilhões para R$ 38,762 bilhões. Considerando o período de 12 meses, houve crescimento de 7% – de R$ 154,426 bilhões para R$ 165,190 bilhões. Os dados foram divulgados hoje (10) pela Associação Brasileira de Franchising (ABF). “Frente ao atual cenário da economia brasileira, consideramos esse desempenho positivo, pois foi registrado em um período de inflação muito baixa – ao contrário do primeiro trimestre de 2017 – e de início da recuperação de uma das mais longas crises que o país já viveu”, destacou o presidente da ABF, Altino Cristofoletti Junior. Quanto ao movimento de abertura e fechamento de lojas no primeiro trimestre de 2018, o levantamento apontou uma variação positiva de 1% em relação ao mesmo período anterior. São registradas atualmente 144.527 unidades de franquias no país. Em relação à geração de empregos, a pesquisa indicou uma elevação de 0,9% no número de ocupações diretas no trimestre, totalizando 1.199.861 trabalhadores. Entre os segmentos que apresentaram maior variação de crescimento nos meses de janeiro a março, o de hotelaria e turismo foi o que teve maior crescimento de faturamento (14,9%) na comparação com o mesmo trimestre de 2017. O segundo melhor desempenho ficou com o segmento de serviços e outros negócios, que cresceu 9,3% no mesmo período, resultado impulsionado, principalmente, pelas franquias ligadas à área de logística. O segmento de entretenimento e lazer alcançou o terceiro melhor desempenho, com variação positiva de 7,8% no período pesquisado.

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Inflação oficial fica em 0,22% em abril, diz IBGE

Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, ficou em 0,22% em abril, registrando uma aceleração em relação aos 0,09% de março, segundo divulgou nesta quinta-feira (10) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No acumulado no ano está em 0,92%, o menor nível para os 4 primeiros meses do ano desde a implantação do Plano Real. Em 12 meses, a inflação acumulada subiu para 2,76%, depois de registrar 2,68% nos 12 meses imediatamente anteriores. Mesmo assim, segue bem abaixo do piso da meta do Banco Central, que é de 3%. IPCA em abril: Taxa no mês: 0,22% Acumulado no ano: 0,92%, Acumulado em 12 meses: 2,76% Projeções e meta do Banco Central A expectativa do mercado para a inflação em 2018 ficou estável em 3,49% na semana passada, segundo última pesquisa focus do Banco Central. O percentual esperado pelos analistas continua abaixo da meta que o Banco Central precisa perseguir para a inflação neste ano, que é de 4,5%. Entretanto, está dentro do intervalo de tolerância previsto pelo sistema, que considera que a meta terá sido cumprida pelo BC se o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficar entre 3% e 6%. A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic), atualmente em 6,5% ao ano. Saúde lidera alta de preços O grupo “Saúde e cuidados pessoais” teve a maior variação no mêsl (0,91%), respondendo por metade do IPCA de abril, com destaque para remédios (1,52%) e plano de saúde (1,06%). “Os medicamentos refletem o reajuste anual que passou a valer a partir de 31 de março, variando entre 2,09% e 2,84%, conforme o tipo de medicamento”, destacou o IBGE. Os preços do grupo “Habitação”, tiveram alra de 0,17%, puxada pela energia elétrica (0,99%) devido aos reajustes nas tarifas em cinco das 13 regiões pesquisadas. Os alimentos registraram alta de 0,09% em abril, sendo que os consumidos no domicílio aceleraram de março (-0,18%) para abril (0,27%). Já a alimentação fora do domicílio registrou queda de 0,22%, frente a alta de 0,52% de março. Entre os nove grupos de produtos e serviços pesquisados, apenas Comunicação apresentou deflação em abril, com variação de -0,07%. Os preços de transportes tiveram variação zero. Já os demais grupos vieram com alta, variando de 0,08% a 0,91%. Como o IPCA é calculado O IPCA é calculado pelo IBGE desde 1980 e se refere às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos. A pesquisa abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande e de Brasília.